Notícias de Portal da Usinagem. http://www.portaldausinagem.com.br/ RSS de notícas Portal da Usinagem. pt-br PORTAL DA USINAGEM. Todos os direitos reservados. PORTAL DA USINAGEM http://www.portaldausinagem.com.br/site/images/lg.jpg http://www.portaldausinagem.com.br <![CDATA[SINDISIDER Promove Palestra Gratuita no RS Visando Aumento nas Vendas de Aço ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3267 Sindicato discute a competitividade do setor e a distribuição brasileira no segmento

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos, Sindisider, promove palestra gratuita no Centro das Indústrias de Cachoerinha, na Grande Porto Alegre, nesta segunda-feira, 6 de fevereiro, das 14 às 17 horas.

Com o tema “Distribuição de Aço no Brasil: O Momento Competitivo do Setor”, o superintendente do Sindicato, Gilson Bertozzo, aborda no evento as principais dificuldades encontradas no segmento de distribuição de aço e a melhor forma de superá-las.

“A distribuição de produtos siderúrgicos está trabalhando com margens apertadas, estoques acima dos patamares ideais e sob o impacto da importação de aço in natura, principalmente para as indústrias automobilísticas e de máquinas e equipamentos. Essa palestra é direcionada aos distribuidores e revendedores permitindo um conhecimento maior do setor e consequente ganho em competitividade”, afirma Gilson Bertozzo, superintendente do SINDISIDER.

As inscrições são gratuitas, com vagas limitadas, e devem ser feitas através do e-mail viniciuspoa@sindisider.org.br ou pelo telefone             (51) 3013-3372      .

Palestrante

Gilson Bertozzo é sociólogo, pedagogo e pós-graduado em marketing. Com mais de 25 anos de experiência em gestão estratégica de organizações sem fins lucrativos, o profissional ocupa há 10 anos o cargo de superintendente do SINDISIDER.

Serviço

“Distribuição de Aço no Brasil: O Momento Competitivo do Setor”

Quando: 06 de Fevereiro, das 14h às 17h

Local: Centro das Indústrias de Cachoerinha

Endereço: Avenida das Indústrias, 750 – Distrito Industrial, Cachoeirinha, RS

Inscrições: viniciuspoa@sindisider.org.br

Tel: (51) 3013-3372     

SINDISIDER

Entidade legalmente constituída e sem fins lucrativos, o SINDISIDER tem o objetivo de defender os interesses das empresas distribuidoras e revendedoras de produtos siderúrgicos. Além de representar este segmento frente aos órgãos do governo, o sindicato atua, ao lado do INDA – Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço –, no desenvolvimento, fortalecimento e aumento da competitividade de pequenas, médias e grandes empresas distribuidoras e revendedoras de aço no Brasil. O SINDISIDER possui sede em São Paulo e regionais em Belo Horizonte e Porto Alegre.

 

 

Fonte: SD&PRESS Consultoria

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NOTÍCIA 03/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3267
<![CDATA[Elring Klinger anuncia investimento de R$ 100 milhões até 2016 em maquinarios para aumento da produção]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3268 Empresa destinará R$ 20 milhões já em 2012 para a linha de autopeças com ênfase em peças plásticas para motores.
 
Com autopeças presentes em praticamente todos os veículos que circulam no país e dona de uma linha de autopeças de reposição em franco crescimento, a Elring Klinger do Brasil acaba de anunciar um investimento total de R$ 100 milhões até 2016 em novos maquinários para o aumento de produção em sua moderna fábrica em Piracicaba (SP). Só em 2012, a companhia irá injetar R$ 20 milhões na linha de produção de autopeças plásticas para motor.
 
Uma das principais fornecedoras de autopeças para o mercado OEM nacional, a Elring Klinger do Brasil produz anualmente 16 milhões de Juntas Automotivas, 8 milhões de Chapas Defletoras e 1 milhão de Tampas Plásticas para Comando de Válvulas de Motor. De acordo com Hans Eckert, diretor-presidente da companhia, o volume de produção da empresa até o final de 2016 deverá ficar em 18 milhões de Juntas Automotivas (crescimento de 12,5%), 13 milhões de Chapas Defletoras (crescimento de 62,5%) e 2,3 milhões de Tampas Plásticas para Comando de Válvulas de Motor (crescimento de 130%). O faturamento total deverá crescer 60% neste período de cinco anos.
 
Os investimentos anunciados são um reflexo do ótimo desempenho da Elring Klinger no mercado nacional - em 2011 a companhia registrou um aumento de vendas de 15,5% para montadoras em comparação com 2010 e de 30% na área de reposição. Para 2012, a meta é continuar crescendo: respectivamente 10% e 25% nestes dois setores.
 
No atendimento ao mercado OEM, a Elring Klinger do Brasil já conta com encomendas para os próximos 4 anos. “Trabalhamos bastante próximos aos fabricantes de automóveis, fornecendo autopeças utilizadas desde o momento de concepção dos novos modelos, que acompanham os veículos em todos os testes até a versão final que chega às concessionárias”, destaca Eckert.
 
Linha de reposição Elring - Também na linha de autopeças para reposição - com a marca Elring - a empresa vem obtendo excelente aceitação no país. A companhia utiliza todo seu know-how de fornecedora de autopeças originais para produzir autopeças para reposição de alta qualidade e preço competitivo. Atualmente, a linha Elring é composta por mais de 4.500 itens voltados desde à automóveis leves aos pesados, atendendo a praticamente todos os modelos que circulam na América Latina. Uma parcela das autopeças Elring é fabricada no Brasil em Piracicaba e outra vem das fábricas da multinacional no exterior, geralmente dos mesmos países em que veículos importados são produzidos antes de desembarcar no Brasil.
 
Elring Klinger do Brasil – Presente há 15 anos no país, a Elring Klinger do Brasil - filial da alemã ElringKlinger AG – é a principal fornecedora de juntas de cabeçote do mercado nacional, com share de 55% neste tido de autopeça).
 
Localizada em Piracicaba (SP), a moderna fábrica da companhia é uma das poucas no país a integrar o seleto grupo da European Community ELV (End of Life Vehicle), que verifica, acompanha e reporta o controle de substâncias restritas utilizadas nos componentes veiculares até o final de sua vida (descarte ou reutilização). Em dezembro de 2011, a Elring Klinger se tornou bicampeã no Prêmio Ford de Conservação Ambiental.

 

 

Fonte: Portal Fator Brasil

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NOTÍCIA 03/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3268
<![CDATA[Montadoras aceitam negociar mudança no acordo automotivo com o México]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3269 Presidente da Anfavea diz que pacto é 'importante' para o País e que está disposto, inclusive, a negociar os termos

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, afirmou nesta sexta-feira, 3, que o setor aceitaria negociar uma mudança no acordo automotivo com o México.

"Viemos manifestar que achamos o acordo muito importante para o nosso País. Confirmamos a necessidade de manter esse acordo", disse, após reunião de executivos do setor automotivo com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

Belini confirmou que, na reunião, o governo disse estar em um processo de reavaliação do acordo. "Isso nos foi confirmado", resumiu. "Como tem um processo de reavaliação, não tem nada ainda definido. A sugestão da Anfavea é continuar. Aceitamos inclusive estudar outros termos", prosseguiu.

Belini confirmou que a possibilidade de uma revisão do acordo com o México foi tocada, mas ele informou que não houve uma conclusão sobre o tema. "Não entramos em detalhes técnicos. Agora vamos aguardar o governo fazer as suas avaliações e depois vamos conversar novamente", relatou.

Esses encontros, de acordo com Belini, fazem parte do processo de reavaliação, mas ele enfatizou que os detalhes precisam ser estudados gradativamente. "Hoje existe um desequilíbrio na balança comercial, e é isso que está preocupando o governo", avaliou.

Perguntado sobre a possibilidade de incluir também ônibus, caminhões e utilitários no acordo com o México, o presidente da Anfavea disse que já foi vista uma movimentação nesse sentido do lado do México. "Isso poderia ajudar (a balança comercial)", analisou.

Belini voltou a dizer que a associação avalia como importante a manutenção do acordo, mas que o setor aceita também algumas alterações, que podem vir a ser discutidas. "Quando tem acordos bilaterais, tem de ver que existem importações e exportações. De um lado, temos um superávit com a Argentina e, de outro, um déficit com o México, mas já foi ao contrário. Temos períodos cíclicos", salientou.

Bastidores. O fraco desempenho das exportações levou o governo a elevar o tom nas negociações com o México para ampliação de um acordo comercial. Nos bastidores, auxiliares da presidente Dilma Rousseff chegam a ameaçar o país com o rompimento do tratado automotivo, em vigor desde 2002, como revelou a colunista Sonia Racy, em seu blog, no portal estadão.com, na terça-feira.

O principal motivo para a impaciência dos negociadores brasileiros é a relutância do governo mexicano em permitir maior acesso a seu mercado. Desde 2009, o Brasil negocia um amplo acordo com o México, que abrange comércio, investimentos, serviços e compras governamentais. "A lógica é que as duas maiores economias da região tem de se integrar", disse o consultor Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento.

O chanceler Antonio Patriota abordou o tema com a colega mexicana Patricia Espinosa por duas vezes recentemente: durante a visita dela ao Brasil, em dezembro, e na semana passada quando se encontraram no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Patriota defende o diálogo, mas sua posição esbarra na visão do ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, que prefere ações mais duras, como a suspensão do acordo automotivo, para pressionar os mexicanos.

A decisão do governo Dilma em "anular" o acordo causou um enorme reboliço na diplomacia dos dois países. O próprio presidente mexicano, Felipe Calderon, telefonou para Dilma, que estava em Cuba para pedir que o Brasil não rompesse o acordo.

Diplomacia. O Itamaraty entrou na negociação e tenta colocar panos quentes na polêmica. Ele defende a criação de duas comissões, uma mexicana e outra brasileira, para estudar o assunto. A tentativa de obter um consenso esbarra na pressa do governo brasileiro em decidir a questão. O Brasil precisa "avisar" o México que vai "anular" o acordo com 14 meses de antecedência. O argumento de Calderon para tentar convencer Dilma a manter o acordo foi simples: enquanto o Brasil tinha um superávit comercial na balança automotiva com o seu parceiro, o México não quis romper o acordo. Agora que a situação se inverteu o País não quer mais cumprir as premissas.

Estratégia. As principais montadoras do Brasil têm fábrica no México e trazem de lá veículos sem pagar Imposto de Importação. "Quando o acordo foi firmado, as montadoras definiram uma estratégia conjunta de produção entre as fábricas do Brasil e México. O que elas produzem lá, não fazem aqui", disse o diretor do Centro de Estudos Automotivos, Luiz Carlos Mello.

Hoje, produzir no México é mais competitivo que no Brasil por dois motivos: o câmbio mais vantajoso e a maior proximidade com o mercado americano. "As fábricas ficam do lado dos EUA e podem exportar para o Brasil sem pagar imposto", disse o consultor Alexandre Lira.

O rompimento do acordo está em linha com outra medida protecionista tomada pelo governo em setembro - de elevar a taxação dos carros importados. O objetivo era motivar as montadoras a produzirem no Brasil.

 

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

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NOTÍCIA 03/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3269
<![CDATA[Schaeffler coloca em operação o “Astraios”, a bancada de testes para rolamentos de grandes dimensões]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3270 Um marco na indústria de turbinas eólicas

Depois de uma fase de projeto e construção de menos de dois anos, a Schaeffler pôs oficialmente em operação a maior, mais moderna e mais potente bancada de testes para rolamentos de grandes dimensões do mundo, em sua fábrica de Schweinfurt, na Alemanha.

A bancada de testes permite que grandes rolamentos pesando até 15 toneladas e medindo até 3,5 metros, como aqueles usados especialmente em aplicações de energia eólica, possam ser testados em condições realistas mediante um abrangente programa de simulação. Isto significa que a Schaeffler está contribuindo muito com a redução dos tempos de desenvolvimento de turbinas eólicas, além de tornar o processo de design mais confiável, ao mesmo tempo em que aumenta a eficácia de custos e segurança dessas turbinas.

Com um investimento de cerca de 7 milhões de euros, a bancada de testes para grandes rolamentos significa um passo importante rumo ao desenvolvimento futuro de energias renováveis e ao desenvolvimento da empresa em Schweinfurt.
 
A nova bancada de testes será usada primeiramente para testar os rolamentos de suporte de rotor para turbinas eólicas em plantas multi-megawatt, e redundará em melhorias adicionais na compreensão dos sistemas como um todo, influenciando fatores e as interrelações no trem de força das turbinas eólicas.

Com isto, os rolamentos apresentarão menos atrito e mais segurança de projeto. Além do mais, os testes proporcionarão informações e recomendações para a operação e manutenção de turbinas eólicas, bem como para construções adjacentes ideais. À bancada de testes foi dado o nome de “Astraios“, remetento ao titã da mitologia grega, pai dos quatro deuses do vento.
 
Schaeffler está perfeitamente preparada para as oportunidades apresentadas pela revolução energética
 
Para Maria-Elisabeth Schaeffler, sócia do Grupo Schaeffler, a bancada de testes simboliza não apenas as imensas tarefas que devemos encarar no futuro, mas também os valores essenciais da empresa: força inovadora e espírito pioneiro, desempenho, qualidade e lealdade às empresas do grupo.

Durante seu discurso de boas vindas, ela destacou as oportunidades oferecidas pela revolução energética, especialmente para os setores de construção de máquinas e instalações industriais. “Para a Schaeffler, esta bancada de testes para grandes rolamentos representa um avanço no fortalecimento do setor estratégico de energias renováveis”, explicou a Sra. Schaeffler.
 
A Dra. Anja Weisberger, membro da Comissão Ambiental do Parlamento Europeu, enfatizou a altíssima posição tecnológica da Schaeffler no setor de energia eólica, e expressou seus agradecimentos em nome do Prefeito de Schweinfurt, Sebastian Remelé, e dos membros do Conselho Municipal presentes, pelos investimentos que a empresa tem feito em seu centro de desenvolvimento em Schweinfurt. Ela ainda mencionou que uma das tarefas primordiais dos políticos é aumentar o apoio à pesquisa e ao desenvolvimento nos setores de energias renováveis e de armazenamento de energia renovável, e expandir a rede de infra-estrutura além das fronteiras nacionais.
 
A necessidade de uma rápida expansão da rede internacional também foi destacada por Heiko Ross, diretor técnico da Windreich AG, uma empresa que planeja, constrói, financia e opera turbinas eólicas e já instalou mais de mil turbinas eólicas em terra firme até hoje. A maior área de crescimento é a porção offshore da Alemanha no Mar do Norte. “Este setor em particular é um dos que exige tecnologia absolutamente confiável”, explica Ross. “E a bancada de testes da Schaeffler estabelece os pré-requisitos para chegarmos lá”.
 
Segundo o Dr. Juergen M. Geissinger, CEO da Schaeffler AG, a empresa está bem preparada para encarar os desafios globais trazidos pelas energias renováveis, graças aos seus inovadores produtos e tecnologias, como também por sua posição nos mercados em crescimento. “Além da energia eólica, a energia solar e a energia maremotriz também estão se tornando cada vez mais importantes, e nossas soluções têm um papel preponderante para tornar essas energias confiáveis e eficazes em termos de custo”, observa Dr. Geissinger.
 
Instalação e função da bancada de testes para rolamentos de grandes dimensões
 
A bancada realiza simulações realistas de forças estáticas e dinâmicas e do torque que age nos rolamentos do rotor e rolamento de posicionamento, por exemplo. Todos os conceitos de suportes de rolamento de rotor para turbinas eólicas com uma potência de até 6 megawatts podem ser testados na bancada. Testes funcionais proporcionam a compreensão da cinemática dos rolamentos, da temperatura e do comportamento de atrito, bem como de cargas e deformação. Os dados necessários para estes testes são fornecidos por mais de 300 sensores instalados sobre e dentro dos rolamentos.
 
A estrutura de carregamento é o componente mais importante da bancada de testes. Quatro cilíndricos radiais e quatro axiais estão fixados à estrutura, que gera as cargas e os momentos reais que ocorrem em uma turbina eólica. Os cilindros radiais simulam o peso de um cubo de rotor com pás do rotor, ao passo que os cilindros axiais geram as cargas do vento.
 
Os rotores e o cubo em grandes turbinas podem pesar mais de cem toneladas. Este peso age sobre o rolamento e gera o que chamamos de carga estática radial e momento estático de inclinação. Dessa forma, os quatro cilindros radiais têm dimensões impressionantes, visto que cada cilindro pode gerar no máximo um meganewton de força, o que equivale a 100 toneladas de peso. Os cilindros axiais são ainda mais “poderosos”, porque podem fornecer até 1,5 meganewtons para simular a carga estática axial, bem como os momentos dinâmicos de balanço e giro da nacelle
 
Várias velocidades de vento podem ser simuladas usando o drivetrain e a caixa de engrenagens planetárias. Velocidades normais estão na faixa entre quatro e 20 revoluções por minuto. Velocidades bem mais altas também são possíveis. A estrutura tensionadora representa o lado de conexão da nacelle da turbina eólica. Sabe-se que o vento raramente sopra à velocidade constante ou vindo de uma única direção.

De fato, o vento age com intensidade variada em pontos diferentes da turbina eólica. Momentos variáveis são gerados sobre o cubo do rotor, dependendo da posição das pás do rotor. Se, por exemplo, o vento agir na parte de cima ou na parte de baixo das lâminas do rotor, ele gera o que chamamos de momento dinâmico de inclinação. Este momento é complementado pelo momento de giro, se o vento virar e soprar mais forte lateralmente.
 
Todos estes fatores indicam que as turbinas eólicas estão sujeitas a condições extremamente complexas devido às condições do vento em constante mudança. Trata-se de uma tarefa hercúlea, não apenas para a bancada de teste e os oito cilindros que simulam todos os momentos e cargas reais, mas também para SARA, que controla automaticamente toda a medição, e os processos de controle Ciclo Aberto e Ciclo Fechado.

SARA significa: Schaeffler Automation System for Research & Development Applications [Sistemas de Automação Schaeffler para Aplicações em Pesquisa e Desenvolvimento]. SARA gera os valores alvo de acordo com as cargas de vento, controla os servo-cilindros altamente dinâmicos, controla todas as unidades, assegura que todos os dados sejam medidos e armazenados, é responsável pela tecnologia de medição telemétrica de rolamentos, mostra todos os alvos, valores atuais e limite, avalia os dados medidos e gera os registros (logs).

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NOTÍCIA 03/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3270
<![CDATA[Governo do RS e Hyundai assinarão protocolo para fábrica de elevadores]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3271 Primeiro projeto da empresa no estado terá investimento de US$ 30 milhões. São Leopoldo, na Região Metropolitana, receberá a fábrica sul-coreana.

Uma parceria que teve início em junho de 2011, durante visita do governador Tarso Genro à Coreia do Sul, irá se concretizar neste sábado (4). Nesta data, o Governo do Rio Grande do Sul e a Hyundai Elevators assinam um protocolo de intenções que oficializa o projeto de instalação de uma unidade da companhia em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
 
Segundo o Governo gaúcho, a solenidade está marcada para as 11h, no Teatro Municipal de São Leopoldo, com a presença do governador Tarso Genro, do secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), Mauro Knijnik, do secretário da Fazenda, Odir Tonollier, do prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, e do presidente da Hyundai Elevators, Han Sangho.
 
O investimento será de US$ 30 milhões no primeiro projeto da empresa oriental no Rio Grande do Sul. Depois da assinatura do protocolo, haverá uma entrevista coletiva com a participação do Governo do Estado, da prefeitura da cidade e da companhia sul-coreana. Durante o evento, será divulgado o número de empregos diretos e indiretos que serão criados na região com a instalação da fábrica.

 

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NOTÍCIA 03/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3271
<![CDATA[GM e Chevrolet completam 87 anos no Brasil em ritmo de expansão e chegada de sete modelos novos em 2012 ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3272  
Ainda fazendo parte do programa para 2012, a empresa terá lançamentos diversos. O próximo é a nova geração da S10, que chega em fevereiro. Em março, é a vez do Cruze Hatch começar a ser vendido por aqui. Em maio desembarcam os compactos premium mexicanos Sonic e Sonic Sedan. No mês seguinte, a minivan Spin, em variações de cinco e sete lugares, tem comercialização iniciada. Fechando o calendário, chega a nova geração do sedã Malibu. E se as derivações das linhas Sonic e Spin contarem como apenas um modelo, podemos ainda esperar hatch e sedã do projeto Ônix, que sucederá Celta e Prisma em médio prazo.
 
Estão inclusos no atual planejamento os lançamentos dos últimos três anos. Entre eles, estão o hatch Agile, a nova Montana, os retocados Celta e Prisma, o reestilizado Classic e os importados Camaro, Malibu e Omega, além dos nacionais Cobalt e Cruze. Também está neste programa a fábrica de motores de Joinville (SC), que inicia a montagem de propulsores 1.4 e cabeçotes até o fim do ano.]]>
NOTÍCIA 03/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3272
<![CDATA[Região de Sorocaba soma US$ 1,4 bilhão em investimentos]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3273 Até bem pouco tempo a região de Sorocaba era apontada como portal de entrada para o chamado ramal da fome - o Vale do Ribeira. Poucos empreendedores se arriscavam a apostar no desenvolvimento da área sudoeste de São Paulo. Porém, recentemente, esse cenário mudou completamente. Uma Pesquisa de Investimentos Anunciados no Estado de São Paulo (Piesp), realizada pela Fundação Seade, aponta que em 2010, a soma de recursos aplicados em Sorocaba e região totalizou US$ 1,4 bilhão, superando em quase oito vezes o montante registrado em 2009, que foi de US$ 180,9 milhões.

Em 2010, o principal investimento foi do setor automotivo: os US$ 600 milhões da Toyota destinados à instalação de sua fábrica em Sorocaba. Nesse setor, houve ainda os US$ 96,1 milhões da Kanjiko para expandir sua planta atual, em Salto, e construir uma nova unidade industrial em Sorocaba. Também merecem destaque os US$ 224 milhões anunciados pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do grupo Votorantim, para ampliar a produção de perfis metálicos de sua fábrica localizada em Alumínio.
 
Em Tatuí, vale ressaltar os US$ 44,1 milhões da norte-americana Guardian para construir a fábrica de vidro cristal. Em Salto, a Eucatex anunciou US$ 28 milhões para construir uma fábrica de chapas de fibra de madeira. Já em Itu, os destaques foram os anúncios de instalação de uma fábrica de geladeiras comerciais pela Imbera (US$ 14 milhões), do grupo Femsa, e a implantação de um hipermercado Walmart (US$ 25,2 milhões).
 
Locomotiva regional
 
Mas não foram apenas esses investimentos anunciados em 2010 que alavancaram o desenvolvimento de Sorocaba e região. Nas últimas décadas, várias empresas de renome chegaram à Sorocaba. Diversas multinacionais escolheram a cidade para instalar suas sedes corporativas. Entre elas estão o grupo alemão ZF, da área de transmissão para veículos agrícolas; Metso, líder mundial na produção de equipamentos para mineração; a Luk do Brasil Embreagens, subsidiária do grupo alemão Shaeffler; a Pirelli Cabos; a norte-americana Flextronics, quarta maior montadora mundial em telecomunicações; e a Case do Brasil, do setor de máquinas agrícolas e de construção. A maioria desses grupos foi atraído pela localização estratégica, infra-estrutura e estrutura viária.

No ano passado foi a vez das sistemistas da Toyota assinarem os protocolos de intenções para instalação no município. Os fornecedores da montadora japonesa investirão R$ 200 milhões e juntos vão gerar mais 2 mil empregos diretos e indiretos. Um outro levantamento divulgado recentemente pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico aponta que nos últimos sete anos, os investimentos em Sorocaba superam R$ 5 bilhões. Desde 2005, a Prefeitura de Sorocaba assinou 66 protocolos de intenções com a perspectiva de geração de 63 mil empregos diretos e indiretos.

A cada novo protocolo de intenção assinado, o prefeito Vitor Lippi enfatiza o cenário econômico atual vivido por Sorocaba e a necessidade das outras cidades da região acompanharem esse ritmo de desenvolvimento. "Sorocaba realmente vive um momento especial e com certeza está contribuindo para o desenvolvimento da região, criando novas oportunidades de emprego para o sorocabano e os moradores vizinhos. Avança o consumo da população, os investimentos e a geração de empregos", afirma o prefeito.

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NOTÍCIA 03/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3273
<![CDATA[Vale compra mais terras em Itapemirim para construir uma siderúrgica]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3274 Lentamente a Vale está avançando seus investimentos no Espírito Santo. A informação divulgada pelo jornal A Tribuna, é que a empresa adquiriu um terreno de mil hectares, junto à rodovia ES-060 e ES-487 para construir uma siderúrgica. A medida segundo ambientalistas, é sinal de um desmembramento do antigo projeto da Vale para a construção de uma siderúrgica no sul, em parceria com a Baosteel.

Eles explicam que, após ter tido o projeto da gigante Baosteel negado pelo governo do Estado, a Vale licencia a Companhia Siderúrgica de Ubu (CSU), em Anchieta, sul do Estado e vem ocupando áreas em Itapemirim, também para a construção de uma siderúrgica. Desta forma a empresa ocupará a mesma área prevista pela antiga Baosteel.

A intenção da Vale de construir uma siderúrgica em Itapemirim foi anunciada em 2009, pelo então presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo, Lucas Izoton, após a divulgação de que, através de um decreto-lei, o município havia desapropriado uma área de 500 alqueires (cerca de 2,4 milhões de metros quadrados).

Visto que o processo da CSU é marcado por atropelos e inúmeras contestações judiciais, a notícia não é boa para os ambientalistas. A previsão é que com ambas as siderúrgicas e a produção da siderúrgica da Ferrous, em Presidente Kennedy, o Espírito Santo poderá quadriplicar sua produção e, consequentemente, a poluição atmosférica no Estado.

Entre outros impactos pontuados por ambientalistas está o inchaço populacional, considerado um dos maiores entraves para a construção das siderúrgicas no sul do Estado, onde já existem bolsões de miséria formados após a construção da Samarco Mineração S.A da região.

Com forte apoio do poder público, o maior desafio, portanto, é obter informações claras sobre as intenções da empresa. Até o momento, ela não confirmou a construção de um empreendimento na região, porém, confirmou a aquisição de áreas na região.

Em Anchieta, além da falta de diálogo alegada pela sociedade civil organizada, a construção da siderúrgica em Ubu também atropela a decisão do próprio governo do Estado – que voltou atrás em favor do novo projeto –que decidira no passado negar a instalação da siderúrgica Baosteel na região devido à falta de disponibilidade hídrica para comportar o projeto sem causar prejuízos à sociedade.

Para os ambientalistas, as duas localidades no sul do estado apresentam complicadores. Em Itapemirim, a indústria dependerá do rio Itapemirim, que se encontra degradado, e para os ambientalistas não terá vazão para abastecer o município e a indústria. Em Anchieta, o problema também se deve a indisponibilidade hídrica e também a sobrecarga de poluentes no ar, já registrados acima do limite permitidos por Lei na região.

Para a região sul, que já alcança 91% do limite de poluentes estabelecido pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) em Anchieta, mais duas siderúrgicas, uma para Ubu e outra para Itapemirim, representará uma ameaça para a qualidade de vida na região formada por balneários turísticos.

Uma velha ideia

O projeto da Baosteel para Ubu, anunciado pela Vale e pelos chineses em agosto de 2008, previa a criação da Companhia Siderúrgica Vitória (CSV), que deveria entrar em produção em 2012 com capacidade para produzir 5 milhões de toneladas de aço por ano. O investimento era de R$ 10 bilhões, com geração de 15 mil empregos diretos.

 

 

Fonte: Metálica

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NOTÍCIA 03/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3274
<![CDATA[Confira as novidades da seção "Oportunidades de Trabalho" do Usinagem Online ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=2597 A seção “Oportunidades de Trabalho”, do Usinagem Online, é um serviço gratuito que tem como objetivo divulgar oportunidades do mercado de trabalho.

Para ter acesso a esta seção, clique aqui.

 

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NOTÍCIA 02/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=2597
<![CDATA[Tecnomatix 10 da Siemens PLM Software inclui melhorias para potencializar a produtividade da manufatura]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3265 A mais recente versão do software de manufatura digital líder no mundo concentra-se em auxiliar as empresas na tomada de decisões mais inteligentes e resultando na fabricação de melhores produtos

A Siemens PLM Software, uma unidade de negócios da Siemens Industry Automation Division e fornecedora global de software e serviços de gerenciamento do ciclo de vida do produto (PLM), anuncia a última versão do software Tecnomatix® - líder mundial dentre as soluções de manufatura digital - centrada em ajudar companhias na produção de melhores produtos. As melhorias do Tecnomatix 10 abordam uma ampla variedade de disciplinas de engenharia de manufatura no abrangente portfolio do software e possibilitam a produtividade industrial para empresas de todos os tamanhos.

“A crescente competição dentre as indústrias de manufatura globais combinada ao atual ambiente econômico internacional faz com que as empresas busquem maneiras inovadoras de aumentar a produtividade, reduzir custos e melhorar a qualidade”, afirma Ziyon Amram, vice-presidente de soluções de manufatura digital da Siemens PLM Software. “A ampla gama de melhorias de todo o portfólio de Tecnomatix 10 visa enfrentar os desafios atuais de produção. Acreditamos que o software de manufatura digital possui um potencial extraordinário para beneficiar a produtividade e a eficiência da indústria de manufatura global. Como líderes neste setor, estamos orgulhosos em oferecer soluções que continuam agregando valor aos nossos clientes e ajudando as indústrias de manufatura a prosperarem”.

Solução comprovada para o atual ambiente de desafios

O mercado global continua a exigir produtos ecologicamente corretos fabricados com um modelo de produção mais sustentável. No entanto, as incertezas que as empresas de manufatura enfrentam hoje criam desafios significativos como a forma mais eficiente de investir seu capital a fim de manter ou retomar o crescimento econômico. Elas sabem que precisam otimizar ainda mais a capacidade existente e ter a flexibilidade para responder à expansão do mercado quando a demanda começa a acelerar.

O Tecnomatix é uma solução comprovada construída com base em uma tecnologia aberta de acordo com o modelo de negócio da Siemens PLM Software. Como resultado, as empresas podem aproveitar soluções individuais que funcionam em seu ambiente atual, ou implantar um sistema digital de produção totalmente integrado que suporta uma empresa ou uma fábrica inteira. A interface de usuário intuitiva foi significativamente melhorada no Tecnomatix 10, tornando ainda mais fácil para as empresas a tomada de decisões mais inteligentes, uma vez que todas as informações pertinentes são apresentadas em um formato de fácil compreensão que promove um entendimento mais amplo e uma melhor colaboração.

Potencializando a produtividade da manufatura

O Tecnomatix 10 baseia-se na flexibilidade e na sólida funcionalidade como produto de classe mundial. Além da interface de usuário melhorada, o Tecnomatix 10 inclui uma grande variedade de recursos que ajudam as empresas, de forma rentável, a otimizar melhorias quanto à produtividade da manufatura no desafiador ambiente atual.

PLM para a produção – A integração com o Teamcenter da Siemens PLM Software, o sistema mais usado do mundo PLM, fornece uma única fonte de informação do produto e do processo para aumentar significativamente a produtividade. Novas funcionalidades do Tecnomatix, como uma interface de usuário mais produtiva, instruções de trabalho animadas em 3D e uma perfeita conexão do chão de fábrica para o Teamcenter com controladores de máquina, criam uma melhor experiência de usuário garantindo a seguridade dos dados de manufatura e o controle do processo de plano de produção. Quando mais do que a propriedade intelectual e investimentos de capital de uma empresa estão disponíveis no contexto adequado para validação, há um aumento do reuso e da eficiência. O Tecnomatix integrado ao Teamcenter cria um ambiente de PLM para a manufatura que permite que as informações sejam alcançadas desde a concepção até a produção, resultando em maior qualidade, menos desperdício, menor custo e rápido lançamento do produto.

Planejamento eficiente – O Tecnomatix ajuda as empresas a melhorarem a produtividade de planejamento de produção em até 40%. A eficiência é alcançada na versão mais recente, sincronizando os estágios de desenvolvimento do produto e processo utilizando um planejamento avançado de ferramentas de simulação e colaboração. Com elas os usuários podem planejar, otimizar e validar os processos de manufatura antes do início da produção e aumentar a produtividade através da reutilização de dados de produção previamente validados e de conhecimento sobre o processo.

Sistemas otimizados – A otimização é alcançada por meio da validação virtual e da detecção de possíveis erros e compreendendo o impacto que estas mudanças irão causar no sistema de produção durante os eventos de inicialização ou de melhoria contínua. Esses processos interativos podem ser executados virtualmente mediante a utilização de abrangentes recursos de simulação, validação e análise. Novas e potentes melhorias de visualização e simulação 3D combinadas com uma simplificada interface de usuário que facilitam decisões mais inteligentes para os sistemas de manufatura otimizados. Isso conduz a altos níveis de confiança ao definir as operações de produção juntamente com técnicas de apoio para eliminar as atividades sem valor no chão de fábrica e diminuir o tempo por volume de produção.

Validação comprovada – O aumento da validação facilita a interação entre o modelo de produção virtual e o equipamento físico de produção para fins de depuração e de teste das operações a serem executadas e do programa necessário para controlá-los. Conhecido como comissionamento virtual, isso permite que os fabricantes assegurem que os sistemas que eles projetaram possam ser instalados e implementados corretamente desde o início.

Ciclo de vida de qualidade – O Tecnomatix 10 continua a estratégia da Siemens PLM Software de integração de soluções automatizadas de qualidade durante todo o processo do ciclo de vida do produto. Desde a engenharia do produto, em que projetos robustos conduzem a estratégias de manufatura mais rentáveis, até a produção, em que a devida atenção às medições de qualidade assegura a conformidade com a intenção do projeto. As mais recentes melhorias no Tecnomatix 10 proporcionam aos fabricantes uma clara visibilidade em seu processo de controle de qualidade que podem ajudar a construir uma reputação vinculada à qualidade que conduza o crescimento de longo prazo da empresa.

O Tecnomatix 10 já está disponível. Para informações mais detalhadas sobre suas funcionalidades, acesse: www.siemens.com/plm/tecnomatix10.

Sobre a Siemens PLM Software

A Siemens PLM Software, uma unidade de negócios da Siemens Industry Automation Division é líder no fornecimento global de software e serviços de gerenciamento do ciclo de vida do produto (PLM), com 6.7 milhões de licenças e mais de 69,500 clientes em todo o mundo. Sediada em Plano, Texas, a Siemens PLM Software trabalha em colaboração com empresas para oferecer soluções abertas que ajudam a transformar ideias em produtos de sucesso. Para mais informações sobre os produtos e serviços da Siemens PLM Software, visite: www.siemens.com/plm.

Sobre a Siemens Industry Automation Division

A Siemens Industry Automation Division (Nuremberg, Alemanha) apoia a cadeia de valor de seus clientes industriais - do projeto à produção e serviços - com uma combinação incomparável de tecnologia de automação, tecnologia de controle industrial e software industrial. Com suas soluções de software, a Divisão C pode encurtar o tempo da entrada de novos produtos no mercado em até 50 por cento. A Industry Automation é composta por cinco unidades de negócios: Industrial Automation Systems, Control Components and Systems Engineering, Sensors and Communications, Siemens PLM Software e Water Technologies. Para mais informações, acesse: www.siemens.com/industryautomation

 

 

Fonte: edf communications

 

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NOTÍCIA 02/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3265
<![CDATA[Indústrias Romi conclui aquisição do capital social da Burkhardt + Weber]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3266 A Indústrias Romi S.A., líder brasileira no setor de máquinas-ferramenta e máquinas para plásticos, além de importante produtora de fundidos e usinados, concluiu no dia 31 de janeiro de 2012, por meio da Romi Europa, sua subsidiária integral localizada na Alemanha, a aquisição da totalidade das ações representativas do capital social da Burkhardt + Weber.

A aquisição foi integralmente paga na data da conclusão acima mencionada, com recursos próprios e o valor da transação foi de 20,5 milhões de euros, como anteriormente divulgado. Fundada em 1888 e com sede localizada na cidade de Reutlingen, região de Baden-Württemberg, na Alemanha, a Burkhardt + Weber é conhecida por seus produtos de alta qualidade, tecnologia e performance. A empresa mantém uma carteira de pedidos sólida, com presença em diversos países. 

Para os próximos anos, a Romi adicionará produtos Burkhardt + Weber à sua gama de máquinas-ferramenta, aumentando assim sua capacidade de oferecer para seus clientes da América do Sul e do Norte máquinas premium, com maior precisão, produzidas na Alemanha.

Sobre a Romi

A Indústrias Romi S.A. (Bovespa: ROMI3), fundada em 1930, é líder no segmento brasileiro de máquinas e equipamentos, com unidades fabris no Brasil e na Itália e estrutura própria de vendas na Alemanha, Itália, França, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos. A companhia tem suas ações listadas no “Novo Mercado” da BM&FBovespa, segmento que engloba as empresas com o mais alto grau de comprometimento com Governança Corporativa da Bolsa de Valores brasileira. A Romi desenvolve e fabrica máquinas ferramenta, tornos CNC e centros de usinagem, injetoras e sopradoras para plástico, além de produtos de ferro fundido e usinado. 

Romi – Tradição em inovar

www.romi.com

 

 

Fonte: RP1 Comunicação

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NOTÍCIA 02/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3266
<![CDATA[Volkswagen vai investir R$ 160 milhões em nova PCH no país]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3257 A Volkswagen e a Pleuston Serviços vão investir R$ 160 milhões para construir uma pequena central hidrelétrica (PCH) entre as cidades de Ipuã e Ituverava, no Estado de São Paulo. Conforme a montadora alemã, que já possui uma PCH no país, sua participação no empreendimento, batizado Monjolinho, será de 51%.
 
A previsão é a de que a nova PCH entre em operação em 2014. Em nota, o vice-presidente de Finanças e Estratégia Corporativa da Volkswagen do Brasil, Carsten Isensee, afirma que o investimento nessas centrais hidrelétricas também representa um meio de garantir energia elétrica de forma sustentável para o futuro.
 
A PCH Monjolinho será erguida no rio Sapucaí e terá capacidade instalada de 25,5 MWh, com três turbinas. Durante o período de obras, a expectativa é a de que sejam gerados 700 empregos diretos e 5 mil indiretos.
 
A primeira central hidrelétrica da Volks no país entrou em operação em março de 2010 e fica no rio Sapucaí, a 25 quilômetros do local que receberá o novo empreendimento. Com potência instalada de 22,68 MWh, a PCH Anhanguera também opera com três turbinas.
 
A montadora destaca que, somados, os investimentos nas duas centrais elétricas no país chegam a R$ 300 milhões. “Juntas, elas vão gerar cerca de 48 MWh, o que equivale a 40% do consumo total de energia elétrica da Volkswagen do Brasil”, informa.

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 01/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3257
<![CDATA[SUL CORTE – Nova linha de Serras Circulares com Inserto de Pastilhas de CERMET e METAL DURO]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3258 A Sul Corte reforça sua tradição de qualidade e de buscar constantemente a inovação de seus produtos. Além da consolidada linha de produtos e serviços a Sul Corte apresenta seus novos lançamentos, a Linha de Serras Circulares com Pastilhas de Cermet e Metal Duro para corte de Metais Ferrosos:

TAURUS, PHOENIX, CENTAURUS, PEGASUS, SCORPIUS, HERCULES e LUPUS.

Estas linhas foram especialmente elaboradas para abranger todos os diferentes tipos de aplicações existentes, facilitando assim a escolha da ferramenta ideal para cada processo, oferecendo a melhor relação custo x benefício do mercado.

Sobre a Sul Corte

A Sul Corte foi fundada em 1994 e é detentora de uma grande tradição no mercado metalmecânico, atualmente,  além da matriz em Caxias do Sul-RS possui filiais em Valinhos-SP e Joinville-SC. A empresa é especializada na fabricação de serras circulares em aço rápido e serras circulares com pastilhas soldadas de metal duro e cermet, além disso também é especializada na comercialização de serras fitas e de uma linha completa de máquinas de serrar. Além de fornecer um serviço especializado de pós-venda e assistência técnica para todos os nossos produtos, possuímos um moderno centro de afiação e recuperação de lâminas o que torna nossos clientes mais competitivos no mercado.

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NOTÍCIA 01/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3258
<![CDATA[Metalurgia 2012 acumula crescimento superior a 17%]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3260 O crescimento da Metalurgia 2012 – Feira e Congresso de Tecnologia para Fundição, Forjaria, Alumínio e Serviços, agendada para 18 a 21 de setembro de 2012, acumula crescimento de 17,22% em relação à edição anterior. Realizada a cada dois anos, em 2010, a feira reuniu 450 expositores e recebeu 23 mil visitas vindas de 19 países e 14 estados brasileiros, com maior representatividade para os segmentos de fundição e automotivo, além de engenharia, eletrônica, eletroeletrônica, eletrodomésticos e serviços. Em paralelo a feira acontece o Cintec 2012 Fundição – Congresso de Inovação Tecnológica, organizado pelo IST/Sociesc.
 
Conforme dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria da Fundição (Abifa), o segmento de fundição, um dos principais participantes do evento, elevou a produção em 2011 para 3.343,6 mil t, comparado as 3.240,9 mil t de 2010 (incluindo não ferrosos). O mercado interno absorveu a maior parte da produção, atingindo 2.859,9 mil t, o que representa um acréscimo de 1,8% em relação a 2010. As exportações representam 14,5% da produção, o equivalente a 483,7 mil t, anti as 431,6 mil t fornecidas em 2010. Considerando a produção por setores, a de ferro atingiu 2.799,1 mil t, aço 270,3 t, alumínio 251,6 t e não ferrosos (também considera alumínio) chegou a 274,2 t.
 
Apesar das dificuldades impactadas pela desindustrialização e da luta das entidades para manter a competitividade, o setor cresceu em 2011, mesmo que em baixa escala. “O potencial desse mercado no Brasil está atraindo grandes grupos internacionais e nacionais para a feira Metalurgia, o que deve assegurar esse crescimento para o evento nos próximos anos”, acredita Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil.
 
Serviço

Metalurgia 2012 (www.metalurgia.com.br)– Feira e Congresso Internacional de Tecnologia para Fundição, Forjaria, Alumínio e Serviços
Data: 18 a 21 de setembro de 2012
Horário: das 14 às 21 horas
Local: Expoville – Joinville/SC – Brasil
Organização: Messe Brasil

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NOTÍCIA 01/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3260
<![CDATA[Jacareí: Sany inicia construção e promete 1.000 empregos diretos no município ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3261 O grupo empresarial chinês Sany deve iniciar em breve a construção de seu primeiro parque fabril em terras brasileiras. A fábrica será instalada em Jacareí e as obras de terraplenagem terão início dentro dos próximos dias.

A Sanny do Brasil será erguida em um terreno de 560 mil. Em abril, a empresa anuncia a concorrência entre construtoras para a execução da obra, com expectativa de conclusão da obra até março de 2013. “Com a obtenção das licenças de instalação, podemos avançar com vários processos da obra para otimizar nosso cronograma. Inclusive, já estamos bem adiantados na adaptação do projeto da matriz às especificações do mercado brasileiro”, explica Juliano Lemos, gerente de infraestrutura da Sany.

A indústria é do segmento de maquinários para a construção civil, como escavadeiras, guindastes sobre caminhão e bombas de concreto. A previsão de  investimento em Jacareí é em torno de US$ 200 milhões (R$ cerca de 340 milhões), com expectativa para a geração de 1.000 empregos diretos quando já estiver em produtividade.

O acordo entre o grupo chinês e a prefeitura de Jacareí foi formalizado em abril de 2011. A chegada da Sanny deve impulsionar ainda mais o índice de desenvolvimento econômico do município, com a geração de novos postos de trabalho.

 

 

Fonte: Agoravale

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NOTÍCIA 01/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3261
<![CDATA[Grupo Schaeffler é premiado pela Honda Automóveis]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3262 Empresa é reconhecida como Destaque Empresarial – Desempenho Comercial e também recebe o certificado de Performance em Qualidade e Logística referente a 2011

O Grupo Schaeffler, através da LuK, uma de suas marcas, recebeu da Honda Automóveis do Brasil, durante o 14º Encontro de Fornecedores da montadora, no último dia 24, em Campinas-SP, o Prêmio Destaque Empresarial – Desempenho Comercial e o certificado de Performance em Qualidade e Logística, devido ao atendimento às metas definidas pela montadora japonesa para 2011.
 
No evento, a Honda Automóveis apresentou os resultados obtidos em 2011, bem como os planos para 2012 e projetos futuros. Na ocasião, esteve presente a diretoria da montadora para a realização da entrega dos prêmios aos fornecedores que foram destaque durante o último ano.
 
A escolha da Schaeffler deu-se pelo atendimento das metas de Qualidade, Logística e Desempenho Comercial. “Estes prêmios são muito importantes e reforçam ainda mais nosso compromisso com a Honda e nos motivam a superar as expectativas da montadora também neste ano”, afirma o Vice-Presidente Automotivo - Vendas - Sistemas de Transmissão - América do Sul, Milton Vendramine.
 
Ainda para a Schaeffler, receber esse prêmio e certificação mostra a satisfação da Honda Automóveis e afirma o compromisso assumido com a montadora de fornecer produtos de alta qualidade e tecnologia, a fim de suprir e superar as expectativas.
 
Por meio da LuK, a Schaeffler fornece à Honda Automóveis do Brasil o conjunto de embreagem e volante do motor para os veículos Fit 1.4l e 1.5l e City 1.5l. Além disso, todos os modelos do Civic contam com o auto-tensionador hidráulico, disponibilizado pelo Grupo Schaeffler com a marca INA.

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NOTÍCIA 01/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3262
<![CDATA[CSN compra usina de aços longos na Alemanha ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3263 A Companhia Siderúrgica Nacional, por meio da sua subsidiária integral CSN Steel, empresa espanhola que concentra os ativos operacionais da Companhia na Europa, concluiu a aquisição da totalidade das ações detidas pelo Grupo Alfonso Gallardo nas empresas Stahlwerk Thüringen (SWT) e Gallardo Sections. O valor da transação foi de €482,5 milhões, considerando a premissa de endividamento zero.
 
Essa aquisição consolida a entrada da CSN no mercado de aços longos. A companhia está construindo uma planta para a produção de 500 mil toneladas por ano, em Volta Redonda. O início das operações está previsto para o último trimestre de 2012. A CSN ainda estuda a ampliação de sua participação nesse mercado no Brasil, com a instalação de outras plantas.

As duas iniciativas - a usina em Volta Redonda e a aquisição na Alemanha - buscam ampliar a presença da CSN no mercado de construção civil, onde a empresa já atua com aços comerciais, aços estruturais, aços patináveis, como o aço CSN COR , laminados a frio e aços zincados por imersão a quente. Fazem parte dessa linha de produtos o Galvalume, aço galvanizado com revestimento AI-Zn ( alumínio e zinco ) e o Aço Pré-Pintado , produzidos na unidade CSN Paraná em Araucária-PR.
 
Além disso, a compra de ativos do grupo espanhol faz parte da estratégia da empresa de internacionalização, tendo em vista a sinergia dos negócios. Atualmente, a CSN está presente em Portugal, através da Lusosider, e nos Estados Unidos, com a CSN LLC, em Terre Haute, Indiana.
 
As empresas adquiridas
 
A SWT é uma produtora de aços longos localizada em Unterwellenborn, na Alemanha, especializada na fabricação de perfis e com capacidade instalada de produção de 1,1 milhão de toneladas de aço/ano. Seu mercado está localizado basicamente na Alemanha e no leste Europeu. Gallardo Sections é uma comercializadora dos produtos de SWT.
 
Ativos na Espanha
 
A CSN vinha negociando também a compra de ativos de cimento e aços longos do grupo Alfonso Gallardo na Espanha, mas essa negociação foi dada como encerrada em outubro do ano passado por executivos da CSN.

A Espanha é um dos países mais ameaçados pela crise que atinge a Europa, enquanto a Alemanha é a economia mais forte do continente e está numa situação fiscal bem melhor que a da Espanha e outros países europeus.

 

 

Fonte: DIÁRIO DO VALE

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NOTÍCIA 01/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3263
<![CDATA[Sumitomo Rubber do Brasil lança pedra fundamental da fábrica em Fazenda Rio Grande ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3264 Empresa produzirá no Brasil pneus que abastecerão o mercado interno e serão exportados para as Américas do Sul e Central.
 
O presidente mundial da Sumitomo Rubber Industries, Sr. Ikuji Ikeda, e o presidente da empresa no Brasil, Sr. Ippei Oda, recebem hoje o governador do Estado do Paraná, Sr. Beto Richa, em uma cerimônia que marca o início da construção da fábrica de pneus da marca Dunlop em Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba. A previsão de conclusão da obra é abril de 2013, com início da produção previsto para outubro do mesmo ano. A operação da fábrica demandará a contratação de 1.500 colaboradores das mais diversas áreas até 2017.
 
Esta será a primeira fábrica da Sumitomo Rubber Industries fora do continente asiático e receberá investimentos de R$ 560 milhões (US$ 346 milhões). A capacidade total de produção será de 15 mil pneus por dia e será atingida após três anos de operação, sendo que no primeiro ano serão produzidos 2.000 pneus por dia. Em sua primeira fase serão fabricados pneus para carros de passeio, caminhonetes e veículos de carga. O plano estratégico da empresa contempla a exportação para todos os países das Américas do Sul e Central, a partir do Brasil. Atualmente estas regiões são abastecidas com produtos vindos do Japão, Indonésia e Tailândia.
 
A escolha do local de construção da fábrica está relacionada a diversos fatores, como a posição geográfica estratégica para o escoamento dos produtos para o polo produtor de veículos em São Paulo, além da proximidade com as empresas de automóveis instaladas na região Sul e da estrutura logística desenvolvida.
 
“Estudamos muitas cidades do Brasil, mas optamos por Fazenda Rio Grande (PR) pois foi a cidade que nos ofereceu a melhor planta para a construção da fábrica, tanto em termos de espaço quanto em formato. Além de ser um ponto estratégico para os negócios dentro e fora do Brasil”, afirma o presidente da Sumitomo Rubber no Brasil, Ippei Oda.

O terreno em que a fábrica ficará localizada possui uma área de aproximadamente 500.000 m² e irá adotar um novo conceito produtivo chamado sistema “Taiyo”, que aumenta a eficiência na produção de pneus radiais de passeio e camioneta. Além disso, a fábrica terá emissão zero de poluentes, resultado de modernos processos de produção e controles de emissões atmosféricas e de efluentes. Entre eles, o destaque é a estação de tratamento de água que irá garantir que a água descartada seja 100% tratada. A diretoria e a administração também serão instaladas no mesmo local da fábrica.

Com o investimento, a partir de junho de 2012 as vendas para o Brasil passam a ser realizadas pelo escritório de vendas localizado em São Paulo e os pneus comercializados serão importados pela própria Sumitomo Rubber do Brasil, direto de outras fábricas (Japão, Tailândia e Indonésia) até que a fábrica localizada na Fazenda Rio Grande comece a produção dos pneus nacionais em outubro de 2013. O objetivo da empresa é que a rede de distribuidores já esteja consolidada para o início das operações da fábrica, programada para o segundo semestre de 2013.
 
Fábrica de pneus Dunlop em Fazenda Rio Grande estará em uma área total de terreno de 500.000 m², área construída de 84.565 m², com capacidade de produção de 15 mil pneus/dia, com investimento total de R$ 560 milhões, e 1.500 empregos. O início das obras será em fevereiro com inauguração da fábrica em abril de 2013.
 
Perfil-A Sumitomo Rubber Industries Ltda é a sexta maior empresa na fabricação de pneus do mundo e foi fundada em 1909 na cidade de Kobe no Japão. Cresceu baseada na tecnologia da borracha e foi a primeira a produzir pneus para automóveis no Japão em 1913. Hoje é considerada uma das principais fabricantes deste segmento.

“Agregar Valor” é o lema da Sumitomo Rubber Industries quando se fala em visão de longo prazo e é também um consenso dentro da companhia que deseja ser reconhecido como o Grupo Empresarial que mais agrega valor para os seus acionistas, clientes e comunidade.

A Sumitomo Rubber Industries possui oito fábricas, localizadas no Japão, Tailândia, China e Indonésia, além de escritórios de vendas na Tailândia, China, Indonésia, Singapura, Estados Unidos, Alemanha, Rússia, Dubai e Chile. A empresa possui ainda uma plantação de látex e utiliza um processo natural de extração da borracha na Tailândia.
 
Além de pneus dos segmentos de passeio, camioneta e carga a Sumitomo Rubber Industries produz Produtos Industriais de Borracha e artigos de esporte (golfe e tênis). Apenas o negócio de pneus irá atuar no Brasil.
 
A empresa é proprietária das marcas Dunlop e Falken e sua participação no Brasil se dará através destas duas marcas. A Dunlop Tyres surgiu em 1889, um ano após seu criador, John Boyd Dunlop, ter inventado e patenteado o primeiro pneu de borracha, em Belfast, Reino Unido. Em 1909 a empresa abriu a primeira fábrica no Japão. O Grupo Sumitomo iniciou o aporte de capital na empresa em 1960, e três anos depois a companhia alterou o nome para Sumitomo Rubber Industries Ltda.
 
Sumitomo Rubber do Brasil Ltda-A indústria de automóvel no Brasil e outros países na América Central e do Sul estão se expandindo rapidamente, fortalecido por um constante crescimento econômico nestas regiões. A demanda por pneus para automóveis vem acompanhando este crescimento. Embora o Brasil seja o maior mercado de pneus da América do Sul, os custos altos de impostos e transporte são desvantagem para atuação de empresas estrangeiras fabricante de pneus. Por estes motivos a Sumitomo Rubber Industries considera uma vantagem competitiva ter a produção feita no Brasil e decidiu estabelecer a primeira fábrica de pneus e escritório de vendas no país.
 

 

 

Fonte: Portal Fator Brasil

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NOTÍCIA 01/02/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3264
<![CDATA[Reciclagem pode render US$ 100 mi às siderúrgicas]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3256 Há algum tempo a reciclagem tem sido menos um rótulo de comportamento politicamente correto para se tornar, cada vez mais, um sinônimo de economia de altas cifras para empresas. Depois do sucesso da reutilização de latas de alumínio no Brasil - índice que atualmente gira em torno de 97% - agora é a vez das embalagens de aço. Em cinco anos, a indústria siderúrgica poderá deixar de comprar o equivalente a quase US$ 100 milhões em minério de ferro, por ano, utilizando aço reciclado.
 
"A reciclagem de embalagens de aço é infinita, e esse produto pode voltar tanto para a cadeia automotiva quanto para a construção civil ou para o próprio segmento", afirma a gerente-executiva da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço), Thaís Fagury. A ideia do projeto começou com uma viagem para a Europa em que a engenheira de alimentos visitou países como Bélgica e Suíça, onde o índice de reciclagem de embalagens de aço ultrapassa 97%. "Percebemos essa necessidade no Brasil e por isso iniciamos, há cerca de três anos, estudos para implantar essa prática por aqui", explica.
 
O próximo passo, segundo Fagury, foi adequar a nova entidade, a Prolata, à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A união de 15 grandes empresas do setor resultou no aporte inicial de R$ 1 milhão para criar um centro modelo de reciclagem, em São Paulo.
 
"Em 2011, o setor produziu 600 mil toneladas de embalagens de aço, das quais 280 mil toneladas foram recicladas e totalmente absorvidas pela siderurgia", destaca Fagury. Em cinco anos, a expectativa da Prolata é reutilizar até 70% da produção nacional. A gerente-executiva da Abeaço explica que, a cada tonelada de aço reciclada, a siderurgia deixa de comprar 1,5 tonelada de minério de ferro. "Esse processo é rentável para as siderúrgicas e ambientalmente correto", ressalta Fagury.
 
Economia é a palavra-chave. Se a previsão da Prolata se confirmasse hoje, a siderurgia nacional deixaria de comprar 630 mil toneladas de minério de ferro, o equivalente a quase US$ 100 milhões. Mas a tarefa não será fácil. "Grande parte dos investimentos será direcionada à conscientização ambiental", diz Fagury.
 
Segundo a executiva da Abeaço, o ciclo de reciclagem começa com os sucateiros, que vendem o material a cooperativas que, posteriormente, repassam a sucata para centros de coleta. "A ideia da Prolata é que cooperativas negociem diretamente com as siderúrgicas para maior geração de renda", diz. Ela explica que a grande dificuldade do catador é para quem vender o material coletado. "Estamos trabalhando para que o sucateiro possa ser mais bem remunerado na cadeia", diz a engenheira de alimentos.
 
Modelo de sucesso
 
O Brasil já é campeão na reciclagem de outro metal importante, o alumínio. Segundo dados mais recentes da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), em 2010 foram recicladas 97,6% das latas de alumínio para bebidas produzidas no País. Boa parte dessa quantidade vem da fabricante de laminados Novelis.
 
"Possuímos seis centros de coleta de latas de alumínio espalhados pelo País", afirmou ao DCI o diretor de Reciclagem da Novelis, Carlos Roberto de Morais. Segundo o executivo, em 2011 a empresa reciclou 50% de sua fabricação de laminados, tipo de alumínio que atende ao nicho de latas de bebida.
 
Em 2012, esse índice deve subir para 60%. "O mercado tem crescido a cada ano e estamos nos preparando para atender essa demanda também com a reciclagem. Hoje, metade das latas para bebidas comercializadas no País vem da Novelis", diz.
 
O processamento de reciclados da Novelis acontece na unidade de Pindamonhangaba (SP), que no ano passado recebeu um aporte de US$ 32 milhões da matriz norte-americana. "Utilizaremos essa cifra para a expansão da linha de reciclagem, que para a empresa é fundamental", diz Morais. Ele destaca que o alumínio remunera a cadeia toda, por isso essa prática já é comum, no Brasil. "Qualquer pessoa pode receber essa fatia do bolo", afirma o executivo da Novelis.
 
Para que o setor de embalagens de aço tenha o mesmo êxito que o de latas de alumínio, o diretor da Novelis destaca duas práticas fundamentais. "Conscientização acerca da reciclagem e remunerar toda a cadeia. O sucesso todo está no modelo de negócio", diz. Morais destaca ainda que, em breve, a matéria-prima ficará escassa. "Por isso a reciclagem é importante, pois o alumínio é infinitamente reciclável", ressalta.
 
Morais afirma que a ampliação da capacidade do setor de reciclagem de Pindamonhangaba deve saltar de 150 mil para 200 mil toneladas por ano.
 
A companhia tem ainda como meta aumentar para 80% a quantidade de metal reciclado em suas operações de laminação até 2020.
 

 

 

Fonte: DCI

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NOTÍCIA 31/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3256
<![CDATA[Grupo Megga negocia investimento em fábrica de máquinas]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3259 O grupo Megga – um dos maiores importadores de máquinas e equipamentos asiáticos – decidiu dar uma guinada nos negócios e avalia oportunidades para instalar sua primeira fábrica de bens de capital no país.
 
A empresa faz mistério sobre o produto que deseja produzir, assim como sobre seu sócio no projeto e os investimentos a serem realizados, mas adianta que está em conversas “bem encaminhadas” para adquirir uma unidade industrial no Sul do país.
 
Thomas Lee, fundador da empresa, diz que os investimentos serão compartilhados com uma grande fabricante multinacional de máquinas, que chegará ao Brasil pelos braços do grupo. “Nós mudamos a direção do investimento, partindo para a indústria”, diz.
 
“Pela primeira vez pensamos em mudar de rumo”, acrescenta Lee, empresário chinês que criou o grupo Megga no início da década de 1990, quando o Brasil começava a abrir as portas para as importações no governo Collor.
 
Hoje, a empresa importa desde máquinas para plástico e usinagem até máquinas para construção - usadas na movimentação de terra, como retroescavadeiras e pás carregadeiras.
 
A partir de dezembro de 2009, passou a trazer para o país rolo compactadores, carregadeiras sobre rodas, escavadeiras e minicarregadeiras da chinesa Lonking e também usa sua marca própria Digg para uma retroescavaderia que é produzida por um fabricante na China.
 
Lee, contudo, não confirma se esses produtos serão fabricados no Brasil, apesar do crescimento da demanda por equipamentos com a proliferação de projetos ligados a infraestrutura e construção civil pelo país. “Ainda não temos a autorização deles (do sócio) para anunciar”, justifica.
 
A empresa, que já traçou como meta chegar a um faturamento de US$ 1 bilhão em dez anos, projeta crescer 25% em 2012 e alcançar vendas de US$ 250 milhões. As máquinas de construção devem representar cerca de 25% desse total.
 
Segundo Lee, a meta deste ano é dobrar para 600 unidades as vendas de máquinas usadas em trabalhos de terraplenagem, conhecidas como a linha amarela do setor de bens de capital.
 
Para ele, as ações do governo para aquecer a economia, como a distensão da política monetária, e a necessidade de expansão de capacidade no setor de autopeças – a partir das exigências de maior utilização de componentes nacionais nos carros – tendem a estimular o consumo de máquinas.
 

 

 

Fonte: Valor Econômico

 

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NOTÍCIA 30/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3259
<![CDATA[Cimatron acirra competição no mercado CAD/CAM]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3244 Empresa israelense  inicia 2012 com a retomada de mais de 30% de sua base instalada e oferece nova versão de seu software CimatronE

A Cimatron – uma das empresas líderes mundiais no fornecimento de soluções de CAD/CAM para a indústria de ferramentaria e usinagem em geral – inicia 2012 com mais uma inovação tecnológica: a versão E10, lançada recentemente em conjunto com o Superbox, um dispositivo de aceleração da produtividade para programadores CNC.

“O Cimatron E10 supera todas as versões anteriores, oferecendo melhorias significativas que permitem maior velocidade no projeto de moldes, de matrizes e usinagem em geral, além de aumentar a qualidade do projeto como um todo”, destacou o vice-presidente do Cimatron Group de Israel, Kobi Rosenwasser, que esteve no Brasil em janeiro.

O executivo visitou os principais distribuidores das regiões Sul e Sudeste do País, consideradas as mais representativas para o setor, destacando  as inovações tecnológicas do software CimatronE e suas vantagens competitivas.

“Procuramos sempre oferecer o melhor aos nossos clientes, capacitando-os a aproveitar as tecnologias mais avançadas assim que elas estiverem disponíveis”, afirmou Kobi Rosenwasser.

Cálculo em background

O Cimatron E 10 fornece ao CAD recursos  mais poderosos, incluindo um simulador de movimentos integrado,  dedicado ao projeto de ferramentas e moldes, possibilitando  a análise cinemática do molde. O cálculo em background e o poderoso processamento multi-core , aumentam a produtividade da programação CAM. Os tempos de usinagem são reduzidos graças à introdução de novas estratégias de desbaste, além de uma nova estratégia de acabamento em hélice.

Juntamente com o E10, a Cimatron lançou o Superbox, um dispositivo de hardware que acelera o processamento e reduz em até 85% o tempo da programação NC. O Superbox é uma caixa preta, que plugada a rede de computadores da empresa, efetua automaticamente o processamento dos arquivos NC do Cimatron.

Distribuição expandida

A retomada de sua base instalada é resultado da estratégia de estabelecer uma rede sólida de distribuição nas regiões alvo do País.  Através de parcerias com as distribuidoras Fitso, Cimacad, CadPro, AutoFlow e CADS, além de escolas técnicas, a Cimatron consolidou sua presença nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Como parte do esforço para formar e treinar mão de obra especializada no software Cimatron E, cursos estão sendo desenvolvidos pela Cimatron nas cidades de São Paulo e Joinville, em Santa Catarina, em parceria com a Escola Técnica Laurentino de Freitas e o SENAI Joinville.

Sobre a Cimatron

Com mais de 29 anos de experiência e mais de 40 mil softwares instalados em todo o mundo, a Cimatron é líder em fornecimento de soluções integradas de CAD/CAM para moldes, e matrizes de estampo bem como manufatura de peças em geral.

A Cimatron está empenhada em fornecer soluções abrangentes e de baixo custo que agilizem os ciclos de fabricação, permitam a integração com fornecedores externos e, ainda, reduzam o tempo de entrega do produto.Sua linha de produtos inclui as marcas CimatronE e GibbsCAM com soluções para projetos de moldes, matrizes de estampo e de eletrodos, usinagens de 2,5 a 5 eixos, eletroerosão EDM , tornos, centros de torneamento em geral, centros de usinagem de 2,5 a 5 eixos, máquinas de usinagem multi-tarefa e centros de usinagem em geral.

As subsidiárias da Cimatron e sua rede de distribuidores atendem e suportam clientes nas mais diversas indústrias como automotiva, aeroespacial, médica, consumo, eletrônica, e outras indústrias em mais de 40 países. 

As ações da Cimatron são negociadas na NADASK sob o símbolo CIMT.

Para mais informações, visite o site http://www.cimatron.com

 

 

Fonte: Letra Comunicação

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NOTÍCIA 27/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3244
<![CDATA[Nissan investe US$ 2 bi no México; vendas no Brasil em 2011 dobraram]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3252 Nova unidade mexicana auxiliará a montadora em sua estratégia de crescimento nas Américas

A montadora japonesa Nissan informou na última quarta-feira, 25, que vai construir um complexo fabril na cidade de Aguascalientes, no México, para auxiliar a estratégia de crescimento da companhia nas Américas. O investimento estimado é de US$ 2 bilhões. A unidade deve iniciar suas operações no fim de 2013.
 
"O México é um ponto essencial para o crescimento da Nissan nas Américas", disse Carlos Ghosn, chairman e executivo-chefe da montadora, em comunicado. "Junto com a nossa nova fábrica no Brasil (em Resende - RJ), essa unidade em Aguascalientes é um importante pilar na nossa estratégia de garantir que a Nissan tenha a capacidade que precisa para aumentar os volumes de vendas e a participação de mercado nas Américas", acrescentou. No comunicado, a Nissan lembra que a nova fábrica no Brasil vai começar a produzir no primeiro semestre de 2014.

A montadora afirma ainda que em 2011 o crescimento das suas vendas superou o das rivais norte-americanas, com um avanço de 17,2%, para 1.561.230 unidades. Esse aumento fez com que a companhia subisse para a segunda posição entre as montadoras asiáticas nas Américas, com uma participação de mercado geral de 7,5%, ante 7% em 2010.

No Brasil, as vendas da Nissan quase dobraram em 2011, o que deu a companhia a sétima posição entre as montadoras que atuam no país, com uma participação de mercado de 2,0%, ante 1,1% em 2010. A companhia vendeu 67.268 unidades no País no ano passado.

 

 

Fonte: Agência Estado

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NOTÍCIA 27/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3252
<![CDATA[Carros mais vendidos na China não são chineses ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3253 Maior mercado do mundo, a China terminou o último ano com 14,5 milhões de automóveis de passeio vendidos, um crescimento de 5,2% em comparação com 2010. Se considerados os veículos comerciais, caminhões e ônibus, o total sobe para 18,5 milhões, alta de 2,1%.

Uma curiosidade do mercado chinês é que na maioria dos segmentos, os carros mais vendidos não são de montadoras chinesas. Entre os vinte automóveis mais comercializados em 2011, apenas cinco são de montadoras originárias da China. 

Os sedãs médios predominam e os cinco mais vendidos em toda a China pertencem ao segmento: Buick Excelle, com 253.514 unidades entregues; Volkswagen Lavida, com 247.475; Chevrolet Cruze (221.196), Volkswagen Jetta (218.964) e Volkswagen Bora (205.058). Confira abaixo os 20 modelos mais vendidos na China em 2011:

1-Buick Excelle - 253.514 unidades
2-VW Lavida - 247.475
3-Chevrolet Cruze - 221.196
4-VW Jetta - 218.964
5-VW Bora - 205.058
6-Chevrolet Sail - 197.874
7-FAW Xiali N3/N5 - 196.522
8-Hyundai Elantra Yuedong - 190.995
9-Ford Focus - 188.961
10-BYD F3 - 183.832
11-Toyota Corolla - 179.467
12-VW Passat - 165.858
13-Honda Accord - 160.735
14-Honda CR-V - 160.003
15-Nissan Sunny - 156.954
16-Nissan Teana - 156.165
17-Chery QQ - 150.769
18-Great Wall Hover - 143.825
19-Toyota Camry 143.705
20-Great Wall Voleex C30 - 142.405

 

 

Fonte: Interpress Motor

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NOTÍCIA 27/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3253
<![CDATA[Impsa vai investir até R$ 150 mi em fábrica de aerogeradores]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3254 A argentina Impsa fechou um acordo com o governo do Rio Grande do Sul para instalar naquele estado mais uma fábrica de aerogeradores. O investimento previsto na nova planta industrial, que será erguida na Região Sul, está estimado entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões e a produção dos equipamentos deverá ser iniciada no ano que vem. A planta fornecerá os mesmos equipamentos que a Impsa já fabrica em Suape, em Pernambuco, e atenderá a demanda nacional com um projeto da Eletrobras /Eletrosul comercializado no leilão A-3 de agosto de 2011; ainda, exportará para o Uruguai e até mesmo para a Argentina.

De acordo com o vice-presidente da companhia no Brasil, José Luiz Menghini, essa fábrica atende a demanda do Cone Sul e elevará a capacidade da empresa em cerca de 200 megawatts (MW) ao ano. Outra vantagem que a nova planta trará à empresa é a de reduzir os custos com logística, pois os projetos que utilizam os equipamentos da Impsa no sul do Brasil recebiam a produção de Pernambuco.

O avanço da economia brasileira vem exigindo um aumento dos investimentos em geração de energia, tanto de fontes tradicionais, como a hidroelétrica, como daquela proveniente de fontes renováveis. Desde 2009, os leilões já contrataram 7,2 gigawatts (GW) de energia eólica, o que deve resultar em um aporte de R$ 28 bilhões até 2014, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

 

 

Fonte: DCI

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NOTÍCIA 27/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3254
<![CDATA[Grupo Añon vai investir R$ 1 bilhão em laminadora]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3255 As obras terão início este ano. A primeira etapa será de produção de aços longos, com inauguração prevista para 2013. O Ceará será sócio com 10% de participação

O Grupo Añon, de origem espanhola e liderado pelo empresário Manuel Añon, garantiu ontem, com exclusividade para O POVO, investimento de R$ 1 bilhão para construção de laminadora nos arredores da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). O estado do Ceará terá 10% de participação no empreendimento, que já está com o projeto pronto e iniciará as obras ainda este ano, afirmou o presidente Añon.

A previsão de inauguração da primeira fase, que receberá investimento de R$ 300 milhões, é 2013. A totalidade da obra deverá estar concluída até 2014. O presidente do grupo se reuniu ontem à tarde no Palácio da Abolição com o governador Cid Gomes, pela 3ª vez em menos de um ano, para expor as demandas de água, gás e energia no território de 184 hectares onde será construída a laminadora. O terreno já foi comprado. A Prefeitura Municipal de Caucaia, que detinha 20% do terreno, vendeu-o para o Governo estadual.

De acordo com o presidente da Agência do Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Roberto Smith, o governador Cid Gomes já entrou em contato com a Companhia Energética do Ceará (Coelce), a Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh) e a Companhia de Gás do Ceará (Cegás) para autorizar o início das obras de infraestrutura necessárias.

“O Grupo já deu entrada no processo de licença ambiental com a Semace. Está apenas fazendo ajustes. Acredito que entreguem na semana que vem, quando teremos uma reunião na Adece com eles”, afirmou Smith. Segundo Alcântara Macêdo, diretor geral da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) e assessor das negociações entre o grupo Añon e o Governo, cinco engenheiros espanhóis saíram da reunião direto para cuidar de detalhes do projeto. “Eles avaliam detalhes de tecnologia, engenharia civil, elétrica e mecânica e vão adequar o projeto de acordo com as regras de engenharia do Brasil”.

Macêdo disse ainda que, em março, Luiz Eduardo Barbosa de Moraes toma posse da direção da CSP. A laminadora vai gerar, apenas na primeira fase, 800 empregos diretos e indiretos. “Vamos criar um polo de metalmecânica que vai atrair o nosso grande sonho de ter uma montadora. Antes, sem matéria-prima, não poderíamos ter”, disse.

O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico no Estado do Ceará (Simec), Ricard Pereira, comemorou. “Com a laminadora, teremos a implantação de indústrias metalmecânicas na área da Siderúrgica. Isso vai duplicar o crescimento do setor”, disse.

 

 

Fonte: O Povo

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NOTÍCIA 27/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3255
<![CDATA[Catec Sorocaba desenvolve tecnologia para reforma e fabricação de colunas para Injetoras.]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3170 A Catec, tradicional empresa do ramo de prestação de serviços de usinagem, localizada em Sorocaba, desenvolveu tecnologia própria para reforma e fabricação de colunas para injetoras, com garantia de 1 ano.

“Estamos ganhando espaço neste mercado, principalmente devido ao nosso curto prazo de entrega e ao nosso pronto atendimento quando somos chamados”, comenta Carlos Costa, diretor da empresa.

A Catec tem frota própria e esta apta a retirar e entregar peças de até 6 metros de comprimento com peso de até 4 toneladas.

Sobre a Catec

A Catec, que em 2012 completa 27 anos no mercado de fabricação, recuperação e manutenção de peças, pode ser tratada como uma solucionadora dos problemas de usinagem leve/média, e caldeiraria leve.

A Catec desenvolve diversas peças para a comercialização, tais como polias, flanges, engrenagens, buchas, mancais, orifícios, eixos, nacionalização de peças importadas, entre outros produtos, de acordo com desenho ou amostra.

A Catec tem como reais diferenciais competitivos o preço acessível, a qualidade garantida de seus produtos, e principalmente, a agilidade no prazo de entrega. Soma-se ainda a esses benefícios a vantagem de contar com uma equipe de profissionais altamente capacitada, motivada e constantemente treinada e com atendimento 24 horas, inclusive aos Sábados, Domingos e Feriados.

Projetistas e engenheiros da Catec estão aptos a estudar, criar e desenvolver peças de acordo com as especificações solicitadas pelo cliente, utilizando do Auto Cad para elaboração dos desenhos Latest Clients

Para maiores informações entrar em contato pelo e-mail faleconosco@usinagemonline.com.br ou pelo telefone (15) 3018-2495

 

 

Fonte: Redação Usinagem Online

 

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NOTÍCIA 26/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3170
<![CDATA[Maringá será sede da 10ª edição da Feira Metalmecânica 2012]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3247 De 18 a 21 de julho, Maringá será sede da 10ª edição da Feira Metalmecânica, que é considerada uma das maiores feiras do setor do Sul do Brasil. Serão quatro dias onde empresários industriais e visitantes terão a oportunidade de conhecer o que há de mais inovador em máquinas, ferramentas, usinagem, soldagem industrial, corte e conformação, manutenção industrial, maquinas injetoras de plástico, software de engenharia, automação industrial, entre outros. Paralelo à feira, também acontecerá a Mostra Tecnológica, com apresentação de inventos e protótipos desenvolvidos por alunos e professores de diversas instituições de Maringá e região.

Em 2010 (9ª edição) o evento reuniu: 180 marcas do Brasil e do Exterior, 250 estandes, 80 indústrias expositoras e mais de 16 mil visitantes qualificados.

A Feira Metalmecânica 2012 acontecerá no Pavilhão Azul do Parque Internacional de Exposições de Maringá.

Mais informações no site: www.feirametalmecanica.com.br

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NOTÍCIA 26/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3247
<![CDATA[Importação de aço fecha o ano de 2011 com queda de 47%]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3248 Apesar da redução da entrada do material estrangeiro no país, o aço indireto ainda preocupa os associados do SINDISIDER

De acordo com dados divulgados pelo SINDISIDER (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos), as importações de aço em 2011 foram 47,5% menores do que no ano anterior. O recuo deve-se principalmente à queda do preço do produto nas siderúrgicas nacionais.

“As usinas brasileiras adotaram uma postura mais agressiva no ano passado, com margens de lucro mais apertadas. A diminuição do preço do aço comum contribuiu diretamente para a redução da entrada de material siderúrgico estrangeiro no país”, afirma Carlos Loureiro, presidente do SINDISIDER.

Mesmo com o resultado negativo na importação, o consumo aparente de aço no país permanece estável nos últimos quatro anos. “No ano passado o consumo foi menor, já que houve uma queda de 11% na utilização do aço pelo brasileiro. Esse resultado comprova que comércio de aço indireto é o principal entrave para o crescimento do setor”, explica Loureiro.

Os dados levantados pelo INDA apontam que as usinas nacionais deixaram de entregar, em 2011, cinco milhões de toneladas de aço, e entre 2007 e o ano passado, a importação indireta de aço cresceu 113,6%. De acordo com o presidente, os setores de máquinas e equipamentos e automotivo (autopeças/automobilístico) são os que mais utilizam o aço indireto.

Dezembro

Em dezembro, foram vendidas 324,8 mil toneladas de aço plano, montante 9,6% menor do que o registrado em novembro e 15,8% superior ao total de aço vendido em dezembro do ano passado. Em 2011, houve um aumento de 11,7% nas vendas quando comparado ao mesmo período do ano anterior.  “O aumento nas vendas da rede distribuidora também é reflexo da queda da importação de aços planos”, comenta Loureiro.

As compras das usinas siderúrgicas registraram queda de 11,7% frente a novembro, totalizando 317,7 mil toneladas. Quando comparadas a dezembro do ano passado, as compras aumentaram 18,5%. No acumulado de 2011, houve baixa de 4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os estoques registraram queda de 0,7% em relação a novembro, totalizando 1.000,7 mil toneladas. Na comparação com dezembro do ano passado, houve retração de 16,8% no montante de aço armazenado nos distribuidores. Em dezembro, a retração da venda do material provocou o aumento no giro de estoques para 3,1 meses.

Projeções

De acordo com estimativas do SINDISIDER, no mês de janeiro as compras de aço nas siderúrgicas devem crescer 3% e as vendas da rede distribuidora 5%. Para 2012 a expectativa é que o setor cresça 6%.

SINDISIDER

Entidade legalmente constituída e sem fins lucrativos, o SINDISIDER tem o objetivo de defender os interesses das empresas distribuidoras e revendedoras de produtos siderúrgicos. Além de representar este segmento frente aos órgãos do governo, o sindicato atua, ao lado do INDA – Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço –, no desenvolvimento, fortalecimento e aumento da competitividade de pequenas, médias e grandes empresas distribuidoras e revendedoras de aço no Brasil. O SINDISIDER possui sede em São Paulo e regionais em Belo Horizonte e Porto Alegre.

 

 

Fonte: SD&PRESS Consultoria

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NOTÍCIA 26/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3248
<![CDATA[Novo tipo de aço chega ao setor automobilístico]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3249 Para compreender o que a indústria siderúrgica tem que enfrentar para dominar o mercado automobilístico, considere os sete cubos exibidos pela ZF Friedrichshafen AG, gigante alemã das autopeças, no Salão do Automóvel de Detroit, que terminou domingo. Cada cubo representava um material importante usado hoje para fabricar peças automotivas - um mercado de US$ 1 bilhão no qual as siderúrgicas vêm predominando desde os tempos do Ford Modelo T.
 
Dos sete cubos, o mais pesado era de aço. O mais leve era uma moldagem por injeção. "Estamos mexendo cada vez mais com todos os tipos de metais e de plásticos para cada peça", diz Dieter Eulenbach, diretor de vendas e engenharia da ZF, empresa com faturamento anual de US$ 20 bilhões. "Sempre tentamos encontrar o equilíbrio certo entre custo, peso, durabilidade e plasticidade."
 
Os fabricantes de alumínio, plásticos e esponjas estão correndo para alcançar as siderúrgicas, alegando que seus produtos são mais leves e mais maleáveis - quesitos fundamentais para a eficiência no consumo de combustível e o design de um carro.
 
Em resposta, as siderúrgicas estão desenvolvendo uma nova forma de aço, o "aço avançado de alta resistência", que emprega uma abordagem semelhante à culinária "fusion": alterar os métodos de cozimento e resfriamento, em vez de usar ingredientes caros, para modificar a composição química do aço.
 
A fabricação se baseia em uma linha de produção conhecida como "recozimento contínuo", onde o aço é submetido a sucessivos tratamentos a quente e a frio, modificando sua microestrutura e, assim, sua flexibilidade e resistência.
 
O novo aço representa uma terceira onda siderúrgica para o setor automobilístico.   

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 26/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3249
<![CDATA[Randon estima investir R$400 mi em 2012]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3250 A Randon divulgou nesta quinta-feira que vai investir 400 milhões de reais em 2012 e estimou uma receita líquida consolidada de 4,2 bilhões de reais no ano, alta de cerca de 8 por cento sobre as vendas estimadas para 2011.

A maior fabricante brasileira de implementos rodoviários divulgou ainda que espera exportações de 330 milhões de dólares e importações de 150 milhões em 2012.

A empresa, que divulga resultados de quarto trimestre de 2011 em 28 de fevereiro, estimou em novembro que encerraria o ano passado com investimentos de 270 milhões de reais, vendas externas de 250 milhões de dólares e importações de 100 milhões.

Em entrevista à Reuters há duas semanas , o presidente da companhia, David Abramo Randon, havia afirmado que os investimentos em 2012 subiriam para 280 milhões de reais em 2012 e que as exportações teriam salto de 20 por cento, para mais de 300 milhões de dólares.

A subsidiária Fras-le também divulgou nesta quinta-feira estimativas de desempenho para 2012. A companhia prevê investir 70 milhões de reais e obter receita líquida de 680 milhões.

 

 

Fonte: Reuters

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NOTÍCIA 26/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3250
<![CDATA[Volkswagen tem novo site mais interativo e intuitivo ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3251 • Endereço oferece ferramentas como o canal VIP "Programa Volkswagen Premium" e o configurador "Monte o seu"
 
• Site destaca as inovações da marca e ações de sustentabilidade

• Endereço traz mais informações, vídeos e fotos sobre os veículos
 
A Volkswagen do Brasil acaba de colocar no ar seu novo site (www.volkswagen.com.br), estreitando ainda mais o relacionamento da marca com os clientes, que no ano passado registraram média mensal de 1,3 milhão de acessos ao endereço eletrônico da empresa. Mais interativo e intuitivo, o novo site traz um volume ainda maior de informações, novo layout que segue os padrões da matriz, na Alemanha, e maior área útil, melhorando a visualização dos vídeos e fotos dos veículos, além de ferramentas exclusivas. O conteúdo é abrangente e revela o alto potencial de inovação da Volkswagen do Brasil, sua visão de futuro, compromisso com a sustentabilidade e diferenciais tecnológicos dos produtos.
 
Na seção 'Serviços', o usuário recebe informações sobre peças, acessórios, plantões, garantia e conhece a 'Revisão Noturna', uma opção inovadora de horário para obter os serviços do plano de manutenção. É só agendar com o concessionário, levar o veículo e retirar na manhã seguinte. A Volkswagen trabalha em seu carro enquanto você descansa. A seção também dá acesso ao 'Programa Volkswagen Premium', um canal com benefícios exclusivos para clientes dos veículos importados da marca.
 
Em 'Vendas e Finanças', o configurador 'Monte o seu' permite simular como será seu próximo veículo Volkswagen, com preços e equipamentos de modelos nacionais e importados. Em 'Banco Volkswagen', é possível conferir opções de financiamento, consórcio nacional e seguros. Na opção 'Ofertas', o usuário digita o CEP para conhecer as promoções disponíveis em sua região.
 
Sustentabilidade
 
Na seção 'Institucional', a Volkswagen apresenta seu compromisso com a sustentabilidade. Entre os destaques está a tecnologia 'BlueMotion', que reduz o consumo de combustível e as emissões de poluentes dos veículos da marca, sempre mantendo a ótima performance e respeitando a natureza. Outros programas de responsabilidade ambiental da empresa também estão disponíveis, como o Sistema de Gestão Ambiental (SGA), pintura à base de água, reaproveitamento da água industrial, entre outros.
 
O novo site ainda traz projetos de responsabilidade social da Volkswagen do Brasil com foco em temas como saúde, inclusão social e educação, entre os quais, programas educativos da Fundação Volkswagen, que já beneficiaram 1 milhão de alunos, em nove anos de atuação. São eles: 'Estudar pra Valer!', destinado à formação continuada de professores da rede pública, com foco no desenvolvimento da leitura e da produção de textos; 'Brincar', voltado aos profissionais da Educação Infantil para o aprimoramento de atividades lúdicas e recreativas; 'Entre na Roda', de formação de orientadores de leitura; 'Pró-Educar Brasil', que oferece formação universitária a professores em parceria com a rede de concessionárias, e 'Aprender com a Pinacoteca', para ampliação do conhecimento dos professores de artes.
 
Outros programas da Fundação Volkswagen, como o concurso de projetos sociais 'Volkswagen na Comunidade', que em sua quarta edição, em 2011, somou R$ 1 milhãos em prêmios para ONGs indicadas pelos funcionários da Volkswagen, também estão presentes. O novo site oferece link para o endereço da Fundação Volkswagen na internet.
 
Inovação, entretenimento e informação
 
O novo site da Volkswagen do Brasil também traz a seção 'Planeta Volkswagen', um canal de inovação, entretenimento e informação. Em 'Volkswagen 2028', a empresa divulga sua visão de futuro e ideias inovadoras para a indústria automotiva, com foco no crescimento consciente e ambientalmente responsável.
 
Em 'Redes sociais', o usuário confere notícias sobre a Volkswagen e promoções destacadas nos canais. No Facebook, a Volkswagen contabiliza 223.423 fãs desde junho de 2010, sendo a primeira entre as quatro maiores montadoras atuantes no País. No Twitter, são 14.312 seguidores da marca, que é líder no Orkut, com 45.739 membros em sua principal comunidade. No YouTube, a Volkswagen é uma das montadoras do País com maior número de visualizações: são 14.911.608, desde 2008.
 
A 'Revista V', também disponível, é um produto jornalístico de alta qualidade que aborda temas como tendências, cultura, entretenimento, comportamento, estilo de vida, moda, viagens, tecnologia, esportes e ecologia, além de automóveis. Em 'Games', o internauta se diverte com o 'Autopolis', um game 3D que faz parte do projeto 'Jogo da Vida em Trânsito', da Fundação Volkswagen, para formar condutores conscientes. Também estão disponíveis os games 'Bora Autorace', 'CrossFox Ágil', 'Super Trunfo Volkswagen', 'Goleada Volkswagen' e 'Gol é nosso'.                    

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NOTÍCIA 26/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3251
<![CDATA[Expo Cosa 2012 traz alta tecnologia para o mercado de máquinas]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3246 Feira vai apresentar equipamentos para aumento de produção com diminuição de custos

A 6ª Expo Cosa, feira de máquinas e equipamentos industriais de alta tecnologia, vai apresentar ao público as novidades em mecanismos para automação industrial. O evento será realizado no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi, em São Paulo, de 01 a 03 de março de 2012 com entrada franca.

A participação em feiras como a Expo Cosa é essencial para quem quer prosperar no mercado, pois em um mundo globalizado e cada vez mais competitivo, a indústria precisa, cada vez mais, de máquinas modernas que aumentem a velocidade da produção, com diminuição de custos e que tenham uma maior vida útil. Os equipamentos modernos devem aumentar a eficiência dos processos e promover a inovação, tudo isso com respeito ao meio ambiente. As empresas que não investirem em tecnologia de produção e não acompanharem a evolução dos tempos serão literalmente esmagadas pelos competidores.

É essa alta tecnologia para otimização dos processos de produção que os empresários vão encontrar na feira, que nesta sexta edição, será realizada em uma área recorde de 11 mil m . Os organizadores esperam um público de aproximadamente 2.500 pessoas por dia. Os visitantes poderão conferir lançamentos em injetoras, tornos, máquinas operatrizes e instrumentos de medição. O espaço de exposição da Cosa vai contar com mais de 100 equipamentos.                                            

O foco da feira é apresentar as tecnologias que farão parte da produção industrial para empresas que desejam produzir, em grande ou pequena escala, com uniformidade, qualidade e agilidade, tornando o produto final mais competitivo no mercado nacional e internacional.

Durante os três dias da Expo Cosa 2012, serão oferecidos treinamentos, cursos e palestras aos participantes que também terão a possibilidade de fazer financiamento de máquinas e equipamentos.

 

 

Fonte: Aktus Assessoria de Imprensa

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NOTÍCIA 25/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3246
<![CDATA[Estoques na distribuição de aços planos fecham dezembro em queda]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3242 Os estoques de aço plano na rede de distribuição terminaram dezembro em 3,1 meses de venda, dentro do esperado pelo setor, conforme números fechados ontem pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).
 
A rede, que responde por um terço do aço plano comercializado no país, encerrou o ano com um milhão de toneladas em estoque. Esse volume é 7 mil toneladas inferior ao estoque do final de novembro, apurou o Valor.
 
As vendas das empresas distribuidoras somaram 325 mil toneladas no mês passado, com queda de 10% comparado a dezembro de 2010. Já as compras de aço pela rede junto às usinas e com importação somaram 318 mil toneladas no mês, um recuo de 9%.
 
O nível considerado de conforto para os estoques nos armazéns das distribuidoras, segundo o Inda, é de 2,6 a 2,7 meses de venda. Acima disso, começa a ter impacto na rentabilidade financeiras das empresas.
 
No Brasil são produtoras de aços planos Usiminas, CSN e ArcelorMittal Tubarão.

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 24/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3242
<![CDATA[ExpoAlumínio acontece em abril]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3243 Com o apoio da ABM, a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) vai realizar, de 24 a 26 de abril, a ‘Exposição Internacional do Alumínio (ExpoAlumínio 2012)’, o maior evento do segmento na América Latina. Paralelamente, também no Centro de Exposições Imigrantes, ocorrerão o ‘V Congresso Internacional do Alumínio’ e ‘XI Seminário Internacional de Reciclagem do Alumínio’.

Com organização da Reed Exhibitions Alcântara Machado, o evento reúne centenas expositores de diversos países e mais de 10 mil visitantes interessados nas novidades do mercado. São profissionais de toda a cadeia do alumínio e de segmentos consumidores, como embalagens, construção civil, transportes, máquinas e equipamentos e bens de consumo do Brasil e do exterior.
 
Palestrantes nacionais e internacionais compõem as programações do congresso e do seminário, que abrirão espaços para uma discussão sobre o futuro do alumínio no Brasil. As atividades são voltadas a profissionais das indústrias brasileira e mundial que buscam conhecimentos sobre as inovações tecnológicas da produção do alumínio e suas aplicações.
 
A Reciclagem do Alumínio

No seminário, serão discutidos assuntos que contribuam para o contínuo desenvolvimento da cadeia de reciclagem do alumínio. Entre os temas, estão:

• Política Nacional de Resíduos Sólidos - implicações para a cadeia produtiva do alumínio;
• Modelos de gestão de resíduos sólidos urbanos no mundo;
• Novas tecnologias nos processos de reciclagem;
• Mercado nacional de sucata de alumínio;
• Tributação na inúdustria de reciclagem do alumínio;
• Preparando a indústria de reciclagem para o futuro.
 
Inovações e desafios da indústria

Durante o congresso, serão apresentadas as recentes inovações tecnológicas da produção do alumínio e as aplicações do metal nos principais mercados consumidores e discutidos os grandes desafios, em âmbito nacional e global.

Para compor parte da programação técnica, profissionais das áreas de pesquisa e desenvolvimento, acadêmicos e estudantes do Brasil e do exterior podem inscrever trabalhos sobre os seguintes temas: redução; fundição; transformação mecânica; tratamento de superfície e corrosão; desenvolvimento sustentável; reciclagem; refratário; e desenvolvimento de novos produtos.
 
A previsão é que mais de 100 trabalhos sejam apresentados e cerca de 20 palestras com especialistas do setor, nacionais e internacionais ministradas.

Prêmio João Valiante de Jornalismo

Haverá, também, a entrega do Prêmio João Valiante de Jornalismo, para os autores das melhores reportagens sobre reciclagem do alumínio veiculadas na imprensa brasileira.

Mais informações sobre o evento, inclusive sobre inscrições, acesse o site www.expoaluminio.com.br, ou então entre em contato pelo e-mail inscricao.aluminio@reedalcantara.com.br ou telefone (11) 3717-0737
 
 

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NOTÍCIA 24/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3243
<![CDATA[IABr: produção brasileira de aço bruto cresce 10,7% em dezembro de 2011]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3245 As exportações de produtos siderúrgicos no período atingiram 931 mil toneladas no valor 703 milhões de dólares. Com esse resultado as exportações em 2011 totalizaram 10,8 milhões de toneladas e 8,4 bilhões de dólares, representando aumento de 20,7% em volume e de 45,0% em valor quando comparado ao mesmo período do ano anterior.
 
A produção brasileira de aço bruto em dezembro de 2011 foi de 2,7 milhões de toneladas, representando aumento de 10,7% quando comparada com o mesmo mês em 2010. Em relação aos laminados, a produção de dezembro, de 1,8 milhão de toneladas, apresentou crescimento de 6,3% quando comparada com dezembro do ano passado. Com esses resultados, a produção acumulada em 2011 totalizou 35,2 milhões de toneladas de aço bruto e 25,1 milhões de toneladas de laminados, o que significou aumento de 6,8% e queda de 1,1%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2010.
 
De acordo com nota do Instituto Aço Brasil [IABr], quanto às vendas internas, o resultado de dezembro de 2011 foi de 1,6 milhão de toneladas de produtos, crescimento de 11,3% em relação a dezembro 2010. As vendas acumuladas em 2011, de 21,4 milhões de toneladas, mostraram crescimento de 3,4% com relação ao mesmo período do ano anterior.

As exportações de produtos siderúrgicos em dezembro de 2011 atingiram 931 mil toneladas no valor 703 milhões de dólares. Com esse resultado as exportações em 2011 totalizaram 10,8 milhões de toneladas e 8,4 bilhões de dólares, representando aumento de 20,7% em volume e de 45,0% em valor quando comparado ao mesmo período do ano anterior.
 
No que se refere às importações, registrou-se em Dezembro volume de 356 mil toneladas (US$ 428 milhões) totalizando, desse modo, 3,8 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos importados no ano, 35,9% abaixo do mesmo período do ano anterior.
 
O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos em Dezembro foi de 1,9 milhão de toneladas, totalizando 25,0 milhões de toneladas em 2011. Esses valores representaram aumento de 5,2% e queda de 4,2%, respectivamente, em relação a igual período do ano anterior.

www.acobrasil.org.br
 

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NOTÍCIA 24/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3245
<![CDATA[Tuper sai na frente e fornece modernos sistemas de exaustão que reduzem as emissões em caminhões e ônibus]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3238 Empresa catarinense investiu em tecnologia e fez parcerias para atender as normas do Proconve P7, que estão em vigor

Para que os caminhões e ônibus que estão saindo das montadoras brasileiras a partir deste ano atendam as novas normas de emissões estabelecidas pelo Ministério do Meio Ambiente, a Tuper S/A, localizada na cidade de São Bento do Sul (SC), vem investindo no desenvolvimento de soluções há pelo menos três anos. A Tuper, sexta maior processadora de aço do País, desenvolveu diversos sistemas para pós-tratamento que possibilitarão aos veículos reduzir em 80% as emissões de gases e em 60% as de Óxido de Nitrogênio, em relação à legislação atual.

Para chegar a esse resultado, a Tuper introduziu uma linha robotizada em sua fábrica, ampliou em 4.360 m2 sua unidade de Sistemas de Exaustão, dedicou aproximadamente 20.000 horas de engenharia aos projetos, fez parceria com empresas estrangeiras e envolveu sua engenharia no desenvolvimento dos novos dispositivos, num investimento total que chegou a R$ 24 milhões. Além dos robôs, a empresa adquiriu prensas novas, calandra com comando numérico, máquina de solda a laser, além de uma máquina que possibilita que cada conversor catalítico seja produzido de acordo com as dimensões do monolito cerâmico que é montado dentro do catalisador.

Graças a todo esse esforço, a empresa catarinense passa a ser a única indústria brasileira com capacidade tecnológica de produzir sistemas de pós-tratamento de gases de exaustão para veículos comerciais que poderão atender as normas estabelecidas pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores Proconve P7, do Ministério do Meio Ambiente, equivalente à norma europeia Euro V. Desde o dia 1º de janeiro, todos os veículos novos a diesel de carga ou passageiros deverão obedecer aos limites de emissões do Conama, fase L6 para veículos leves e P7 para veículos pesados.

Além dos investimentos em novas máquinas, equipamentos e em mais espaço na fábrica, o desenvolvimento dos produtos que serão fornecidos pela Tuper exigiu do time de engenheiros, exaustivos testes,  inúmeras visitas às montadoras e também viagens para a Alemanha. Colaborou também na empreitada bem sucedida da Tuper o fato de a empresa possuir estrutura interna com área para o desenvolvimento de protótipos, laboratórios próprios para estudos de materiais, análise de solda, ensaios químicos e medições de resistência mecânica.

Mas a Tuper Exhaust Systems só conseguiu sucesso em fornecer componentes para as maiores montadoras de caminhões e ônibus do mundo graças à sua tradição de mais de dez anos como fornecedora de sistemas de exaustão para a indústria automotiva brasileira. Criada em junho de 2000, inicialmente como joint venture de uma empresa europeia para produção de conversores catalíticos, a unidade da Tuper Exhaust Systems conseguiu um elevado grau tecnológico graças aos constantes investimentos em profissionais e também em equipamentos.

Contribuiu também para esse bom desempenho o fato dela ser integrante da Tuper, indústria que tem uma experiência de 40 anos na transformação do aço para diversos mercados, inclusive o automotivo. Boa parte dos tubos e materiais utilizados na confecção dos componentes para o sistema de pós-tratamento foi estampada internamente, na própria Tuper. Apenas algumas peças em aço inox e o conversor catalítico, que é de cerâmica, não foram produzidos na empresa. Já a montagem final do sistema é toda ela feita internamente.

Quem é a Tuper

A Tuper, que chega em 2011 aos 40 anos de atuação, é uma das maiores transformadoras de aço do país. Seus produtos atendem 22 segmentos de mercado, com destaque para os setores da construção civil, automotivo, sucroenergético, máquinas e implementos rodoviários e agrícolas, entre outros.

A estrutura da empresa é formada por sete unidades de negócios, distribuídas em mais de 80 mil m² de área construída. Com sede em São Bento do Sul e unidades industriais também em Xanxerê e Curitiba, a empresa possui presença física com mais de 20 pontos de distribuição, localizados em cidades estratégicas do país.

A Tuper, sexta maior processadora de aço do país, neste ano planeja ultrapassar a marca de R$ 1 bilhão em faturamento. Mais de 2.300 profissionais atuam na empresa.

 

 

Fonte: Mecânica de Comunicação Ltda

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NOTÍCIA 23/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3238
<![CDATA[Aço: Brasil mantém nono lugar, ameaçado pela Turquia]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3239 A informação é do relatório publicado hoje (23) pela World Steel Association (WSA).
 
O país fechou o ano com produção de 35,2 milhões de toneladas de aço bruto, um aumento de 6,8%, praticamente no calcanhar da Ucrânia (35,3 milhões de toneladas) e pouco à frente dos turcos.
 
A siderurgia turca vem ganhando impulso ano a ano. Em 2011, apresentou crescimento de 17%, para 34,1 milhões de toneladas. O país tem se tornado, inclusive, um incômodo às usinas brasileiras com suas agressivas exportações de produtos longos e até de aços planos.
 
A siderurgia brasileira desacelerou-se no decorrer do ano por conta do esfriamento econômico do país, que levou a menor demanda por aço, principalmente de aços planos. Previa fabricar 38 milhões de toneladas, volume revisto duas vezes no ano.
 
Clientes automotivos, de linha branca e máquinas e equipamentos são os grandes clientes desse segmento. A forte entrada de bens importados nessas áreas vem tomando mercado das usinas de planos.

O material importado, principalmente da China, Ucrania, Coreia do Sul e Turquia, abocanhou fatia de 18% do consumo aparente de aço do país, que fechou em 25 milhões de toneladas em 2011.
 
Obras e infraestrutura e o mercado imobiliário para residências e edifícios comerciais garantiram maior consumo para aços longos.
 
A previsão de analistas para a demanda neste trimestre é negativa para ambos os segmentos, com impacto nos resultados das siderúrgicas que atuam no país – CSN, Usiminas, Gerdau, ArcelorMittal e Votorantim.

 

 

Fonte: Valor Econômico
 
 

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NOTÍCIA 23/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3239
<![CDATA[BMW negocia instalar fábrica em Santa Catarina, diz fonte]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3240 A montadora alemã de veículos de luxo BMW está nos estágios finais da escolha do local de sua primeira fábrica no Brasil, com uma decisão esperada para o final de fevereiro, informou à Reuters uma fonte envolvida nas negociações nesta segunda-feira (23).

A empresa, que desde o ano passado vem negociando com governos estaduais no país a instalação de uma unidade produtiva, sua primeira na América Latina, está mais inclinada à escolha do norte de Santa Catarina, informou a fonte, que pediu para não ser identificada.

A revista alemã Automobilwoche publicou, em sua mais recente edição, que a montadora prefere o Estado de Santa Catarina e não São Paulo como local de instalação da fábrica.

Procurada, a BMW no Brasil informou que a companhia não tomou uma decisão oficial sobre o assunto.

A própria montadora vinha afirmando que esperava uma decisão sobre a fábrica no final de 2011, mas a elevação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos importados anunciada em setembro pelo governo teria atrasado o processo.

No final de dezembro, o presidente da BMW no Brasil, Jorg Henning Dornbusch, disse que a montadora estava negociando com autoridades uma flexibilização do aumento do IPI para empresas com interesse em instalar fábrica no Brasil.

QUATRO MODELOS

Outra fonte próxima do assunto ouvida pela Reuters disse que a montadora sinalizou com planos de produzir quatro modelos no país, sendo três da marca BMW e um da marca Mini.

Executivos da empresa teriam percorrido a cidade de Araquari, em Santa Catarina, com interesse por terreno de cerca de 1 milhão de metros quadrados, às margens da rodovia BR-101, conforme essa segunda fonte.

"O Mini vai ser fabricado (...) Vão ser três BMW e um Mini", informou a fonte, que não soube precisar o valor do investimento.

Os incentivos fiscais, a proximidade com porto da região de Joinville e a disponibilidade de mão de obra qualificada teriam atraído a montadora alemã.

Se confirmada, a fábrica da BMW em Santa Catarina será a primeira de automóveis no Estado, que já possui unidades de componentes como motores de outras montadoras, como a General Motors, em Joinville.

A discussão sobre a fábrica da BMW acontece em meio a uma série deprojetos de aumento de capacidade produtiva no Brasil de marcas como Fiat, GM, Ford, Renault, Nissan, JAC e Chery.

As vendas da BMW no Brasil em 2011 somaram 12.074 unidades, salto de 42 por cento sobre os 8.534 veículos emplacados em 2010, em meio ao crescimento da economia e aumento da renda da população.

As vendas de veículos no Brasil em 2011 subiram 3,4 por cento, para o recorde de 3,63 milhões de unidades, com destaque para importações, que se tornaram alvo do aumento de 30 pontos percentuais do IPI sobre veículos trazidos do exterior.

Para 2012, a expectativa da associação de fabricantes, Anfavea, é de alta de 4 a 5 por cento nas vendas de veículos novos no mercado interno.

 

 

Fonte: veja.com

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NOTÍCIA 23/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3240
<![CDATA[Mecânica 2012 destaca setores da Indústria de bens de Capital Mecânicos ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3241 A indústria de bens de capital mecânicos indica boas oportunidades de negócios para o País em 2012.  De janeiro a novembro de 2011, o faturamento foi de R$ 73.688 milhões de reais, o que representa um aumento de 9,4% se comparado ao mesmo período de 2010. Os dados divulgados pela ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria da Indústria de Máquinas e Equipamentos) mostram que a indústria, que hoje emprega 262.970 profissionais, está capacitada para atender os projetos de infraestrutura previstos para os próximos anos.
 
Para impulsionar ainda mais as vendas e atrair novos compradores, será realizada de 22 a 26 de maio, a 29ª Feira Internacional da Mecânica, maior evento do setor na América Latina. Organizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a feira contempla cerca de 25 setores da indústria, dentre eles as áreas de automação e controle de processos, equipamentos para tratamento ambiental e refrigeração, solda e tratamento de superfícies, máquinas-ferramenta, entre outros.
 
Alguns setores da indústria nacional aumentaram sua participação na exportação de máquinas e equipamentos.  É o caso do setor de máquinas para logística e construção civil, que atingiu 42, 5%, seguido pela infra-estrutura e indústria de base, com 22%. Ainda segundo a ABIMAQ, de janeiro de novembro de 2011, o Brasil exportou US$ 10.697 milhões, um aumento de 29,2% sobre o mesmo período de 2010.
 
“O objetivo primordial da feira é fomentar o setor industrial brasileiro, criando um ambiente favorável para a geração de negócios, durante e após a realização do evento”, afirma a diretora da MECÂNICA, Liliane Bortoluci.
 
Paralelamente a Mecânica, no Hotel Holiday Inn, acontece o 3º Congresso Ambiental Expo, com palestras que contarão com temas relacionados aos fatores econômicos, tecnológicos e legais para o desenvolvimento da economia e da indústria.
 
Mais Informações:
 
Mecânica

Data: 22 a 26 de maio de 2012
Horário: Terça a sexta das 10h às 19 | Sábado das 9h às 17h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP – Brasil
http://mecanica.com.br
 
Ambiental Expo

Data: 23 e 24 de Maio de 2012
Horário: 4ª e 5ª feira das 09h às 17h
Local: Holiday Inn Hotel  – SP
Endereço: R. Prof. Milton Rodrigues, n 100, São Paulo – SP ( Ao lado do pavilhão de Exposições Anhembi )

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NOTÍCIA 23/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3241
<![CDATA[Romi apresenta equipe de atendimento nas regiões Norte e Nordeste ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3237 Empresa apresenta gerentes e vendedores que atendem às demandas das unidades de máquinas-ferramenta e máquinas para plástico

A Indústrias Romi S.A., líder brasileira no setor de máquinas-ferramenta e máquinas para plásticos, além de importante produtora de fundidos e usinados, apresenta as equipes de atendimento das regiões Norte e Nordeste do Brasil. Esses colaboradores são responsáveis pelo contato comercial e técnico dos clientes da companhia nos Estados do Amazonas, Roraima, Acre, Pará, Tocantins, Rondônia, Ceará, Piauí, Maranhão, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Com o objetivo de facilitar, e manter o melhor relacionamento com os seus clientes, a Romi sempre estará à disposição para apresentar as melhores soluções técnicas e comerciais.

Gerente de vendas – Região Norte
Injetoras, Sopradoras e Máquinas-Ferramenta
Santo Mario Altomari
E-mail: saltomari@romi.com

Gerente comercial – Salvador
Máquinas-Ferramenta
Marlon Salomão Gonçalves
E-mail: mgoncalves@romi.com

Vendas – Bahia e Sergipe
Máquinas-Ferramenta
Raimundo Luiz Cardoso Castro
E-mail: rlcastro@romi.com

Vendas – Ceará, Piauí e Maranhão
Máquinas-Ferramenta
Carlos Romero Pacheco de Lima
E-mail: crlima@romi.com

Vendas – Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte
Máquinas-Ferramenta
Ronaldo Teles de Carvalho
E-mail: rcarvalho@romi.com

Sobre a Romi - A Indústrias Romi S.A. (Bovespa: ROMI3), fundada em 1930, é líder de mercado na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais. A companhia está listada no segmento de “Novo Mercado”, que é reservado para sociedades com o mais alto grau de governança corporativa na Bovespa. A empresa fabrica máquinas-ferramenta, com foco em tornos mecânicos, tornos CNC, centros de torneamento e centros de usinagem; máquinas injetoras e sopradoras de termoplásticos e peças feitas de ferro fundido cinzento, nodular ou vermicular, que são fornecidos em estado bruto ou usinado. Os produtos e serviços da companhia são vendidos mundialmente e utilizados por uma grande variedade de indústrias, tais como a automotiva, produtos de consumo geral e indústrias de máquinas e equipamentos industriais e agrícolas.

Romi – Tradição em inovar

www.romi.com

 

 

Fonte: RP1 Comunicação

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NOTÍCIA 20/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3237
<![CDATA[Pramet amplia sua rede e seleciona distribuidores e representantes para diversas regiões do Brasil]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=2641 A Pramet Brasil, ferramentas de corte e conformação em metal duro – em fase de ampliação de sua rede, seleciona distribuidores e representantes para as seguintes regiões:

- Minas Gerais – Todo o estado
- Rio Grande do Sul – Caxias do Sul e Grande Porto Alegre
- Espírito Santo – Todo o estado
- Amazonas – Manaus
- Bahia – Todo o estado.

Para as vagas citadas é necessário conhecimento técnico em usinagem e network com empresas das respectivas regiões.

A empresa oferece benefícios compatíveis com o mercado, treinamento e todo suporte técnico para o desenvolvimento do trabalho.

Interessados, enviar CV para o email:

pramet.info.br@pramet.com

Sobre a Pramet

A empresa produz ferramentas de metal duro em Sumperk, na República Tcheca, desde 1951, tendo se transformado num dos principais fornecedores para os países do bloco soviético. Isso explica em parte o conhecimento que a empresa detém em usinagem pesada – raspagem de solda de tubos, segmento ferroviário, torneamento de cilindros de laminação, caldeiraria e outros segmentos. Hoje, a empresa produz uma linha completa de ferramentas para torneamento, fresamento, furação e operações especiais.

A Pramet está no Brasil com filial em Sorocaba, onde mantém sua administração e seu estoque.

 

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NOTÍCIA 19/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=2641
<![CDATA[PLR dos trabalhadores da GM supera R$ 11 mil ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3233 Os metalúrgicos da General Motors irão receber, em janeiro, a segunda parcela da PLR 2011, no valor de R$ 5.468,00. Com isso, a PLR vai totalizar R$ 11.268,40, superando inclusive a meta de 100% estipulada pela montadora. Considerando que a PLR será paga a cerca de 9 mil trabalhadores, será injetado um total de R$ 101 milhões na economia da região.

O valor confirma o quanto os trabalhadores suaram a camisa em 2011, produzindo em São José dos Campos e São Caetano 404 mil carros no ano e garantindo milhões em lucros para a GM. No dia 2 de janeiro, a fábrica de São José dos Campos iniciou a produção do novo modelo da pick-up S10, líder de vendas na categoria.

Em 2010, os trabalhadores receberam uma PLR de R$ 9.909, equivalente a 120% das metas. Em 2011, a indústria automobilística bateu recorde de vendas no mercado brasileiro. Foram vendidos 3,4 milhões de carros, o que representa um crescimento de 2,9% em relação a 2010. Foi o quinto recorde consecutivo de vendas registrado pelas montadoras no país.

“Os metalúrgicos trabalharam muito em 2011 e continuarão na luta por direitos em 2012. Não podemos esquecer que os trabalhadores realizaram uma greve de 24 horas para pressionar a montadora a aumentar o valor de PLR proposto na mesa de negociações. Aquela foi uma grande vitória da categoria”, afirma o diretor do Sindicato, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá.

 

 

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos

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NOTÍCIA 19/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3233
<![CDATA[Indústria de ferramentaria e molde se organiza para buscar crédito]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3234 Grupo de trabalho de São Bernardo e Diadema vai criar Arranjo Produtivo Local para ter acesso às linhas do BNDES e fazer frente à crise imposta pelas importações

Integrantes do Grupo de Trabalho (GT) do setor de molde e ferramentaria reuniram-se na manhã desta quarta-feira (18,) na Câmara Municipal de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, para costurar a criação do Arranjo Produtivo Local (APL). Coordenado pela secretária de Desenvolvimento Econômico de Diadema, Solange Ferrarezi, o coletivo conta com a participação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), da Associação Brasileira de Fundição (Abifa), do Senai, da Escola Politécnica da USP, da Fundação Getúlio Vargas, além do secretário de Desenvolvimento, Trabalho e Turismo de São Bernardo, Jefferson José da Conceição, que recepcionou o grupo.
 
Foi o terceiro encontro da equipe, que pretende em 10 dias elaborar seu regimento e se formalizar juridicamente com objetivo de buscar o fortalecimento da indústria nacional, por exemplo, pelo acesso às linhas de crédito do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), principal instrumento de financiamento de longo prazo para investimentos. A discussão para criação da APL ocorre desde novembro do ano passado.
 
Segundo o diretor de relações institucionais do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Nelsi Rodrigues da Silva, o Morcegão, a discussão visa a um novo modelo de desenvolvimento nacional, com inovação tecnológica. "O sindicato quer o fortalecimento dessa indústria. Precisamos manter e gerar empregos. Empregos de mais qualidade. Queremos fazer o produto no Brasil e não ficar reféns da importação das peças." Morcegão lembrou a importância da ferramentaria para os mais variados setores. "Não se faz nada sem um molde. De um balde, na indústria plástica, às peças dos veículos, enfim, tudo."
 
Segundo Jefferson Conceição, o setor tem sido muito prejudicado no país nos últimos anos por conta não só das importações mas devido à falta de atenção de governos anteriores. "Por isso, ações como essa, que temos efetuado em parceria com o poder público, empresários e entidades representativas, têm a proposta de reverter esse cenário”, disse.
 
O APL será constituído inicialmente entre São Bernardo e Diadema. No futuro, o tema será levado ao Consórcio Intermunicipal Grande ABC, presidido pelo prefeito de Diadema, Mario Reali, que também acompanhou a reunião desta quarta.
 
Segundo a assessoria da Prefeitura de São Bernardo, o grupo pretende marcar gradativamente reuniões individuais com as montadoras e dialogar com setores de petróleo e gás, defesa e ferrovia e com empresas do segmento eólico, tecnologia da informação e linha branca.

 

 

Fonte: Rede Brasil Atual

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NOTÍCIA 19/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3234
<![CDATA[Lifan assina joint-venture com o Grupo Effa para atuar na América do Sul]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3235 As duas empresas anunciam investimentos de US$ 120 milhões no Brasil e no Uruguai até o final de 2014.
 
A Lifan acaba de assinar uma joint-venture com o Grupo Effa, definindo o Brasil como base de suas operações no continente sul-americano. Segundo o acordo fechado semana passada na sede da montadora, em Chongqing, na China, será criada uma nova empresa, chamada Lifan Motors do Brasil, para atuar no mercado nacional e nos demais países da América do Sul. A Lifan e o Grupo Effa investirão juntos, no Brasil e no Uruguai, até 2014, cerca de US$ 120 milhões nesta operação.
 
Este investimento será direcionado para modernizar e ampliar a capacidade produtiva da linha de montagem instalada no Uruguai, pesquisa e desenvolvimento de produtos, ações de marketing, ampliação e estruturação da rede de concessionárias, lançamento de quatro novos modelos e instalação de uma nova fábrica no Brasil a partir de 2014. O valor anunciado inclui apenas parte dos investimentos necessários para a construção da fábrica brasileira da Lifan. Um segundo aporte de investimentos, focado nesta unidade produtiva, será anunciado em breve. A nova fábrica entrará em operação até o final de 2014, com capacidade de produzir 100.000 veículos por ano.

A fábrica atual, instalada no Uruguai, será modernizada e terá sua capacidade de produção ampliada das atuais 20.000 unidades anuais para 50.000 carros por ano a partir de 2013. Já no segundo semestre deste ano, a linha terá sua capacidade ampliada para 30.000 veículos por ano. Instalada em San José, Região Metropolitana de Montevidéu, e inaugurada em abril de 2010, a fábrica monta atualmente os modelos Lifan 320 e Lifan 620. Após a modernização da linha, outros modelos deverão ser montados no local. A Lifan Motors do Brasil, que entra oficialmente em operação até julho, planeja lançar quatro novos modelos em 2012: o 520, o modelo Foison nas versões picape e van e, ainda, o utilitário esportivo X60.
 
No ano passado, a empresa deu início à sua primeira grande campanha publicitária no País, investindo cerca de R$ 11 milhões. A campanha, que continua no ar, tem como garoto-propaganda o apresentador Rodrigo Faro, da TV Record. Em 2011, a Lifan teve 3.757 veículos comercializados no Brasil. A meta para 2012 é atingir um volume total de 20.000 automóveis. A rede Lifan, que conta hoje com 50 concessionárias, deverá dobrar até dezembro, atingindo todas as capitais e as principais cidades brasileiras.
 
Lifan

Fundada em 1992, a Lifan Industry Group possui hoje mais de 13.200 funcionários. A Lifan se transformou rapidamente numa das maiores empresas privadas da China. O Grupo Lifan está instalado na região Ocidental do país, no município de Chongqing, um dos maiores e mais populosos da China. A empresa atua em 151 países pelo mundo. Em 2010 ela entrou com sucesso para o grupo das empresas negociadas na Bolsa de Xangai. Em 2003, o Grupo criou a Lifan Automobile, após adquirir a montadora Chongqing Special Purpose Use Vehicle Manufacturing. A empresa produz hoje os modelos 320, 520 (sedã e hatch), 620, X60 (primeiro utilitário esportivo da marca) e Foison (picape e van).

 

 

Fonte: Portal Fator Brasil

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NOTÍCIA 19/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3235
<![CDATA[ThyssenKrupp pode vender usina no Rio]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3236 A ThyssenKrupp está considerando a venda das usinas da empresa no Rio de Janeiro e no Estado norte-americano do Alabama, publicou nesta quinta-feira (19) a revista alemã Manager, citando fontes na companhia.

A Vale, que já tem participação de cerca de 25 por cento na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), pode ser uma possível compradora, publicou a revista em sua edição online.

Procurados, representantes da ThyssenKrupp na Alemanha e da Vale no Brasil se recusaram a comentar o assunto.

A notícia foi publicada um dia antes do encontro anual da ThyssenKrupp, no qual a maior produtora de aço da Alemanha deve enfrentar questionamentos de acionistas sobre a CSA e a usina no Alabama.

A ThyssenKrupp teve prejuízo líquido de 1,8 bilhão de euros (2,4 bilhões de dólares) no ano fiscal de 2010/2011 e culpou o resultado aos altos custos da fábrica no Brasil, operada por sua unidade Steel Americas, e o fortalecimento da moeda brasileira e os fracos mercados de aço nos Estados Unidos e na Europa.

As usinas da ThyssenKrupp no Brasil e no Alabama são interligadas, com a CSA produzindo placas de aço para serem acabadas nos EUA.

A usina no Rio de Janeiro, que tem capacidade para 5 milhões de toneladas de placas por ano, começou a operar em setembro de 2010, após investimento de 5 bilhões de euros e cinco anos de construção.

A CSA -projetada em 2005, quando o mercado de aço mundial não atravessava uma crise de sobreoferta e forte alta nos custos de insumos como carvão e minério de ferro- sofreu uma série de problemas ambientais que atrasaram seu cronograma.

Em setembro passado, o vice-presidente financeiro da CSA, Rodrigo Tostes, afirmou que a empresa alcançaria pico de produção em meados deste ano.

 

 

Fonte: Reuters

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NOTÍCIA 19/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3236
<![CDATA[Intec gradua empresa com tecnologia inédita no país]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3231 Após dois anos e meio de pesquisa e desenvolvimento de um equipamento usado para fazer tratamento de aço, por meio de uma técnica inédita no Brasil, ambientalmente correta e que poderá substituir os meios utilizados atualmente no País, a empresa SDS foi graduada nesta terça-feira (17) na Incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec), do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar).

A graduação é o momento em que a empresa atinge um grau de maturidade do negócio que a torna apta a se manter no mercado sem precisar mais da infraestrutura e o apoio técnico da incubadora, abrindo vaga para uma nova empresa

“Esse é sempre um momento de muita alegria. Significa que o desenvolvimento deu certo, que o projeto deu certo e que essas pessoas conseguiram ser empreendedoras no mercado, não mais simplesmente dentro de uma incubadora, e que a empresa está madura o suficiente para concorrer de igual para igual com outras ou ser até mais competitiva no mercado”, afirmou o diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, durante a solenidade de assinatura da graduação, na sede da Intec.

O sócio-gerente da SDS, Adriano Moreno, disse que a Intec foi fundamental para a sobrevivência da empresa e para a divulgação do produto. “A incubadora nos ajudou muito, viabilizando projetos perante as fontes de fomento e fornecendo o espaço físico e toda a estrutura necessária a um custo bastante inferior ao que teríamos no mercado, sem falar na divulgação. Sempre que mencionávamos onde o projeto estava incubado, percebíamos o respeito e a confiança que as pessoas depositavam na marca Intec/Tecpar e, consequentemente, em nosso produto”, disse o empreendedor.

O produto desenvolvido pela SDS é um equipamento que faz o tratamento de aços utilizando a técnica de nitretação via plasma. O equipamento tem aplicações diversas, podendo ser utilizado para a produção de facas de corte, ferramentas, injeção de alumínio e de plástico, peças de motores automotivos e peças de máquinas em geral.

O maior cliente da SDS atualmente é a Bematech, empresa especializada em automação de negócios que também já foi incubada da Intec. A SDS fabrica as lâminas de corte das máquinas que emitem o cupom fiscal da Bematech. A SDS também tem 12 equipamentos fornecidos para centros de pesquisa e universidades.

TECNOLOGIA – A nitretação de aço via plasma é uma tecnologia que consiste em implantar nitrogênio no aço para que se torne mais rígido e resistente ao desgaste. A grande vantagem em relação a outras técnicas utilizadas para o tratamento do aço é que não polui o meio ambiente.

Segundo Moreno, essa tecnologia ainda não é utilizada no Brasil, que prioriza métodos mais baratos, porém poluentes, como a nitretação líquida ou nitretação a sal. “Essas técnicas estão proibidas na Europa há mais de 30 anos porque geram um resíduo poluente chamado cianureto, que precisa ser depositado em aterro sanitário químico eternamente, representando risco aos trabalhadores envolvidos no processo e ao meio ambiente”, disse ele.

NITRETAÇÃO – O plasma é um gás que conduz corrente elétrica e pode ser adicionado a diferentes elementos. A máquina desenvolvida pela SDS aplica uma diferença de potencial dentro de uma câmera com gás, que faz com que os átomos do nitrogênio se quebrem e fiquem positivamente carregados, de forma que os elétrons atuam conduzindo a corrente elétrica dentro da câmera. O nitrogênio combina-se quimicamente com o ferro que compõe o aço na superfície do metal, formando o nitreto de ferro, que é extremamente rígido – de duas a três vezes mais duro do que o aço.

 

 

Fonte: AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DO PARANÁ

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NOTÍCIA 18/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3231
<![CDATA[Volkswagen desacelera, mas ainda bate recorde de vendas no Brasil]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3232 Foram 698.400 unidades vendidas em 2011, com alta de 0,2% em relação a 2010

A montadora alemã Volkswagen atingiu recorde de vendas no mercado brasileiro em 2011 com a comercialização de 698.400 unidades, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira pela empresa. As vendas de automóveis de passeio e comerciais leves no ano passado superaram em 0,2% os resultados de 2010, quando foram vendidos 697.400 veículos. Contudo, elas desaceleraram o ritmo na comparação anual: a empresa havia acumulado aumento de 1,9% nas vendas acumuladas no ano anterior.
 
O número de 2011, apesar de positivo, está bem aquém das projeções da montadora. No início daquele ano, com a comercialização de automóveis aquecida no país, a Volkswagen esperava um crescimento anual de 5% para o setor e de 10% para sua própria marca, segundo declarações à imprensa feitas pelo presidente da empresa, Thomas Schmall. Em meados de novembro, as projeções foram revistas. Com o fechamento do balanço anual, verificou-se que, enquanto o setor automotivo cresceu 3,36%, a companhia havia avançado 0,2%.

Única a crescer – A Volkswagen, de acordo com o comunicado enviado aos jornalistas, foi a única das quatro principais fabricantes de veículos nacionais a registrar crescimento de vendas em 2011. Em contrapartida, o avanço da comercialização de automóveis importados expandiu-se em 87% no período.
 
Participação de mercado – No segmento de automóveis, a montadora alemã registrou participação de 22,1% nas vendas nacionais, com 586.200. Somente o modelo Gol, o líder em market share, teve 293.500 unidades vendidas em 2011 e permaneceu no posto de carro mais vendido do Brasil. O Gol, aliás, completou 25 anos na liderança, desbancando o Fusca, também da Volks, como modelo que por mais tempo figurou no posto de mais vendido do Brasil.
 
No setor dos comerciais leves, a empresa apurou a venda de 112.200 mil unidades, mantendo o ritmo de crescimento de 17,1% em relação ao ano anterior.
 
A montadora também encerrou o ano como a maior exportadora do setor no país, com 35,5% de participação no mercado.

 

 

Fonte: veja.com

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NOTÍCIA 18/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3232
<![CDATA[O Usinagem Online agora está no Twitter]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=2211 Realidade mundial, as mídias sociais ocupam cada vez mais espaço na vida das pessoas. Por diversas razões, cada vez mais os contatos virtuais são fortalecidos, o que estimula o crescimento e o surgimento das novas redes.

E a partir de agora, o Usinagem Online também faz parte desse mundo. Além das notícias divulgadas no site, os leitores poderão acompanhar todos os lançamentos de produtos, cursos, calendário de eventos e novidades relacionadas à usinagem.

Acesse agora: http://twitter.com/usinagemonline

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NOTÍCIA 17/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=2211
<![CDATA[MWR conquista prêmio de melhor fornecedor do ano da Embraer]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3226 A empresa se destacou na categoria Ferramentas de Corte
 
A empresa paulistana Metalúrgica Wagner Rossi (MWR) decola para 2012 levando em sua bagagem o prêmio Melhor Fornecedor do Ano de 2011, na categoria Ferramentas de Corte, da Embraer – considerada uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo.
 
Wagner Rossi e Felipe de Rossi, diretor-presidente e diretor executivo da MWR, respectivamente, receberam o troféu – a miniatura de um avião – do senhor Denilson David, gerente sênior de suprimentos indiretos, durante a cerimônia de premiação, realizada em dezembro passado, no auditório da própria Embraer.
 
“A história da MWR com a Embraer é nova porém com muitos bons resultados. Desde 2006, estamos trabalhando para conseguir o objetivo conquistado em 2011. Hoje somos responsáveis por um contrato de, aproximadamente, 400 itens com zero por cento de atraso e com qualidade assegurada. Nosso compromisso em 2012 é continuar tendo o mesmo comprometimento que dedicamos a nossos clientes, com respeito e honestidade. Eles estão sempre em primeiro lugar para a MWR”, declarou Felipe de Rossi.
 
Os finalistas da categoria Ferramentas de Corte foram avaliados por um júri especial e os três mais bem colocados concorreram ao prêmio Melhor Fornecedor do Ano de 2011.
 
Saiba mais sobre a MWR
 
Fundada em maio de 1988, a MWR, empresa genuinamente brasileira, iniciou sua trajetória com a produção de ferramentas de corte especial rotativas para o mercado em geral, mas com um foco maior no setor automobilístico (autopeças e montadoras).
 
Sempre atenta às evoluções tecnológicas, de lá pra cá, a MWR não parou de investir na modernização de seu equipamento, acompanhando as exigências do mercado e as necessidades de seus clientes. Atualmente, a empresa conta com máquinas CNC, o que garante maior qualidade e produtividade de seus produtos.
 
Tal espírito empreendedor impulsionou o crescimento e o fortalecimento da empresa no mercado nacional. Além do setor automobilístico, hoje a MWR atua também nos segmentos aeroespacial e ferroviário. Sua linha de produtos resume-se a furação, fresamento, reafiação e usinagem de precisão. E seus produtos são ferramentas especiais de aço rápido, ferramentas de metal duro inteiriço e ferramentas de metal duro pastilhado.
 
Conheça mais a MWR no site www.mwrferramentas.com.br

 

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NOTÍCIA 17/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3226
<![CDATA[Siderurgia caminha para mais um duro ano em 2012]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3227 O setor siderúrgico brasileiro deve ter mais um ano duro pela frente em 2012, principalmente no segmento de aços planos, enquanto a combinação difícil de custos elevados de insumos e preços de aço estagnados persiste em meio às incertezas sobre a economia global.

A avaliação de analistas consultados pela Reuters é que a importação de aço e, principalmente, de produtos acabados que usam aço, como carros, seguirá guilhotinando qualquer tentativa de alta mais consistente nos preços.

O viés positivo é que após o fraco desempenho industrial do final de 2011, o governo acene com medidas de incentivo à economia como redução de juros, o que pode melhorar a demanda e o resultado das siderúrgicas a partir do segundo semestre.

Segunda metade do ano apenas porque os sinais apresentados neste mês não dão motivos para analistas acreditarem em força na demanda ao menos até junho.

Esta semana, por exemplo, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço, Carlos Loureiro, afirmou à Reuters que o volume de encomendas feitas às siderúrgicas está abaixo do esperado, indicando um primeiro trimestre mais fraco que o normal para o setor.

Outro motivo de preocupação são as chuvas que atingem Minas Gerais e que estão prejudicando a produção e o transporte de minério de ferro, item que há vários trimestres tem ajudado nos resultados das siderúrgicas, principalmente da CSN.

A Vale declarou força maior na quarta-feira e a Usiminas informou na quinta-feira que teve de aumentar transporte terrestre após interrupções de ferrovias.

A CSN, cujas operações de mineração são concentradas em Minas Gerais, informou que o volume de minério que deixou de ser embarcado "não é grande e não impacta estimativas da empresa".

"O quarto trimestre mostrou desaceleração da indústria, a economia sentiu os efeitos da política monetária", disse o analista Rafael Weber, da corretora Geração Futuro.

"Podemos ter, talvez, se a atividade se recuperar no Brasil e não tivermos um aprofundamento da crise lá fora, um segundo semestre de resultados melhores, com impacto positivo da queda do juros", acrescentou.

Para a corretora Ativa, que assim como o JP Morgan reduziu este mês seus preços-alvos para as ações do setor, 2012 será mais um ano "desafiador" para as siderúrgicas locais em que não se espera nenhum reajuste no preço significativo do aço no mercado interno.

PREFERIDA

A preferência do mercado, segundo avaliação dos analistas, recai sobre as ações da Gerdau, pela exposição da empresa ao setor de aços longos, favorecido pelos investimentos do país em infraestrutura e sinais de recuperação nos Estados Unidos. Em 2011, a ação da empresa acumulou queda de quase 35 por cento.

Para a analista Daniella Maia, da Ativa, outro fator de preferência pela Gerdau é a divulgação prevista para este semestre do plano de monetização das reservas de minério de ferro do grupo, que já é 70 por cento autossuficiente na commodity e poderá usar excedente para exportar.

O cenário muda de figura no caso da Usiminas, que viu recuo de 45 por cento no preço de sua ação preferencial em 2011.

"Quem está posicionado em Usiminas, acho que já está mais do que na hora de sair desse papel. Deu um rali no final do ano passado e quem conseguiu sair ótimo, quem não conseguiu melhor realizar prejuízo", disse a analista, citando o fraco desempenho operacional da empresa que tenta melhorar sua estrutura de custos para ganhar competitividade.

Sobre CSN, cuja ação perdeu mais de 40 por cento no último ano, a analista afirmou que há riscos embutidos na empresa sobre o projeto de expansão da mina de minério de ferro de Casa de Pedra, que sofre atrasos diante da demora de ampliação de porto exportador, e o papel da companhia na Usiminas, depois de seguidas compras de ações da rival, opinião também compartilhada pelo Morgan Stanley.

INCERTEZA

Apesar do Instituto Aço Brasil (IABr) ter divulgado no final de 2011 expectativa de aumento das vendas de aço no país de 8,4 por cento sobre 2010, para 23,3 milhões de toneladas, e produção avançando 6 por cento, a 37,5 milhões, os números podem não se confirmar diante da volatilidade pela qual o setor atravessa.

"É uma previsão que provavelmente deve ser revista este ano. Ninguém sabe ao certo o que vai acontecer... No primeiro semestre, o setor deve repetir o que vimos no quarto trimestre: por mais que a importação de aço tenha diminuído, a pressão tende a continuar grande", afirmou o analista Victor Penna, do Banco do Brasil.

 

 

Fonte: Reuters

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NOTÍCIA 17/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3227
<![CDATA[Feira Internacional da Borracha acontece de 11 a 13 de abril ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3230 Posicionada entre as três maiores do mundo em seu segmento, a Expobor – Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha chega à 10ª edição em 2012, entre os dias 11 e 13 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.
 
O evento reúne mais de 100 expositores – os mais representativos fabricantes de artefatos de borracha e seus fornecedores – numa área de 16 mil m², para apresentar as inovações e tendências tecnológicas do universo da indústria da borracha. São empresas de artefatos de borracha, automação, matérias primas, máquinas e equipamentos, sistema de energia, ferramentaria, entre outras.
 
Milhares de visitantes do Brasil e de vários países, como Alemanha, Suíça, Estados Unidos, Colômbia, Venezuela, Costa Rica, Equador, entre outros, participam da feira.
 
Paralelamente à Expobor, acontece a Pnewshow-Recaufair 2012 – 10ª Feira Internacional da Indústria de Pneus.
 
SERVIÇO:
 
EXPOBOR 2012 – 10ª Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha
 
Data: 11 a 13 de abril
 
Horário: 10h às 20h
 
Local: Expo Center Norte
 
Organização: Francal Feiras
 
Patrocínio: Abiarb – Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha
 
Apoio: Sindibor – Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha no Estado de São Paulo; ABTB – Associação Brasileira de Tecnologia da Borracha; e Apabor – Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha
 
Evento paralelo: Pnewshow-Recaufair 2012 – 10ª Feira Internacional da Indústria de Pneus
 
Informações pelo telefone: (11) 2226-3100     
 
Site: www.expobor.com.br

Twitter: @expoborfeira
 
Facebook: feiraexpobor
 
ENTRADA GRATUITA E RESTRITA AOS PROFISSIONAIS DO SETOR. PROIBIDA A ENTRADA DE MENORES DE 14 ANOS.
 
Mais informações para imprensa:
 
Gabriela Potti / Jota Silvestre / Felipe Ribeiro

Tel: 11 5575-1233 | Fax: 11 5575-1233
 
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NOTÍCIA 17/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3230
<![CDATA[Estoques preocupam indústria e podem atrasar retomada]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3229 A indústria se esforçou para reduzir estoques nos últimos meses de 2011, mas alguns setores importantes entraram neste ano com produtos não escoados ainda acima do desejado, como o têxtil, o químico, o de celulose e papel, o de mobiliário e o de produtos farmacêuticos e veterinários. Com isso, esses segmentos devem levar mais tempo para retomar um ritmo forte da produção, o que pode segurar uma recuperação mais firme da atividade industrial no começo do ano.

No caso da indústria automobilística, para o qual há informações quantitativas de estoques, os dados da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) mostraram queda em dezembro. No entanto, o volume de unidades nos pátios de montadoras e concessionárias segue em níveis altos, ainda que em número de dias de vendas a situação esteja perto da normalidade.

Para o coordenador de sondagens conjunturais da Fundação Getulio Vargas (FGV), Aloisio Campelo, a indústria terminou o ano passado com uma situação de estoques mais equilibrada do que no terceiro trimestre, auge do problema, mas alguns setores importantes ainda enfrentam dificuldades. Há aqueles que não conseguiram reduzi-los, como o têxtil, e os que tiveram alta forte no fim do ano, como químico e o de mobiliário.

O setor químico viu o número de empresas que relatam inventários indesejados na sondagem da FGV saltar de 3,2% para 10,4%, feito o ajuste sazonal, bastante acima da média de 4,2% registrada desde janeiro de 2003. Para completar, a fatia de companhias do segmento que informaram estoques insuficientes caiu de 1,1% para 0,3%.

Já o setor têxtil, que em setembro tinha 24,8% das empresas com estoques excessivos, encerrou o ano com 27,8% delas nessa situação, percentual bastante acima da média de 18,7% observada desde 2003. A fatia das companhias que relataram estoques insuficientes caiu de 6,4% em novembro para 3,6% em dezembro.

O têxtil é um dos quatro setores que, segundo Campelo, estavam "superestocados" em setembro, ao lado de metalurgia, material de transporte (onde está a indústria automobilística), e vestuário e calçados. Desses quatro, apenas o têxtil não conseguiu vender suas mercadorias no quarto trimestre.

Campelo vê dois motivos principais para o acúmulo de estoques a partir da segunda metade do ano passado. O primeiro, uma demanda mais fraca do que a estimada pelas empresas - no terceiro trimestre, o consumo das famílias recuou 0,1% em relação ao trimestre anterior, feito o ajuste sazonal, enquanto o investimento caiu 0,2%. Além disso, o aumento das importações também rouba espaço do produto nacional, podendo ter contribuído para a formação de inventários indesejados.

O setor de mobiliário terminou o ano com uma situação de estoques semelhante ao do setor têxtil. Em dezembro, 26,5% das empresas relataram à FGV ter inventários exagerados, enquanto apenas 1% informou que eles eram insuficientes.

O diretor da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel) em Brasília, Lipel Custódio, diz que o setor de fato virou o ano com estoques acima do desejado. O varejo segurou encomendas e o consumidor ficou um pouco mais retraído, em função das notícias sobre a crise internacional, acredita ele, citando também o mau desempenho das exportações. Para Custódio, a situação deve estar normalizada depois do Carnaval. Janeiro e fevereiro, segundo ele, são meses naturalmente de produção mais fraca. A queda dos juros iniciada em agosto pode ajudar nesse movimento, se implicar condições mais favoráveis de crédito, diz Custódio.

No setor metalúrgico (que engloba o setor siderúrgico), o quadro é bem mais favorável. Em setembro, 18,7% das empresas consultadas pela FGV relataram estoques excessivos, e nenhuma informou ter inventários insuficientes. Já em dezembro, as companhias que reclamavam de estoques indesejados eram 9,8%, perto da média de 9,5% registrada desde janeiro de 2003, enquanto 4,3% informavam um volume insuficiente.

O presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, diz que o seu segmento encerrou 2012 com estoques praticamente ajustados, equivalentes a três meses de vendas. Segundo ele, o setor considera normal algo entre 2,5 e 2,8 meses. Como em dezembro as vendas são tradicionalmente um pouco menores, Loureiro diz que não há problemas no nível do fim de 2011. Para janeiro, ele espera que os estoques recuem para o equivalente a algo como 2,7 meses de vendas. Na distribuição de aço, o nível mais alto de 2011 foi atingido em março, com estoques próximos a cinco meses. Ao longo do ano, porém, os estoques foram sendo ajustados, com produtores e distribuidores locais ganhando espaço do aço importado, que havia crescido muito em 2010, por conta da diferença de preços. "Em 2011, a importação caiu quase 50%, e a distribuição nacional, por sua vez, cresceu pouco mais de 10%", diz Loureiro.

Para 2012, ele espera uma expansão de 6%, com expectativa de demanda mais forte da construção civil residencial, infraestrutura e de quem produz equipamentos para esses segmentos. Não há mais espaço para um ganho tão fácil em cima dos importados, diz.

No caso da indústria automobilística, a situação é um pouco dúbia. Na sondagem da FGV, a fatia de empresas do setor de material de transporte (em que se destaca a indústria automobilística) que informam estoques excessivos ficou em 10,2% em dezembro, metade dos 20,5% registrados em setembro e abaixo da média de 11,4% da média desde 2003.

Números da Anfavea, porém, mostram um quadro menos claro. O número de veículos nos pátios das montadoras e concessionárias recuou de 373,5 mil em novembro para 347,7 mil em dezembro. Em termos de dias de vendas, a queda foi de 35 para 30 dias, nível tido como normal pelo setor.

O economista-chefe da corretora Convenção Tullett Prebon, Fernando Montero, contudo, acha que o número em termos absolutos ainda é alto, especialmente para o último mês do ano. Ele observa que, em geral, os estoques sobem de dezembro para janeiro. "De 2002 para cá, isso só não ocorreu em 2009." Para Montero, uma parte razoável já ajustou estoques, mas esse não parece ser o caso do setor automobilístico.

O economista Aurélio Bicalho, do Itaú Unibanco, também não vê um quadro dos mais positivos em termos de estoques para a indústria automobilística. Nas suas contas, eles aumentaram em dezembro, feito o ajuste sazonal. É um sinal desfavorável para a produção de veículos em janeiro, que veio de uma alta forte no mês anterior, de 6,6% sobre novembro na série calculada pelo Itaú Unibanco.

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 17/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3229
<![CDATA[ArcelorMittal prevê ampliar a produção em 65% no Brasil]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3220 A ArcelorMittal Mineração do Brasil não planeja no curto prazo aquisição de novos ativos de minério de ferro no Brasil, mas isso não significa desinteresse pelo país. A estratégia está na expansão de minas próprias, aproveitando uma conjuntura de crise do mercado de aço na Europa. Pioneira da verticalização da cadeia do aço, a maior siderúrgica do mundo tem projetos de expandir em 65% a produção da matéria-prima em suas duas unidades em Minas Gerais: Andrade, próxima de Monlevade, e Serra Azul, próxima de Belo Horizonte, disse ao Valor Sebastião Costa Filho, presidente da companhia de mineração. O volume vai passar de 4,3 milhões este ano para 7,1 milhões de toneladas em 2013.
 
Outro foco da subsidiária, afirmou o executivo, é trabalhar para garantir uma logística de escoamento do minério pelo litoral do Rio de Janeiro. A ideia é ter porto próprio ou usar porto público. Hoje, a empresa embarca o minério que exporta pelo porto da Vale, em Itaguaí, tendo que participar de leilões para garantir embarques. Este ano, por exemplo, planeja exportar 800 mil toneladas, garantidas em cinco leilões. Por isso, vende a maior parcela da produção da commodity ao mercado interno.
 
No momento, a ArcelorMittal se prepara para participar [com outras mineradoras mineiras de Serra Azul] do leilão do Porto do Meio, um futuro porto público situado em Itaguaí (RJ), em terreno que fica entre os portos da Vale e da CSN. Esse porto será licitado em fevereiro pela Cia. Docas do Rio, informou Costa. "Estamos apostando em nova logística".
 
No cargo deste agosto de 2010, quando substituiu José Francisco Viveiros, o engenheiro mecânico de 53 anos, formado pela PUC-MG, toca o projeto de duplicação da mina do Andrade, um investimento de US$ 75 milhões, com início de operação para setembro. A nova mina vai garantir produção de 3,5 milhões de toneladas de minério de ferro anuais em 2013.
 
Atualmente, essa mina, que ficou arrendada à Vale até novembro de 2009, produz 1,5 milhão de toneladas/ano. Sua previsão é que já fará 2,3 milhões neste ano. A frente de lavra antiga será desativada. A produção total deste ano das duas minas - 4,3 milhões de toneladas - será inferior às 5,2 milhões de 2011 em razão das maior das obras em execução nas minas do que das chuvas.
 
Na mina de Serra Azul, cuja capacidade de produção é de 3,6 milhões de toneladas anuais, a produção vai encolher para 2 milhões de toneladas por causa do fim do estoque de finos e início do projeto da fase 2 que entra em operação só em dezembro. "Esse projeto não vai representar acréscimo de produção, mas um melhor aproveitamento do minério bruto, já que as pilhas de finos armazenadas ao longo dos anos de existência da mina chegaram ao fim", explicou o executivo..
 
Com o término das obras em 2013, a ArcelorMittal vai dar um salto de 65% no volume produzido, alcançando o volume de 7,1 milhões de toneladas a partir do ano seguinte. O executivo disse que esta performance está de acordo com a estratégia global da ArcelorMittal, que possui minas em quase 10 países no mundo. "A companhia acredita no negócio da mineração e tem necessidade de ter cada vez mais matéria-prima para cumprir a meta de chegar a 75% de produção de minério próprio em 2015 para suprir suas siderúrgicas no mundo".

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 16/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3220
<![CDATA[Grupo Combustol & Metalpó investe no aumento da capacidade produtiva]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3221 Área de produção e exportação de fornos industriais, equipamentos térmicos em geral e soluções para sistemas de combustão para os segmentos de metalurgia, petroquímica e siderurgia foi ampliada para mais de 2,5 mil metros quadrados

O Grupo Combustol e Metalpó , um dos principais grupos industriais do país nos segmentos de fornos industriais, refratários, tratamento térmico e metalurgia do pó, readequou o layout da fábrica de equipamentos. Graças ao reposicionamento dos equipamentos, a área que tinha cerca de 1.340 metros quadrados passa a ter 2.520 metros quadrados. “Com o novo espaço, podemos injetar mais funcionários e, assim, a empresa amplia a sua capacidade de produção”, explica o engenheiro e gerente da fábrica, Jairo Foreste. A unidade responsável pela produção e exportação de fornos industriais, equipamentos térmicos em geral e soluções para sistemas de combustão para os segmentos de metalurgia, petroquímica e siderurgia.

As mudanças na fábrica, cujo piso foi reforçado para suportar o peso dos equipamentos de grande porte, trouxeram outros benefícios, como a redução de até 60% das movimentações de chapas e laminados na área. “Além dessas vantagens técnicas, a unidade apresenta um novo ‘cartão de visitas´, com um layout melhor e de fácil visualização. A ampliação facilitou o acompanhamento dos trabalhos em toda a planta”, conclui Foreste.

Para o gerente de Relações Institucionais e Mercados do Grupo Combustol & Metalpó, Marcelo Lobo Peçanha, os novos layout e estrutura da unidade fabril da divisão de Equipamentos da Combustol, certamente, oferece grandes benefícios aos atuais e futuros parceiros, porque aumenta ainda mais as oportunidades e a disponibilidade para novos projetos. “A Combustol deixa as portas abertas a todos os interessados em conhecer o novo layout e saber mais sobre o potencial da empresa, principalmente, na área de equipamentos”, convida Peçanha.

Perfil do Grupo Combustol & Metalpó [www.combustol.com.br]-Fundado em 1959, ocupa há mais de 50 anos posição de destaque nos mercados nacional e internacional e é uma das principais corporações do país nos segmentos de fornos industriais, refratários, tratamento térmico e peças sinterizadas, que são produzidas por meio da metalurgia do pó.

Atende todas as grandes empresas siderúrgicas do país, além de fornecer para os segmentos metalúrgico, de não ferrosos (vidro e alumínio), petroquímico e de gás. O Grupo mantém parcerias tecnológicas com várias companhias internacionais de ponta e exporta para mais de dez países, entre eles, Argentina, México, China, Indonésia e integrantes da União Europeia.

Emprega mais de 600 funcionários, em três unidades localizadas nas cidades de São Paulo (abriga a matriz do Grupo, que ocupa uma área de 30 mil metros quadrados), Rio de Janeiro (especializada exclusivamente em tratamento térmico) e no município mineiro de Contagem (dedicada a serviços na área de tratamentos térmicos e à fabricação de fornos e equipamentos industriais).

 

 

Fonte: Portal Fator Brasil

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NOTÍCIA 16/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3221
<![CDATA[ZF Sachs amplia fornecimento para Volkswagen]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3222 Embreagens SACHS equipam também os modelos Gol, Fox e Polo com motor 1.6 e transmissão manual

A ZF Sachs, maior fabricante de embreagens automotivas na América do Sul e pertencente ao Grupo ZF, ampliou, desde novembro, o fornecimento de componentes para a Volkswagen. A empresa, que já equipa alguns modelos 1.0 da montadora, passou também a suprir embreagens para os modelos Gol, Fox e Polo, com motorização 1.6 e transmissão manual.

Segundo Hélio Sacagami, diretor de engenharia da ZF Sachs no Brasil, esta ampliação é fruto de uma parceria de sucesso entre as duas empresas. “Nosso departamento de engenharia e design trabalha em conjunto com os profissionais da Volkswagen no desenvolvimento de novos componentes que proporcionem maior conforto e suavidade de condução para o motorista e robustez dos veículos. Esta nova conquista é reflexo do trabalho e compromisso de todos os nossos colaboradores para o elevado padrão de qualidade de nossos produtos, pontualidade de entrega, assistência e suporte técnicos à Volkswagen e também aos clientes do mercado de reposição”, explica o executivo.
 
Os veículos Gol, Fox e Polo com motorização 1.6 e transmissão manual passaram a ser também equipados com a embreagem MF 200 da ZF Sachs. A empresa continua fornecendo o modelo MF190 para os veículos Volkswagen com motor 1.0.
 
O Grupo ZF é um dos líderes mundiais no fornecimento de sistemas de transmissão e tecnologia de chassis para o setor automotivo. Com mais de 64 mil colaboradores e 125 operações em 26 países, registrou vendas de 12,9 bilhões de euros em 2010. Na América do Sul, a ZF possui cinco unidades em Sorocaba, São Bernardo do Campo, Araraquara (SP), Belo Horizonte (MG) e San Francisco (Argentina), e tem como presidente Wilson Bricio. Com cerca de 4,7 mil colaboradores e vendas de R$ 1,8 bilhão, fabrica transmissões para veículos comerciais, sistemas de direção, sistemas de embreagens, amortecedores e componentes de chassis para veículos comerciais e de passeio, além de eixos e transmissões para máquinas agrícolas e reversores marítimos.
 
 


 
 
Fonte: Secco Consultoria de Comunicação
 

 

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NOTÍCIA 16/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3222
<![CDATA[Brasil, China e Índia dominarão 60% do mercado de maquinas para construção em 2015]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3223 O forte crescimento das economias do Brasil, China e Índia está provocando uma inversão total na divisão do mercado mundial de máquinas e equipamentos utilizados no setor de construção e de obras de infraestrutura.

Segundo um estudo de várias fontes nacionais e internacionais consolidado pela Sobratema - Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção, em 2015, 60% das vendas mundiais de equipamentos para esse segmento acontecerão no Brasil, China e Índia.

“A crise de 2008 acelerou um processo de concentração desse mercado nos países emergentes”, diz Brian Nicholson, consultor econômico da entidade. Além do Estudo de Mercado da própira Sobratema, Nicholson usou dados da Off-Highway Research, de Londres, e da Abimaq.

Essa participação prevista representa uma inversão total da situação vivida em 2004. Naquele ano, os três países juntos representavam apenas 23% da demanda por máquinas e equipamentos para construção e obras de infraestrutura.

O consultor salienta ainda que a tendência deverá se acentuar ainda mais com o agravamento da crise na Europa e os bons números do desempenho nos países emergentes, especialmente os referentes à economia chinesa.

 

 

Fonte: UOL

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NOTÍCIA 16/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3223
<![CDATA[Mata Norte ganhará fábrica de autopeças avaliada em R$ 300 milhões]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3224 O governador de Pernambuco, Eduardo Campos lançou na última quinta-feira (12), a pedra fundamental de mais um empreendimento no setor automotivo. A novidade é a fábrica da WHB, empresa do segmento de autopeças que investirá R$ 300 milhões numa unidade em Glória do Goitá, na Zona da Mata Norte. A região abrigará uma montadora da Fiat, cujos investimentos previstos podem chegar a R$ 4 bilhões.

Segundo informações do governo do estado, o negócio deve gerar 1,8 mil postos de trabalho até 2018. O início das operações da fábrica, que deve empregar ainda neste ano 250 funcionários, está previsto para julho.

O plano de negócios da WHB para a unidade prevê o inicio das operações com a produção de virabrequins (um dos componentes do motor) e, na sequência, produção de cabeçotes, bielas e outras peças do setor automotivo, de acordo com nota repassada agora à noite pelo Palácio do Campo das Princesas.

 

 

Fonte: Diário de Pernambuco

                                                              

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NOTÍCIA 16/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3224
<![CDATA[Sob pressão, empresa fecha fábrica no ABC]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3225 Câmbio desfavorável e concorrência de produtos chineses agravaram situação da Magneti Marelli

Pressionada pela crise mundial, pela valorização do real e pela competição dos produtos chineses, a Magneti Marelli, subsidiária do grupo Fiat que produz autopeças, vai fechar no fim do mês a sua fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. De 450 funcionários diretos e 150 terceirizados, só 100 ainda não foram demitidos e devem continuar trabalhando até o fim de janeiro, apenas para cumprir alguns contratos que ainda restaram à empresa.

Os problemas na fábrica de São Bernardo começaram há cerca de oito anos, depois que ela direcionou 80% das vendas de seu único produto (camisas de cilindro, usadas entre o bloco e o pistão de motores) ao exterior. Segundo a empresa, em 2007 a produção chegou a 1 milhão de peças. Mas a crise de 2008 fez a demanda cair para 200 mil peças. "Os resultados da unidade foram seriamente afetados", alega a Magneti Marelli em nota. "A alta valorização do real ante o dólar fez o negócio chegar a níveis insustentáveis.".

A Magneti Marelli não é um caso isolado. Outras empresas seguem o mesmo caminho de fechar fábricas no País ou buscam alternativas para ganhar competitividade. A Vulcabrás Azaleia, por exemplo, vai transferir este ano parte de da sua produção de calçados para a Índia, onde o custo de produção é menor que no Brasil. Antes, porém, fechou sete fábricas no País e demitiu quase 9 mil trabalhadores em 2011.

Os culpados são os velhos conhecidos problemas estruturais, que incluem a carga tributária, a infraestrutura precária, a custosa legislação trabalhista e os juros reais mais altos do mundo, que não devem ter solução no curto prazo. Nesse processo, os salários maiores e o câmbio também são coadjuvantes.

"O custo de produzir no Brasil é um dos mais altos do mundo", diz José Ricardo Roriz Coelho, diretor do departamento de competitividade e tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). "Se de um lado o trabalhador tem conseguido aumentar a sua renda, de outro ele não tem acesso a produtos que são caros e prefere levar importados para casa ou viajar e comprar produtos lá fora."

O presidente do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Pedro Passos, afirma que a remuneração de executivos já é mais alta que no exterior. "Em alguns casos de setores mais próximos que eu conheço, a remuneração do executivo aqui é 30% a 40% mais cara que a de um executivo americano no mesmo padrão de formação e experiência."

Passos, sócio fundador da fabricante de cosméticos Natura, se referia aos setores de embalagens e derivados de químicos. Contudo, ele considera que são poucos os setores em que há vantagem evidente de se produzir hoje no Brasil. Basicamente os que estão ligados diretamente ao mercado interno e têm benefícios de logística ou aqueles que têm uma barreira de proteção muitas vezes vantajosa.

A Natura, cujas vendas no País correspondem a 93% do faturamento, está entre os primeiros. "Mesmo assim já estamos produzindo fora do Brasil, por meio de parcerias com empresas locais em países como México, Colômbia e Argentina", conta Passos. "Por incrível que pareça, e eu não estou falando dos asiáticos, na maior parte dos produtos o custo de produção nesses países é menor que no Brasil."

Segundo ele, os produtos fabricados nesses países se destinam preferencialmente ao consumo interno, mas também poderão ser exportados para toda a América Latina.

 

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

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NOTÍCIA 16/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3225
<![CDATA[Capacidade de produção no Brasil cresce 55% em nove anos]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3218 A velocidade com que o Brasil está recebendo novas fábricas elevará a capacidade de produção de veículos em 55% entre 2007 e 2015. Nesse período o parque do setor será ampliado para uma produção anual extra de 1,698 milhão de unidades. É como se todas as fábricas da Rússia ou do Reino Unido fossem transferidas para o território brasileiro. Ainda assim sobraria espaço para mais uma ou duas.
 
Em 2007, as linhas de montagem do país estavam preparadas para fabricar 3,042 milhões de veículos por ano. Este ano, a capacidade chegará a 3,999 milhões, passando para 4,480 milhões em 2014 e 4,740 milhões em 2015, segundo previsões do Morgan Stanley.
 
O banco de investimentos americano começou a alertar os clientes nos Estados Unidos sobre os riscos de a estrutura do parque automotivo brasileiro ficar grande demais. A instituição financeira também apontou a aceleração da expansão da capacidade das fábricas na China como um risco.

A Rússia, parceira do Brasil no bloco Brics, produziu 1,4 milhão de veículos em 2010, segundo dados da OICA, organização que agrega as representações dos fabricantes de veículos em todo o mundo. No mesmo ano, o Reino Unido, outro país com vocação para a indústria automobilística, somou 1,393 milhão de unidades.
 
A preocupação dos pesquisadores do setor automotivo do Morgan Stanley em relação ao Brasil foi exibida esta semana, em Detroit, durante um congresso promovido pela publicação especializada "Automotive News" e que reuniu executivos do setor na véspera da abertura do salão do automóvel.
 
O diretor responsável pela área automotiva do Morgan Stanley, Adam Jonas, usou o caso brasileiro para alertar os executivos do setor sobre o risco de os fabricantes confiarem demais no avanço da demanda nas regiões emergentes como forma de compensar a estagnação das vendas em outros mercados. "Não contem com os mercados emergentes", disse Jonas. Para ele, o perigo aumenta à medida que a expansão industrial ocorre num momento em que o governo acaba de anunciar medidas de proteção.
 
Jonas criticou e até ironizou a medida do governo que elevou em 30 pontos percentuais o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros importados e também dos que forem produzidos em fábricas que não alcançarem o conteúdo nacional médio de 65%.

O executivo também disse à plateia que lotava um dos salões do Renaissance Center, no centro de Detroit, que a medida governamental foi tomada para atingir diretamente os produtos chineses, cuja participação no mercado brasileiro em poucos meses passou de menos de 1% para quase 6%. Ele ainda contou à plateia sobre os planos de uma marca chinesa - a JAC - de construir uma fábrica na Bahia com investimento de US$ 500 milhões. "Todo o mundo está construindo uma fábrica no Brasil", destacou. E perguntou quantos conheciam esses veículos. Poucos ergueram as mãos.
 
Mais tarde, Jonas disse ao Valor que a elevação da carga tributária foi repentina, inesperada. Para ele, independentemente de a capacidade produtiva ser efetivamente necessária para atender ao crescimento de demanda, esperado pelo setor automotivo, "esta é uma questão com a qual o Brasil tem que se preocupar". O executivo também não espera que essa produção extra possa ser escoada no mercado de exportação. "Sabemos que mais de 70% da produção da indústria automobilística no Brasil depende do mercado interno."
 
Não é apenas em relação ao Brasil que o dirigente do banco americano chamou a atenção dos executivos do setor. Apesar das previsões de crescimento de vendas de veículos na China em 2012, Jonas disse que a expansão da demanda no país asiático está "desacelerando rapidamente". Por isso, também preocupa a velocidade do crescimento da capacidade na China.

As vendas de veículos na China devem crescer mais de 10% em 2012. Mas, disse, esse avanço não será tão lucrativo em razão do aumento da expansão industrial. "A capacidade chinesa está programada para crescer duas vezes mais rápido do que a demanda em 20112 e, certamente, atingirá ritmos mais velozes que as vendas em 2013", disse o executivo. Para ele, isso deverá representar uma pressão de custos. No Brasil, a indústria espera um aumento de mercado de 4% a 5% este ano.
 
Mesmo assim, Brasil e China, segundo previsões do banco americano, continuarão a puxar o crescimento do mercado este ano. Jonas lembrou que o Brasil foi um dos mercados mais lucrativos para a indústria automobilística nos últimos anos. É por isso que, independentemente das análises sobre eventual excesso de capacidade, o foco da indústria continua voltado para o Brasil.

As previsões do Morgan Stanley para Europa foram sombrias. Segundo Jonas, os volumes de vendas anuais na Europa vão cair este ano, para 13,3 milhões de veículos. Em 2011, os mercados europeus somaram 14,2 milhões de unidades. Este é um número que, na análise do executivo, só deverá ser alcançado em 2014.

Em relação aos Estados Unidos, apesar da festa que os executivos que participam do salão de Detroit têm feito em relação à recuperação das vendas, Jonas disse que, mesmo com a recuperação dos últimos meses, no ano passado as vendas de veículos no país, que perdeu para a China a liderança mundial, ficaram iguais ao que eram na década de 70: 12,8 milhões.

Em 2011 foram vendidos em todo o mundo 70,534 milhões de veículos. Espera-se uma expansão forte nessa década. O mercado mundial anual poderá chegar, segundo previsões da indústria, a 100 milhões em 2020.

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 13/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3218
<![CDATA[Agenda de Treinamentos CAD/CAM Siemens PLM - PLMX Soluções]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3219 A PLMX Soluções revenda autorizada Siemens PLM está divulgando sua agenda de treinamentos dos softwares CAD/CAM para o 1° Semestre de 2012.

Os treinamentos ministrados serão do Software Solid Edge ST e NX CAM 3 eixos e 5 eixos.

Todos os treinamentos serão ministrados nas dependências da Siemens PLM em São Caetano do Sul, acessem a página da PLMX no facebook no seguinte endereço:  http://www.facebook.com/PLMXSolucoes?sk=events  para agenda e descrição dos cursos ou o nosso site: www.plmx.com.br

PLMX no twitter: @PLMXSolucoes

 

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NOTÍCIA 13/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3219
<![CDATA[A Pramet Tools atingiu a marca de 20 milhões de pastilhas de metal duro produzidas no ano de 2011]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3215 A Pramet Tools produziu na sexta feira, dia 11 de novembro de 2011, o inserto de número 20.000.000. Esta foi a primeira vez na história da empresa onde 20 milhões de insertos foram produzidos em um único ano.  O inserto comemorativo, marcado como SNMX 251.224-R00 (classe 6640), foi desenvolvido para uso nas aplicações de escarfagem em tubos.

"É uma coincidência interessante, o inserto comemorativo foi produzido durante o dia mágico 11.11.11. O recorde é baseado no bom trabalho desenvolvido pelos mais de 700 funcionários da nossa empresa, deixe-me agradecer a todos nesta ocasião ", disse Petr Benes, CEO da Pramet Tools (foto).

A empresa Pramet Tools produz ferramentas de metal duro. O portfólio de produtos é composto por pastilhas intercambiáveis​​, ferramentas para torneamento, fresamento e furação. Parte da estratégia de produção está focada em ferramentas de desgaste.

- A sede da empresa está localizada em Šumperk, Republica Tcheca.
- 60% da produção é exportada para mais de 50 países.
- A empresa tem mais de 700 empregados e seu volume de negócios é superior a CZK 1.000 MIO.

No Brasil, a empresa iniciou as atividades em abril de 2009 e vem conquistando espaço a passos consistentes desde então.

Mundialmente, a Pramet cresceu 40% seu faturamento em 2011 comparado com o ano de 2010. No Brasil, o crescimento foi ainda mais expressivo, alcançando 105% no mesmo período.

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NOTÍCIA 11/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3215
<![CDATA[GM adia decisão sobre fábrica em SC]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3216 A crise na Europa e a valorização do real em relação ao euro estão ajudando a direção da General Motors a adiar os planos de construir uma fábrica de módulos de transmissão no Brasil. Mais de um terço do volume desses componentes usado pela montadora no Brasil são trazidos da Hungria. Mas caso a empresa decida mesmo fazer o investimento, a escolha da localização já está definida, segundo o presidente da GM na América do Sul, Jaime Ardila. Será mesmo, confirma o executivo, ao lado da fábrica de motores, que está sendo construída em Joinville (SC).
 
Por um lado, a queda de demanda na Europa ajuda a GM a aproveitar a ociosidade nas instalações europeias para suprir o mercado brasileiro, que, ao contrário, está na fase de crescimento. Ardila não confirma, no entanto, que esta seja uma estratégia planejada pela companhia. "Já faz vários anos que compramos da Hungria", diz. Por outro lado, o executivo reconhece a vantagem cambial, que favorece as importações da Europa.
 
A produção húngara representa 30% das necessidades que a GM tem para abastecer o Brasil e Argentina. Os 70% restantes são fornecidos pela fábrica da montadora em São José dos Campos (SP). O executivo não revela quanto tempo a direção da empresa levará para tomar a decisão final sobre investimento para ter uma produção dos módulos de transmissão totalmente nacional. Ele lembra, aliás, que o contrato com a Europa está garantido até 2014. Somente uma reversão na crise na economia europeia, o que não é esperado, seria motivo de a empresa ter alguma pressa para tomar a decisão.
 
O governo de Santa Catarina esperava que a decisão saísse em breve. Por se tratar de componente importante para o chamado trem de força dos veículos, uma linha de produção de módulos de transmissão exige investimento elevado. No caso da GM, são esperados pelo menos R$ 350 milhões.
 
As palavras de Ardila servem, no entanto, para encerrar especulações de que outros Estados estariam na disputa pelo empreendimento. "Se fizermos o investimento, será em Joinville, ao lado da fábrica de motores", diz o executivo. As perspectivas de mercado favorecem, no entanto, as expectativas do governo catarinense. A montadora precisa acelerar os planos de aumento de capacidade de produção no Mercosul, hoje em torno de um milhão de veículos por ano.
 
A GM se prepara para entrar no segmento dos carros subcompactos no Brasil, segundo Ardila. Esse tipo de veículo não entra necessariamente na faixa dos mais baratos, pois costuma oferecer itens de conforto dos modelos mais caros. O modelo que a GM pretende fabricar no país não estará entre os sete lançamento que a montadora prepara para este ano no Brasil. Mas, segundo o executivo, "em algum momento" a GM vai participar desse segmento, seguindo a tendência de outras concorrentes.
 
A Volkswagen já anunciou o plano de entrar nessa faixa de mercado, que traria um carro menor que o Gol. A fábrica que a Fiat começa a construir em Pernambuco também será dedicada a um veículo com essas características.
 
Ardila não revela se a empresa pretende basear o produto brasileiro em plataforma já existente na sua linha de produtos pequenos, projetados na Coreia, ou se prefere desenvolver um veículo novo.
 
Entre os importados, o Picanto, da Kia, ocupou boa parte desse mercado. Mas a competitividade da marca coreana tende a diminuir com o aumento do IPI em carros estrangeiros.
 
O carro que a GM quer ter no Brasil estaria numa faixa de mercado adicional àquela ocupada pelos carros minúsculos de luxo. "É um segmento é ainda pouco explorado no Brasil, mas tende a se desenvolver", diz Ardila.
 
Carros pequenos com atrativos de segurança e conforto, como ar condicionado e direção hidráulica, tendem a atrair mais consumidores de um país onde o aumento do poder aquisitivo eleva, gradativamente, a rejeição pelos carros populares, mais simples. Para a presidente da GM do Brasil, Grace Lieblein, os modelos populares "continuarão sendo importantes".

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 11/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3216
<![CDATA[Setor volta ao patamar de 2008 e cresce 16,8%]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3217 A produção de motocicletas em 2011 superou de 16,8% o número registrado no ano anterior, de acordo com dados da Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Somente no Polo Industrial de Manaus (AM), onde está localizada a grande maioria das montadoras desta indústria, foram produzidos 2,13 milhões de unidades no ano passado.

Conforme a Abraciclo, o mercado interno, se consideradas as vendas ao atacado, teve aumento de 12,4% em 2011, com vendas aos distribuidores de cerca de 2 milhões de unidades. Segundo a entidade, com esses números o Brasil se posiciona como o quinto maior produtor mundial no setor, e em franca evolução.

Emplacamentos

O número de emplacamentos, segundo a Abraciclo, cresceu 7,6% em 2011, passando de 1,8 milhões de unidades para 1,94 milhões. Já as exportações apresentaram ligeiro crescimento de 4 mil unidades no ano passado em relação a 2010.

O presidente da Abraciclo, Roberto Akiyama, afirmou em nota que o setor vem passando por um processo de recuperação e novos investimentos. "Hoje, vemos um mercado evoluindo de forma mais consistente", disse, ressaltando também que as associadas procuram suprir a ausência de linhas de crédito para consumidores das classes C e D, os maiores compradores de motocicletas.

 

 

Fonte: DCI

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NOTÍCIA 11/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3217
<![CDATA[BMW pode ter fábrica de automóveis em Tatuí ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3210 O Brasil continua no radar das grandes montadoras, inclusive das marcas de luxo. Depois da BMW anunciar uma fábrica local, a Mercedes-Benz informou que, futuramente, pode retomar a produção de automóveis na fábrica de Juiz de Fora (MG), recentemente convertida para a produção de caminhões. Segundo fontes do Brasil, as duas cidades que estariam na disputa são Tatuí (SP) e Joinville (SC).

Ian Robertson, membro da direção mundial da BMW, confirmou ontem que o grupo negocia com dois Estados a instalação da primeira fábrica da marca na América Latina. O projeto será anunciado nas próximas semanas, mas o executivo não adiantou detalhes. Apenas informou que o modelo a ser produzido localmente "será de um segmento relevante para o mercado local e será da própria marca BMW". Havia especulações de que poderia ser um carro da marca Mini.

Segundo fontes do Brasil, os dois Estados que estariam na disputa são São Paulo (Tatuí) e Santa Catarina (Joinville). Robertson disse que tem viajado com frequência ao Brasil e tem negociado com o governo federal um programa viável para a nacionalização de componentes. "Achamos que vamos conseguir", afirmou. Todas as montadoras que anunciaram recentemente a construção de fábricas no País reivindicam prazo maior para atender o índice de nacionalização de 65% de conteúdo regional para os carros feitos no Brasil, conforme prevê recente medida adotada pelo governo que também estabeleceu alta de 30 pontos porcentuais para os carros importados for a do Mercosul.

Zetsche criticou na segunda-feira, 9, a adoção de medidas protecionistas por parte do Brasil e da Argentina. "Não estamos felizes com essas decisões, pois elas não ajudam no desenvolvimento dos mercados."A Volkswagen também está prestes a anunciar novos projetos no Brasil.

 

 

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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NOTÍCIA 10/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3210
<![CDATA[Multinacional chinesa vai investir US$ 150 milhões em Goiás]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3213 O governador do estado de Goiás, Marconi Perillo se reuniu no final do ano passado, no Palácio das Esmeraldas, com os representantes da Bramax e da multinacional chinesa Foton Lovol International Heavy Industry para instalação de uma unidade fabril em Anápolis. A reunião permitiu que fossem feitos os ajustes finais para preparação da assinatura do protocolo de intenções entre o Governo do Estado e os representantes da indústria para início da construção da fábrica que produz máquinas pesadas para construção civil. Os investimentos previstos são de US$ 150 milhões, com geração de até 450 empregos diretos.

Goiás dividia com o Paraná a preferência pela instalação da unidade fabril. Ao lado do vice-presidente da Foton, Mr. Zong Jun Feng, o diretor da Bramax, importadora master da Foton Lovol no Brasil, Daniel Durski, explicou que a opção por Goiás aconteceu há menos de dois meses. “Escolhemos Goiás pela participação do governador na negociação e por sua decisão em incentivar a vinda destes investimentos para o Estado. Isto foi determinante”, disse. 

O diretor explicou ainda que a escolha de Anápolis para a construção da fábrica se deu em função da sua posição estratégica no centro do País, e pelo seu polo industrial. A previsão é de que as obras iniciem em fevereiro, e as atividades em junho. Inicialmente, espera-se a contratação de 120 trabalhadores podendo chegar até 450 no primeiro ano de operação. Indiretamente, deve triplicar este número, conforme adiantou Daniel Durski. A expectativa é gerar 3 mil vagas de emprego até 2015.

O diretor explicou ainda que serão produzidos em Goiás 11 produtos da linha da Foton. A multinacional pretende estar pronta para fornecer maquinário para construção de obras de infraestrutura da Copa do Mundo, em 2014, e Olimpíadas, em 2016, ambas no Brasil. De acordo com dados da Bramax, a empresa é uma das maiores distribuidoras de equipamentos chineses no Brasil, atingindo este ano crescimento de 800%. A Foton Lovol é a maior fabricante de máquinas pesadas do território chinês. É a número um em fabricação de pás carregadeiras, escavadeiras, rolos de pneus e rolos compactadores. É ainda líder mundial na exportação para mais de 118 países.

 

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NOTÍCIA 10/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3213
<![CDATA[Negócio amplia o sólido portfólio da AGCO, que conta com as marcas Challenger, Fendt, Massey Ferguson e Val]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3214 Aquisição de um dos principais fabricantes de equipamentos para o setor sucroalcooleiro posiciona a AGCO como uma fornecedora de soluções completas em mecanização do cultivo canavieiro.

A AGCO, Your Agriculture Company, (NYSE:AGCO), fabricante e distribuidora mundial de equipamentos agrícolas, anuncia hoje o acordo para aquisição de 60% da Santal Equipamentos S/A, empresa fundada em 1960 e uma das principais fabricantes de colhedoras autopropelidas de cana e equipamentos para o setor. A negociação no valor de US$ 31 milhões, sujeita à aprovação regulatória, tem por objetivo fortalecer o amplo portfólio da AGCO no setor agrícola, reforçando a liderança da companhia no Brasil.

“Este é mais um passo importante da AGCO no sentido de oferecer uma solução mecanizada completa para o setor agrícola, em linha com o direcionamento estratégico da empresa. Recentemente começamos a atuar no setor de armazenagem de grãos e sistemas de produção de proteínas, com a aquisição da GSI. Agora, com a Santal, passamos a oferecer um portfólio amplo de produtos para todo o ciclo canavieiro, do plantio ao transporte”, afirma André Carioba, Vice Presidente Sênior e Gerente Geral da AGCO América do Sul.

“A aquisição é um marco relevante para a agricultura brasileira, em especial para o setor sucroalcooleiro. A união de forças entre AGCO e Santal, com sua tradição e conhecimento profundo deste segmento, deverá beneficiar agricultores, usinas, contratistas e demais clientes. A parceria permitirá a integração das linhas de produtos e o desenvolvimento de novas tecnologias, resultando em maior produtividade e mais opções de escolha. Passamos também a contar com uma ampla rede de distribuição especializada no Brasil, América do Sul e também em outros continentes”, comenta Arnaldo Adams Ribeiro Pinto, CEO da Santal Equipamentos S/A.

Com sede na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, a Santal é reconhecida pela força e durabilidade de seus produtos e tem entre seus clientes grandes empresas como Bunge, Cosan, Louis Dreyfus e Ouro Verde. A Santal dispõe de duas versões de colhedoras de cana, uma com tração por pneus e outra por esteira. Além de apresentar altos níveis de produtividade, a colhedora de cana Santal tem baixo consumo de combustível, uma vantagem relevante neste segmento.

A AGCO, Your Agriculture Company, (NYSE: AGCO), uma empresa Fortune 500, foi fundada em 1990 e oferece uma linha de produtos completa incluindo tratores, colheitadeiras, equipamentos para fenação e forragem, pulverizadores, equipamentos para preparo de solo, implementos e peças de reposição relacionadas. Os produtos da AGCO são vendidos através de suas marcas principais, Challenger®, Fendt®, Massey Ferguson® e Valtra®, e distribuídos por mais de 2.600 concessionárias e distribuidores independentes em cerca de 140 países no mundo. A AGCO oferece financiamento por meio da AGCO Finance. Sediada em Duluth, na Georgia, a AGCO teve, em 2010, uma receita líquida de vendas de US$ 6,9 bilhões. [wwww.agcocorp.com].

A Santal Equipamentos S/A Comércio e Indústria foi fundada em 1960 em Ribeirão Preto pelo engenheiro mecânico Luís Antônio Ribeiro Pinto. Localizada na principal região canavieira do mundo, a Santal é a única empresa a oferecer um sistema completo de mecanização agrícola para as lavouras de cana-de-açúcar. Atualmente, as máquinas Santal operam em 25 países das Américas do Sul e Central, Caribe e África. Aos 51 anos, conta com 350 funcionários é líder de mercado em transbordos de cana-de-açúcar e, desde sua fundação, também é líder de mercado em carregadoras de cana-de-açúcar.

 

 

Fonte: Portal Fator Brasil

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NOTÍCIA 10/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3214
<![CDATA[Jaguar Land Rover avalia erguer fábrica no Brasil, diz WSJ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3204 A Jaguar Land Rover, operação da indiana Tata Motors no Reino Unido, está avaliando a construção de uma fábrica no Brasil, como parte de seu plano de expansão em mercados emergentes e de oferta de veículos a preços competitivos.

Conforme reportagem publicada hoje no site do Wall Street Journal, o executivo-chefe da montadora de carros de luxo, Ralf Speth, disse que a companhia também segue em busca de um parceiro para uma joint venture na China, que montará veículos no país asiático.

Conforme Speth, o Brasil e o restante da América do Sul são mercados muito interessantes, com crescimento agressivo. “Estamos pensando em uma instalação similar à indiana no Brasil”, afirmou. A Jaguar Land Rover, acrescentou, está procurando uma área no país e pode escolher um dos três polos automotivos brasileiros como sede. Modelos Land Rover seriam os primeiros a ser montados na unidade.

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 09/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3204
<![CDATA[Brasil pode se tornar o terceiro maior mercado automobilístico do mundo]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3205 O Brasil deve chegar a 2016 na terceira posição do ranking dos maiores mercados automobilísticos do mundo, segundo executivos de grandes empresas globais do setor. De acordo com um estudo feito pela KPMG International, a "Global Automotive Executive Survey 2012", atualmente o País ocupa a quinta posição nessa classificação. - A pesquisa, que contou com a participação de 200 executivos de várias partes do mundo, mostra também que a expectativa é de que até 2017 o Brasil exportará mais de 1 milhão de veículos ao ano. Hoje, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), esse número gira em torno de 541,5 mil unidades.

Outro dado mostra que, com a China liderando o mercado automobilístico mundial, e Brasil e Índia em franco crescimento, as perspectivas são de que em 2016 os países do BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) detenham mais de 40% desse market share mundial.

PSA Peugeot Citroën

Mostrando a importância do mercado latino-americano, a montadora francesa anunciou que já lidera o mercado argentino desde o ano passado, fechando 2011 com uma marca de 142,7 mil unidades produzidas em sua fábrica de El Palomar. Deste total, 45% dos veículos foram destinados para exportação. De 2007 a 2011, foram fabricados 605 mil veículos. O market share da marca na Argentina é de 17,2%.

 

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NOTÍCIA 09/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3205
<![CDATA[Em 2012, siderúrgicas dependem de competição com China e procura no Brasil]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3206 Durante todo o ano de 2011, o setor siderúrgico permaneceu sob pressão no Brasil. Os principais motivos foram as constantes altas no preço do minério de ferro, o principal insumo usado nesta indústria, e também a menor demanda externa em um cenário de expansão mais contida das economias ao redor do mundo, afetadas pela crise na Europa.

Analistas são consensuais ao afirmar que as perspectivas não são as melhores para o ano que se inicia. Isso porque, apesar de os estoques globais estarem em níveis baixos, a demanda brasileira é esperada em níveis menores durante os próximos trimestres. O problema é que os produtos dentro do País começaram a sofrer uma concorrência mais acirrada com os importados, ainda pior por conta da agressividade dos chineses.

“Na China, a siderurgia é estatal, eles não vão parar, não se importam com rentabilidade”, explica Pedro Galdi, estrategista-chefe da SLW. Em novembro, no entanto, os estoques subiram drasticamente pela falta de procura, e a nação começou a produzir menos. Isso poderia trazer oportunidades para as companhias nacionais, mas ainda há muita incerteza em torno do setor.

Depende da China

Victor Penna, analista do BB Investimentos, diz que mercados emergentes, como o chinês, são preponderantes na hora de analisar as perspectivas da siderurgia, porque a expansão nesse negócio em países desenvolvidos já é bem mais restrita. O patamar de novas construções nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, atualmente está reduzido em relação à décadas anteriores, pois já são economias mais maduras.

Assim como na mineração, portanto, é a indústria chinesa que dita o rumo do negócio. A projeção do BB para o crescimento da produção de aço no país é de 6%, mesmo patamar divulgado pela Fator Corretora. No âmbito doméstico, o IABr (Instituto Aço Brasil) estima esse avanço em 6,3%, mas com uma contínua pressão sobre os preços da commodity.

A Planner Corretora, por exemplo, acredita que, com os produtos básicos seguindo a tendência da inflação, a produção de aço seja impactada e a precificação não possa ser alterada, já que o consumo já está reduzido pelo mundo.

Siderúrgicas com mineração

Como o preço do minério de ferro tende a voltar a uma tendência de valorização neste ano, especialistas indicam investimento em ações de siderúrgicas que tenham em sua operação também a exploração da matéria-prima. A principal empresa no Brasil nesse sentido é a CSN (CSNA3), que já se tornou autossuficiente no segmento, e ainda produz excedente para melhorar seu balanço vendendo o produto.

A questão que fica, na visão de Galdi, da SLW, é que a CSN, na verdade,é forte na fabricação do aço plano, cujos preços e demanda estão mais pressionados e com perspectivas piores do que o aço longo. Por isso, sua top pick do setor é a Gerdau (GGBR4), que é especialista no aço longo. A demanda dos Estados Unidos pelo tipo de insumo também vai beneficiar as receitas da empresa, segundo o analista.

Por fim, um papel para ficar de olho é o da Usiminas (USIM3, USIM5), que já apresentou margens baixas durante 2011, e deve continuar com uma operação não tão rentável durante 2012. Isso porque sua dependência, tanto do ferro como do carvão mineral para a produção, é alta, e, mesmo que ela invista para conseguir se livrar desse cenário, o segmento de minério só se consolidaria a partir de 2014.

Existe, porém, uma possibilidade de aumentar o potencial de valorização para a companhia. Com o auxílio da Nippon Steel, sua controladora, a mineira se utiliza da tecnologia de chapa grossa que vem do Japão, que seria perfeita para a exploração do pré-sal brasileiro. “O problema é que o governo anda atrasando muito esses projetos”, lembra Galdi. Essa demora, portanto, pode fazer com que o impacto positivo não aconteça neste ano.

 

 

Fonte: InfoMoney

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NOTÍCIA 09/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3206
<![CDATA[São Paulo (SP): Montadoras voltam a demitir ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3207 A indústria automobilística brasileira encerrou 2011 com recorde de produção e de vendas, mas também com demissões, fato que não ocorria desde junho de 2009. Em dezembro, foram cortadas 669 vagas nas montadoras, sendo 529 pelas fábricas de veículos e 140 pelas de tratores. O setor fechou o ano com 144.710 funcionários, ainda assim o maior contingente dos últimos 25 anos. Em relação a 2010, há 8.610 empregados a mais nas fábricas atualmente.

Após 28 meses seguidos de aumento do quadro de pessoal, as montadoras pararam de contratar em novembro e, no mês passado, promoveram cortes, sinal de que o fôlego do setor diminuiu. Novas baixas vão ocorrer. A fabricante de caminhões Scania, do ABC paulista, avisou que não renovará contratos de 138 funcionários.

Eles foram contratados em regime temporário por um ano, prazo que vence até março. A empresa também está promovendo dispensas na matriz sueca e alega dificuldades com a crise na Europa e incertezas quanto à demanda na América Latina.

Para o consultor da CSM WorldWide, Fernando Trujillo, o bom momento da indústria automobilística registrado no fim de 2010 e início de 2011 "acabou". Ressalta ainda que o aumento das importações "afeta muito a produção local".

No ano passado, foram vendidos no País 3,63 milhões de veículos, dos quais 23,6% importados, a maior parte pelas próprias montadoras, que trouxeram produtos principalmente da Argentina e do México. O total de carros nacionais vendidos (2,77 milhões) é 2,8% inferior ao de 2010. Já o volume de importados (858 mil) é 30% maior.

A produção de 3,4 milhões de unidades foi apenas 0,7% superior ao resultado de 2010. O número inclui 541,5 mil veículos exportados, alta de 7,7% na comparação com o ano anterior.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) projeta para este ano aumento de 4% a 5% nas vendas e de 1,1% na produção. A exportação deve recuar 5,5%.

"A produção não deve recuperar o mercado perdido para os importados", diz Trujillo. Segundo ele, a medida do governo federal, que aumentou em 30 pontos porcentuais a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados de fora do Mercosul e do México, não vai ajudar na recuperação da produção nacional porque afeta uma minoria de produtos que vem de outros países, incluindo China e Coreia.

Reajustes

Além do repasse parcial da alta do IPI para os importados, de cerca de 15%, 2012 começou também com reajustes nas tabelas sugeridas pelas montadoras para os carros nacionais. O varejo, porém, continua oferecendo descontos até porque os estoques seguem altos, apesar da redução ocorrida em dezembro, o melhor mês do ano em vendas, com 348,4 mil unidades.

No fim do ano havia 347,3 mil carros nos pátios de montadoras e revendas, o equivalente a 30 dias de vendas. Em novembro, o estoque era de 373,5 mil veículos, ou 35 dias de vendas.

Segundo revendas, na virada do ano a General Motors aplicou reajustes médios de 1,6% nos modelos da marca. Ontem, a Volkswagen distribuiu novas tabelas com aumento médio de 1%. O último reajuste oficial da marca havia ocorrido em maio.

Quatro modelos tiveram reajuste maior, na casa dos 3%, porque passaram a ser equipados com airbag e freio ABS. A inclusão dos equipamentos no Gol Power, Gol Rallye, Voyage Comfortline e SpaceFox Trend resultou em aumento de R$ 1,3 mil.

Até novembro do ano passado, o IPCA (índice oficial de preços do IBGE) indicava queda de 2,8% nos preços de mercado dos carros novos. A inflação no mesmo período estava em 6%.

 

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

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NOTÍCIA 09/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3207
<![CDATA[Paccar instala pedra fundamental de fábrica de caminhões em Ponta Grossa]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3209 O governador Beto Richa participou nesta segunda-feira (09/01) da instalação da pedra fundamental da fábrica de caminhões DAF, que a montadora norte-americana Paccar vai construir em Ponta Grossa. Com investimentos de US$ 200 milhões, o empreendimento, beneficiado pelo programa Paraná Competitivo, vai gerar cerca de 500 novos empregos diretos na região dos Campos Gerais. A cerimônia contou com a presença do presidente mundial da multinacional, Mark Pigott.

A fábrica será construída em uma área de 500 hectares às margens da PR 151, entre os municípios de Ponta Grossa e Carambeí. A Paccar pretende iniciar as operações em abril de 2013, com a montagem de caminhões nos modelos LF, CF e XF, da marca DAF. Durante o evento desta terça-feira, os dirigentes da empresa também receberam a licença ambiental concedida pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

“O momento em que vive o Paraná demonstra um salto de industrialização e leva a um novo patamar econômico, trazendo mais qualidade de vida e prosperidade para todos”, disse o governador. Ele destacou que o Estado registrou, em 2011, um número recorde em geração de emprego com carteira assinada. “Fechamos este primeiro ano de governo com 157 mil postos de trabalho registrados. Desses, 98 mil foram no interior do Estado”.

Richa afirmou que, a partir do programa de incentivos fiscais Paraná Competitivo, cerca de R$ 9 bilhões já estão garantidos para o Estado – e outros R$ 15 bilhões são negociados para os próximos anos. “Consolidamos o Paraná como segundo pólo automotivo nacional”, disse o governador.

Segundo Richa, com a instalação da Paccar há a expectativa de que outras 20 fábricas se instalem no Estado. “Elas vão fornecer insumos e peças para atender a nova indústria, gerando milhares de postos de trabalho indiretos”, disse. Para ele, o investimento da montadora serve também como estímulo para outras empresas internacionais se instalarem no Paraná “Vivemos um novo ciclo de industrialização e de resgate da confiança dos investidores no governo”.

Para Mark Pigott, o governo se mostra parceiro dos empresários porque tem consciência da importância da geração de renda e emprego para a sua população. “Estamos honrados em merecer este apoio”, disse. O presidente da Paccar também destacou a parceria consolidada entre a empresa e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) para o desenvolvimento de cursos de educação continuada, nas áreas de engenharia e contabilidade, com o objetivo de qualificar futuros funcionários.

De acordo com o secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, o Paraná teve 4,8% de crescimento da produção industrial entre janeiro e agosto de 2011 – mais que o triplo da média nacional (1,4%). “Neste ano, temos outros grandes investimentos para anunciar. Trabalhamos com o esforço de todo o governo para atrair novos empresários ao Estado”, afirmou.

Também participaram da cerimônia os secretários da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, e da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, o prefeito de Ponta Grossa, Pedro Wosgrau Filho, o deputado federal Sandro Alex e os deputados estaduais Plauto Miró e Marcelo Rangel – além do presidente da Paccar Brasil, Marcos D’Avilla, entre outros executivos do grupo.

Paraná Competitivo - Um dos maiores trunfos para a atração das empresas foi a implantação do programa Paraná Competitivo. Lançado em fevereiro, o programa contempla uma série de medidas de incentivos ao setor produtivo, por meio da dilação de prazos para recolhimento do ICMS, investimentos para melhoria da infraestrutura, da capacitação profissional, da desburocratização e da internacionalização do Estado.

O secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, explica que a ação central do Paraná Competitivo é a geração de benefícios fiscais em troca de emprego e renda, principalmente no interior. “O Paraná conta hoje com uma política fiscal moderna, que permite ao Governo analisar os casos individualmente, levando em conta as necessidades dos empresários e os interesses do Estado”. Investimentos em empreendimentos inovadores e em cidades do interior recebem mais benefícios do Governo.

Entre as empresas que confirmaram investimentos no Paraná estão a francesa Renault, que vai ampliar a sua unidade em São José dos Pinhais; a japonesa Sumitomo, que vai fabricar pneus em Fazenda Rio Grande; a norte-americana Cargill, que vai construir uma unidade de processamento de milho em Castro; a italiana Techint que vai montar plataformas de petróleo em Pontal do Paraná e a Votorantim que vai ampliar a unidade de produção de cimento em Rio Branco do Sul.

“Hoje, sem dúvida alguma o Paraná possui o melhor ambiente para negócios em todo o Brasil”, salienta Ricardo Barros. O secretário adianta que entre os R$ 15 bilhões que estão em negociação indústrias de diversos setores, entre eles: montadoras leves e pesadas, tecnologia da informação, papel e celulose, pneus, motocicletas, alimentos, farmacêuticas, biodiesel, petróleo e gás e reciclagem.

Micro e Pequenas – Na outra ponta, o governo Beto Richa lançou no início de novembro um programa para fomentar o desenvolvimento de pequenos e micros empresários por meio de capacitação gratuita e crédito barato.

Batizado de Bom Negócio Paraná o programa vai oferecer R$ 60 milhões em crédito nos próximos três anos abrangendo empreendedores informais, individuais, sociedades empresariais, sociedades simples, arranjos produtivos locais e cooperativas de produção, de serviços e de trabalho. As linhas de financiamento, operadas pelo Banco do Empreendedor Paraná, variam de R$ 1 mil a R$ 300 mil com taxas de juros de 0,58% a 1,1% ao mês - as mais baixas do país.

Para capacitar os empreendedores, o Paraná - em parceria com entidades empresariais - oferta cursos gratuitos nas áreas de empreendedorismo e projeto de vida, gestão de negócios, gestão de pessoas, gestão financeira, gestão comercial e gestão estratégica. Cada curso dura 22 dias com carga horária de 66 horas. “Quanto mais capacitado o empreendedor estiver, menores serão os juros”, afirma Ricardo Barros.

O programa já foi iniciado em quatro cidades - Rolândia, Palotina e Pato Branco e Londrina – com a inscrição de cerca de 500 pessoas. “Vamos fomentar a economia local, porque é lá que está a maior parte das quase 600 mil pequenas e micros empresas do Paraná”, explica o presidente da Agência de Fomento, Juraci Barbosa.

 

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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NOTÍCIA 09/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3209
<![CDATA[Aços F.Sacchelli anuncia que cresceu 30% em 2011]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3198 Mesmo com desaceleração do setor no segundo semestre a empresa comemora desempenho favorável acima das metas previstas

A Aços F.Sacchelli, maior distribuidora de aços especiais para construção mecânica do Brasil, anunciou que fechou o ano de 2011 com um desempenho maior do que o incialmente projetado, que era de crescimento de 25%, meta que, segundo fontes da companhia, foram atingidas no início de Outubro. A Sacchelli terminou o ano com aumento de 30% em volume em relação a 2010.

Segundo Wagner Sacchelli, diretor da empresa, grande parte desse sucesso se deve aos investimentos realizados que se mostraram acertados no decorrer dos últimos anos. “Os recursos alocados em infraestrutura e nas novas unidades de distribuição em Jacareí e Santos, além de ampliar nossos negócios na Vila Prudente, desafogaram a nossa matriz em Guarulhos, o que nos permitiu ter maior capacidade de atender as demandas exigidas pelos clientes” explica Sacchelli. A empresa informa que cumpriu todas as metas de investimentos em expansão projetadas para o ano, que superaram a casa dos R$ 35 milhões.

A distribuição exclusiva no Brasil de aços produzidos pela usina italiana ABS, e de outras usinas de primeirissima linha dos mais diversos locais do mundo, também foi um dos fatores para a superação das metas do ano, comenta o empresário. “Embora tenhamos atingido todos os objetivos numéricos definidos para 2011, um objetivo técnico, a nosso ver, foi o mais gratificante e, com absoluta certeza, o que mais chamou nossa atenção: entregamos mais de 30 mil toneladas de aços importados ao mercado sem uma única reclamação sequer quanto a qualidade, um fato sem precedentes na história de nossa empresa”, comemora o dirigente.

Segundo Sacchelli, esse resultado só vem confirmar que a estratégia iniciada em 2007, visando identificar e qualificar usinas fornecedoras de primeira linha no mercado externo foi realizado com êxito total. “Nossos clientes estão cada dia mais conscientes de que existem os ótimos, bons e péssimos produtos em qualquer lugar do mundo. O que eles analisam são fatos e dados, qualidade, preço e entrega, não importa se o produto é oriundo do mercado externo ou não”, enfatiza Sacchelli.

De acordo com o executivo a importação de aço só contribui para equilibrar o mercado interno e a companhia continuará apostando em mesclar sua distribuição de usinas locais e do exterior em 2012.

Mais informações: www.sacchelli.com.br 

 

 

Fonte: Horus Comunicação Integrada

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NOTÍCIA 05/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3198
<![CDATA[Usiminas Mecânica anuncia nova fábrica de vagões em Congonhas]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3199 A Usiminas Mecânica, empresa de bens de capital do grupo Usiminas, acaba de assinar um memorando de entendimento com a empresa RCC Holding para a viabilização de uma fábrica de vagões no município de Congonhas, em Minas Gerais. O acordo prevê que a RCC Holding invista R$ 32 milhões na infraestrutura da nova fábrica, que ocupará um terreno de 102 mil m², dos quais 11 mil m² serão de área construída.

Com a concretização do projeto, a companhia planeja iniciar as operações  a partir do 2º trimestre de 2012. A capacidade instalada será de até 3 mil vagões/ano, possibilitando a fabricação de até quatro modelos simultaneamente.
 
O objetivo da Usiminas Mecânica é agregar ainda mais conteúdo tecnológico à sua produção de vagões. A estrutura planejada para a nova fábrica inclui sistema de jateamento e pintura, oficina para montagem e teste de freio e área para armazenamento de vagões prontos. A localização do empreendimento também é um diferencial competitivo: às margens da MG-030 e próxima a uma ferrovia de bitola mista da MRS, permitindo a disponibilização dos vagões produzidos diretamente na linha férrea.
 
Com a efetivação do projeto, o aço para fabricação dos vagões será fornecido pela Usiminas. Além disso, componentes, como travessas, laterais, hastes de ligação, engates e braçadeiras, serão produzidos pela Linha de Moldagem Automatizada da Fundição da Usiminas Mecânica, inaugurada em dezembro de 2011, em Ipatinga (MG).

“A nova fábrica, somada aos investimentos já realizados na linha de fundição, poderá posicionar a Usiminas Mecânica em um novo patamar de valor agregado na produção de vagões. Ampliaremos as oportunidades de negócios a partir de soluções mais completas”, destaca o diretor executivo da empresa, Guilherme Muylaert.
 
A estimativa é que, no início da operação, sejam contratados cerca de 180 profissionais.No pico da produção, a unidade contará com aproximadamente 600 empregados.

 

 

Fonte: Jornal do Commercio

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NOTÍCIA 05/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3199
<![CDATA[Siemens estende contrato de software industrial com a Procter & Gamble Co.]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3200 A Siemens anunciou uma extensão de contrato com a Procter & Gamble Co. (P&G) (NYSE: PG). Tal expansão dará à P&G acesso total a um amplo espectro de softwares da Siemens PLM Software, uma unidade de negócios da Siemens Industry Automation Division e fornecedora global líder de softwares e serviços para gerenciamento do ciclo de vida de produtos (PLM), e da Comos, empresa Siemens líder mundial em software de engenharia de plantas industriais para ativos de projetos holísticos ao longo do completo ciclo de vida de uma planta industrial e de seus equipamentos.

A P&G utiliza as tecnologias da Siemens PLM Software desde 1980 e conta atualmente com milhares de usuários em toda a empresa. O software de engenharia de plantas industriais da Comos está em uso na P&G desde 2009 onde é o principal portfólio para engenharia do ciclo de vida para indústrias complexas.

"Inovação é a nossa força vital na P&G. Eu acredito que o robusto portfólio Siemens PLM e o software de ciclo de vida de engenharia têm nos auxiliado em garantir uma vantagem competitiva na engenharia, nos ajudando a entregar uma significativa inovação para nossos consumidores”, declara Irv Kieback, diretor de engenharia na Unidade de Negócios de Cuidados Domésticos na P&G. "O propósito da P&G é tocar e melhorar vidas; e a Siemens é um elemento-chave nessa missão."

"A P&G é um importante cliente para nosso negócio há muitos anos e estamos muito satisfeitos pela oportunidade de continuarmos trabalhando na próxima fase desse nosso relacionamento", relata Andreas Geiss, vice-presidente das soluções industriais Comos. "A Siemens está comprometida em oferecer a melhor tecnologia da indústria para enfrentar a crescente complexidade do mercado de bens de consumo."

"Estamos muito orgulhosos da nossa forte relação com a P&G, um dos líderes mundiais da indústria de CPG", diz Paul Vogel, vice-presidente executivo de vendas, marketing e serviços, Siemens PLM Software. "A decisão da P&G em continuar o nosso relacionamento é um reconhecimento ao esforço da Siemens PLM Software em fornecer as melhores soluções industriais do setor, desenvolvidas utilizando o conhecimento e a experiência adquiridos trabalhando com os fabricantes mundiais líderes de CPG para resolver os principais problemas da indústria e para impulsionar a inovação e a colaboração.”

Sobre a Siemens PLM Software

A Siemens PLM Software, uma unidade de negócios da Siemens Industry Automation Division é líder no fornecimento global de software e serviços de gerenciamento do ciclo de vida do produto (PLM), com 7 milhões de licenças e mais de 71 mil clientes em todo o mundo. Sediada em Plano, Texas, a Siemens PLM Software trabalha em colaboração com empresas para oferecer soluções abertas que ajudam a transformar ideias em produtos de sucesso. Para mais informações sobre os produtos e serviços da Siemens PLM Software, visite: www.siemens.com/plm

 

 

Fonte: EDF Communications

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NOTÍCIA 05/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3200
<![CDATA[Produção de veículos no Brasil sobe quase 1% em 2011]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3201 A produção brasileira de veículos em 2011 ficou abaixo do esperado pelo setor, enquanto as vendas foram mais lentas do que o previsto para o ano, segundo dados da associação de montadoras, Anfavea, divulgados nesta quinta-feira.

Enquanto a produção subiu ligeiros 0,7 por cento em 2011, para 3,4 milhões de veículos, as vendas no mercado interno subiram 3,4 por cento, a 3,63 milhões de unidades. Contudo, a Anfavea estimava produção de 3,68 milhões de veículos e vendas de 3,69 milhões de unidades para o ano.

Apenas em dezembro, a produção caiu 4,6 por cento sobre novembro e 1 por cento sobre um ano antes, para 261,98 mil veículos, refletindo dados recentes de desaceleração da economia.

As vendas no mês passado, enquanto isso, cresceram 8,4 por cento sobre novembro e recuaram 8,7 por cento na comparação com um ano antes, a 348,4 mil unidades.

A Anfavea manteve expectativa inicial de alta de 4 a 5 por cento nas vendas no mercado interno em 2012 e divulgou estimativa de crescimento da produção de 1,1 por cento, a 3,49 milhões de unidades.

IMPORTADOS

A participação de importados no total das vendas, enquanto isso, disparou a 27 por cento ante 25,7 por cento em novembro e 21,7 por cento um ano antes.

Apesar do aumento em meados de dezembro do Imposto sobre Produtos Industrializados dos veículos importados, muitos distribuidores comercializaram estoques durante o mês, sem alterações de preços, informou na véspera a associação de concessionárias Fenabrave.

Com isso, as vendas de importados em dezembro subiram mais que as de veículos nacionais, a 14 por cento sobre novembro e a 13,8 por cento no comparativo anual.

As exportações do setor em dezembro somaram 1,34 bilhão de dólares, queda de 2,7 por cento sobre novembro, mas salto de quase 25 por cento sobre um ano antes. No ano, as vendas externas dispararam 20,6 por cento, a 15,48 bilhões de dólares, ficando acima dos 13,1 bilhões de dólares previstos pela Anfavea.

A indústria encerrou dezembro com estoque de 347.348 unidades, equivalente a 30 dias de vendas. Em novembro, o estoque era de 373.573 veículos e 35 dias de vendas.

RANKING

Destaque no ranking das cinco maiores montadoras do país, a Renault encerrou na quinta posição, com um crescimento de 21,2 por cento nas vendas de automóveis e comerciais leves, para 194,3 mil unidades.

Enquanto isso, a Fiat seguiu na liderança de vendas de automóveis e comerciais leves em 2011, apesar de sofrer queda de 0,8 por cento nos emplacamentos, para 754,3 mil unidades. A Volkswagen apurou vendas de 703,9 mil unidades, alta ligeira de 0,5 por cento na comparação anual.

General Motors registrou licenciamentos de 632,2 mil automóveis e comerciais leves no ano passado, queda anual de 3,8 por cento. Já a Ford vendeu 314 mil unidades, 6,6 por cento menos que em 2010.

 

 

Fonte: Reuters

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NOTÍCIA 05/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3201
<![CDATA[Infraestrutura faz indústria planejar alta do investimento ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3202 Abinee, comandada por Humberto Barbato, prevê aumento de 13% nos investimentos em 2012 em relação a 2011

A estagnação da produção industrial em 2011 conteve os investimentos que alguns setores industriais haviam planejado no fim de 2010. Para 2012, contudo, oito de nove setores industriais consultados pelo Valor planejam manutenção ou aumento do volume de desembolsos em projetos de ampliação ou modernização da produção - juntos, esses segmentos representam metade do valor da produção da indústria de transformação. Máquinas, químicos, automóveis, autopeças, materiais de construção e eletroeletrônicos estimam aumento dos investimentos, enquanto no setor de alimentação e de mobiliário o quadro é de estabilidade e em calçados, os planos vão depender do efeito de medidas implementadas ou anunciadas pelo governo.

Parte da indústria aposta na sinalização dada pelo governo de que o investimento público deve ser retomado e na necessidade de infraestrutura para sediar a Copa do Mundo e a Olimpíada nos próximos anos como garantia de que haverá demanda crescente e que, portanto, não há motivo para revisar investimentos programados. Para outros segmentos, as perspectivas são menos otimistas, pois jogam contra esse cenário o nível confortável de utilização da capacidade instalada, a deterioração prevista para o cenário externo, que deve levar a Europa à recessão, e a competição com importados.

Entre os setores que veem um ambiente desafiador nos próximos anos está o de bens de capital, sensível à demanda por ampliação da capacidade instalada de outras áreas da economia. Para Mario Bernardini, assessor econômico da presidência da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), 2011 foi decepcionante, pois havia a percepção de que o governo daria prioridade aos investimentos. "Com as promessas do governo, prevíamos crescimento real de 10% do faturamento no setor de bens de capital", afirmou. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), até outubro, as vendas do setor, descontada a inflação, cresceram 5,9% ante igual período de 2010.

O avanço aquém da expectativa fez com que as intenções de investimento declaradas no início de cada ano pelas empresas do setor caíssem de R$ 8 bilhões em 2010 para algo entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões em 2011. Bernardini ressalta, no entanto, que a execução pode ter decepcionado.

Para 2012, o assessor não espera um período brilhante, com início fraco e gradual aceleração ao longo do ano. A previsão da Abimaq é de que os investimentos aumentem entre 5% e 6%, o suficiente para recompor o crescimento da demanda.

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a perspectiva não é muito mais animadora. Em 2011, segundo projeção da associação, o setor investiu 20% menos em relação aos R$ 550 milhões alocados em 2010. Para a indústria de calçados, o problema não é apenas o resfriamento da demanda, mas a forte concorrência com os importados.

Algumas medidas já anunciadas, "se concretizadas", afirma Milton Cardoso, presidente da Abicalçados, podem melhorar o perfil de investimento neste ano. Ações como a desoneração da folha de pagamentos, dentro do Plano Brasil Maior, e das exportações, com o Reintegra, podem elevar a competitividade do setor. Mas é o patamar do câmbio que será determinante, na avaliação de Cardoso, para que empresários decidam ou não adiar investimentos.

Na indústria química, a preocupação com o aumento da concorrência com produtos importados também dá o tom das previsões para 2012. A queda de 2,7% na produção, de acordo com a diretora de economia e estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fátima Ferreira, levou a uma redução de 10% no total de inversões pelo setor na passagem de 2010 para 2011.

Fátima explica que o setor, por ser intensivo em capital, não costuma cancelar projetos em andamento, mas afirma que o agravamento da crise internacional e o acirramento da perda de competitividade podem influenciar na decisão de novos investimentos. Ainda assim, a previsão da Abiquim é de desembolso de US$ 4,8 bilhões em 2012, quase dobrando o montante investido no ano passado, estimado em US$ 2,6 bilhões. Por enquanto, a diretora não acredita que esses projetos serão adiados, mas não descarta, se a situação deteriorar, que as empresas passem a trabalhar em ritmo mais lento.

Para Humberto Barbato, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Elétrica e Eletrônica (Abinee), o problema é que a perda de competitividade tem levantado questionamentos das empresas, na hora de decidir onde investir, sobre a viabilidade de se continuar a produzir no Brasil. "É um setor que tem produção internacional, e portanto analisa em quais países é mais viável fazer investimentos", afirmou. A Abinee, após um recuo de 15% nas inversões observadas em 2011, vê recuperação neste ano, com crescimento de 13%, para R$ 3,4 bilhões. Barbato minimiza os números, ao afirmar que esse montante representa 2% do faturamento, menos do que a média, entre 3% e 4%, e deve se concentrar na atualização do atual parque industrial, e não na construção de novas plantas.

No setor de material de construção, as intenções de investimento já caíram, mas seguem em alto patamar. De acordo com Walter Cover, presidente da Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat), a entidade faz todos os meses uma pergunta a seus associados sobre as intenções de investimento para os próximos 12 meses. Em setembro, 77% pretendiam investir (considerando projetos novos e já em execução), patamar que em novembro passou a 72%.

"Do nosso ponto de vista, não houve desaceleração tão grande do investimento, porque há pontos positivos que indicam manutenção e crescimento do mercado. Por isso, os números de investimento ainda são fortes", disse.

O segmento é um dos que vê no governo garantia de demanda constante, pois tende a ser beneficiado pelo reforço do investimento público, que no último ano cresceu em passo mais lento devido ao contigenciamento de despesas. O presidente da Abramat ainda ressalta que, para o setor, é importante o ganho de renda com o aumento real de 7,5% do salário mínimo em 2012.

A estimativa é que o setor tenha registrado crescimento real de 4% em 2011 e avance entre 4% a 5% neste ano, embora "mais perto de repetir a performance do ano passado do que acelerar o crescimento", segundo Cover.

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia), que não coleta informações sobre investimentos de seus associados, o setor não deve aumentar inversões neste ano, mas também não há a perspectiva de que projetos sejam adiados. Para Denis Ribeiro, diretor do departamento de economia e estatística da Abia, este é um segmento em que a demanda tem pouca elasticidade e o cenário global conturbado interfere menos nas decisões da indústria.

Para a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o setor continua otimista com o mercado doméstico e com a possibilidade de ter o Brasil como plataforma de exportação de veículos. A Anfavea trabalha com um plano de investimento de US$ 22 bilhões entre 2011 e 2015 em novas plantas e no desenvolvimento de produtos e inovação. Para a Anfavea, como o setor não olha exercício por exercício para tomar decisões, pois os projetos são de longo prazo, a crise global pouco afeta os planos.

O presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), Paulo Butori, acredita que o investimento no setor, ainda que crescente, está aquém do que seria necessário para acompanhar o fôlego das montadoras. Em 2011, a estimativa é de que inversões tenham somado US$ 2 bilhões, ante US$ 1,5 bilhão em 2010. Neste ano, o total passará, segundo projeção do Sindipeças, para US$ 2,5 bilhões, um avanço de 25%.

Para Mario Bernardini, assessor da Abimaq, o atual ritmo de crescimento da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, ou a medida das contas nacionais do que se investe em construção civil e bens de capital) é insuficiente para elevar a taxa de investimento, hoje em 20% do Produto Interno Bruto (PIB). Bernardini avalia que o segmento de bens de capital teria que crescer 10% ao ano para que a taxa alcançasse a meta do governo, de 22,4% até 2014.
 
 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 05/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3202
<![CDATA[Grupo brasileiro Romi compra fabricante de máquina na Alemanha]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3203 Empresa pagará em dinheiro R$ 50 milhões pela Burkhardt + Weber, que pertence ao grupo italiano Riello

A Indústrias Romi S.A., fabricante brasileira líder no segmento de máquinas e equipamentos, anunciou que comprou 100% das ações da empresa alemã Burkhardt + Weber Fertigungssysteme GmbH (“Burkhardt + Weber”), que pertence ao Gruppo Riello Sistemi (“GRS”), da Itália. O valor da aquisição foi de € 20,5 milhões (equivalente a cerca de R$ 50 milhões pelo câmbio atual) e será pago em dinheiro com caixa da própria Romi, informou a companhia, que espera concluir a aquisição no início de 2012.

A Burkhardt + Weber, que está localizada na cidade de Reutlingen, na Alemanha, faz parte do Gruppo Riello Sistemi há 10 anos. A empresa desenvolve e fabrica grandes centros de usinagem e máquinas para fins especiais. As máquinas da empresa são utilizadas em navios, veículos comerciais, tratores, motores elétricos e caixas de câmbio, entre outros equipamentos. A expectativa é de que a empresa alcance, até março de 2012, € 36 milhões de faturamento no período de 12 meses.

Em comunicado à imprensa, Livaldo Aguiar dos Santos, CEO da Romi, afirma que a estratégia da empresa é crescer por meio de aquisições, reforçando sua posição no mercado global de máquinas-ferramenta.

“Estamos diante de uma oportunidade extraordinária para iniciar um relacionamento frutífero entra a Romi e a nossa empresa”, afirmou Andrea Riello, Presidente e CEO do Gruppo Riello Sistemi, no mesmo comunicado. “Essa parceria atingirá não somente os mercados sul-americanos e europeus, em especial o alemão e o italiano, mas também o chinês, já que por meio de uma subsidiária de vendas e serviços localizada em Xangai, as duas empresas poderão melhorar suas operações naquele mercado, transmitindo para seus clientes no mundo todos os benefícios deste acordo”, informa.

"A união entre a Burkhardt + Weber e a Romi vem para fortalecer ambas as empresas. A Romi adicionará produtos Burkhardt + Weber à sua gama de máquinas-ferramenta, aumentando sua capacidade de oferecer máquinas premium produzida na Alemanha com maior precisão para seus clientes na América do Sul e do Norte. Por outro lado, a Burkhardt + Weber poderá usufruir dos investimentos disponibilizados pela Romi, além de ter acesso à grande base de clientes Romi em todo o mundo", informa a empresa brasileira. 
 

 

 

Fonte: IG

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NOTÍCIA 05/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3203
<![CDATA[Cimatron e Escola LF promovem seminário gratuito em São Paulo]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3197 · Projeto e Usinagem de Moldes Plásticos em CAD/CAM/CAE  é o tema da palestra que será apresentada na Escola Laurentino de Freitas em 19 e 21 de janeiro

· A escola é um dos centros de treinamento autorizados da Cimatron no Brasil

A Escola Laurentino de Freitas, centro autorizado de treinamento da  Cimatron, empresa israelense líder em CAD/CAM, promove dias 19 e 21 de janeiro, em São Paulo, a palestra gratuita “Projeto e Usinagem de Moldes Plásticos através de CAD/CAM/CAE”.  O seminário é destinado a profissionais e estudantes interessados em melhorar seus conhecimentos sobre como projetar moldes e fazer programação CNC utilizando software integrado. A palestra conta com suporte técnico e apoio da Cimatron.

Os palestrantes Fernando da Hora, projetista de Moldes de Injeção Plástica e Davi Assaf, engenheiro de Aplicações da Fitso, distribuidor autorizado da Cimatron, vão apresentar as qualificações exigidas pela indústria plástica e a tecnologia de desenvolvimento de projetos de moldes plásticos em CAD 3D. Também vão mostrar como utilizar as análises CAE de injeção plásticas para evitar erros, a interface de integração com o CAM para fazer a programação de máquinas CNC rapidamente, além das vantagens de se utilizar uma solução integrada.

Datas: 19 de janeiro, 5ª feira, às 19h e 21 de janeiro, sábado, às 10h

Local: Escola Laurentino de  Freitas

Rua Santo Henrique, 839 - Vila Ré / Penha – SP, próximo à Estação Patriarca do Metrô

Telefones: (11) 3277-0553/ 4119-0047

www.escolalf.com.br

Sobre a Cimatron

Com mais de 28 anos de experiência e mais de 40 mil softwares instalados em todo o mundo, a Cimatron é líder em fornecimento de soluções integradas de CAD/CAM para moldes e matrizes de estampo, bem como manufatura de peças em geral.

A Cimatron está empenhada em fornecer soluções abrangentes e de baixo custo que agilizem os ciclos de fabricação, permitam a integração com fornecedores externos e, ainda, reduzam o tempo de entrega do produto.Sua linha de produtos inclui as marcas CimatronE e GibbsCAM com soluções para projetos de moldes, matrizes de estampo e de eletrodos, usinagens de 2,5 a 5 eixos, eletroerosão EDM , tornos, centros de torneamento em geral, centros de usinagem de 2,5 a 5 eixos, máquinas de usinagem multi-tarefa e centros de usinagem em geral.

As subsidiárias da Cimatron e sua rede de distribuidores atendem e suportam clientes nas mais diversas indústrias como automotiva, aeroespacial, médica, consumo, eletrônica, e outras indústrias em mais de 40 países. 

As ações da Cimatron são negociadas na NADASK sob o símbolo CIMT.

Para mais informações, visite o site http://www.cimatron.com

 

 

Fonte: Letra Comunicação

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NOTÍCIA 04/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3197
<![CDATA[Montadoras asiáticas devem importar 45% a menos para o Brasil neste ano]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3208 Aumento do IPI deve reduzir números de veículos vindos das montadoras coreanas e chinesas

As montadoras asiáticas, principalmente as chinesas e coreanas, devem reduzir em 45% os veículos importados para o Brasil neste ano, segundo estimativas divulgadas pela Federação nacional da distribuição de veículos (Fenabrave).

O principal motivo da queda deve-se ao aumento o IPI, que aumentou 30 pontos percentuais em carros importados desde dezembro do ano passado, disse Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave.

“Os veículos de entrada que vêm desses países serão os mais impactados. Os importados da Argentina e México tendem a crescer a participação no Brasil e os de luxo também não terão um impacto tão grande”, afirmou Meneghetti.

A Ásia foi responsável por cerca de 30% das importações de veículos em 2011. A China respondeu por quase 8% desse montante, a Coreia do Sul 20% e o Japão não chegou a 4%.

 

 

Fonte: Portal EXAME

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NOTÍCIA 04/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3208
<![CDATA[SV Usinagem antecipa novos investimentos ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3187 A SV Usinagem, empresa atuante em usinagem e projeto e construção de ferramentas e dispositivos, situada em São Bernardo do Campo-SP, encerra o ano de 2011 antecipando o que seria seu primeiro investimento de 2012.

A empresa recebeu em dezembro deste ano um novo centro de usinagem Romi D1500 comando Siemens 828D, equipado com 4º eixo, quatro guias lineares e capacidade de carga sobre a mesa de até 1,8t.

Acompanhando o aumento de sua demanda e previsão de mercado para o próximo ano, a empresa projeta um investimento para o primeiro semestre de 2012 na casa de 1 milhão de reais em novos maquinários, com a finalidade de ampliar sua capacidade de produção e atender o mercado de peças de grande porte.

Além dos novos investimentos em bens de capital, a SV Usinagem reforçou sua equipe com novas contratações na área de desenvolvimento, agregando novos projetistas ao grupo e ampliou a equipe de vendas internas.

Para mais informações acesse: www.svusinagem.com.br

 

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NOTÍCIA 02/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3187
<![CDATA[Fitso Soluções em Tecnologia CAD/CAM/CAE anuncia o lançamento oficial do Moldex3D R11 pela CoreTech.]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3195 CoreTech System, desenvolvedora da solução inovadora de simulação CAE “Realmente 3D”, anunciou o lançamento da mais recente versão do software de design e de análise para simulações de moldagem por injeção plástica de alta tecnologia, Moldex3D R11.0. Essa versão traz vários novos recursos inovadores e melhorias que levam os projetistas e fabricantes a melhor validarem e otimizarem os designs dos produtos com resultados de simulação avançadas em 3D e recursos de processamento de alta velocidade em todas as etapas do processo de injeção industrial.

Ao enfrentar os mais sérios desafios da moldagem e competição por custo, as empresas globais estão sempre em busca de soluções mais precisas e eficientes. Moldex3D R11.0 foi desenvolvido para ajudar os clientes a superarem esse tipo de dificuldades entre as demandas do mercado ideal e fatores da produção na fábrica. “O valor central da Moldex3D é proporcionar aos nossos clientes precisão, alta performance e serviço atencioso. Temos reposicionado o Moldex3D R11.0 como quatro pacotes de soluções, incluindo eDesign Basic, eDesign, Professional e Advanced, para satisfazer as necessidades mais exclusivas de nossos clientes em todos os níveis de complexidade do processo,” diz Dr. Venny Yang, o presidente da CoreTech System. Moldex3D R11.0 oferece as simulações mais completas de moldagem por injeção aos usuários industriais. Ele também adiciona a inovação para melhor uso da experiência profissional e recursos de computação muito mais rápidos. A capacidade de incluir os resultados da simulação profissional e previsões incentivarão uma gestão mais eficiente do ciclo do produto e aumentar a lucratividade, os quais levam às empresas a maior competitividade global.

Baseada nas versões anteriores e as poderosas capacidades de simulação, Moldex3D R11.0 fornece novos recursos e aprimoramentos, incluindo:

Suporte Avançado de Pré-Processador

Moldex3D R11.0 acrescenta várias ferramentas amigáveis que permitem aos usuários projetarem vários sistemas de alimentação e refrigeração, dependendo das necessidades individuais, com maior facilidade. Altamente também melhora a qualidade de geração de malha, que ajudará os usuários a retratarem melhor as características do modelo original com geometria complicada e adquirirem resultados da simulação mais precisa.

Melhorias da Precisão nas Simulações

Esta versão suporta uma análise de ventilação que ajuda os usuários a resolverem potenciais de preenchimento incompleto nas cavidades de forma mais eficaz. Ele também suporta uma análise de core shift para simular os resultados de deflexão de inserto de peças devido à pressão desequilibrada no processo de preenchimento. Além disso, o solucionador Padrão de Resfriamento acrescenta a visualização de fluxo de refrigerante 3D em canais de resfriamento para avaliação de projetos de defletor, eliminador de gases e refrigeração conformada. A expansão da análise de Resfriamento Transiente melhora as previsões de problemas de ineficiência de refrigeração e podem beneficiar diretamente o design do circuito de refrigeração conformada. Quanto aos materiais reativos, os módulos da Moldagem por Injeção Reativa (RIM) suporta os modelos PVTC para maior precisão de empenamento e previsões da contração volumétrica. Para projetos de encapsulamento, os usuários podem analisar os modelos aramados de cruzamento e identificar problemas relacionados instantaneamente. Além disso, os módulos de Moldagem por Injeção Assistida a Água e a Gás permitem aos usuários definirem uma região de transbordamento, o que levará ao processo de simulações mais realistas. Finalmente, os módulos de interface FEA aumentam os formatos de arquivos transferíveis e distribuições de dados no software de análise estrutural.

Novos Recursos de Simulação

Moldex3D R11.0 também apresenta vários novos módulos, incluindo Advanced Hot Runner, Co-Injection Molding, Microcellular Foaming (MuCell®), and Underfill Encapsulation (Underfill), para simular com precisão os fenômenos de moldagem 3D nesses processos de moldagem por injeção especial. Os parâmetros-chave do processo podem ser investigados e os maiores defeitos de moldagem podem ser previstos para a verificação do projeto e otimização de processos. Outro módulo útil é o Expert. Ele usa o método do Design da Experiência (DOE) para ajudar os usuários a avaliarem os resultados da análise sistematicamente ideal em vez de usar o método da tentativa e erro convencionais.

Eficiência Aprimorada nas Simulações

Melhorar a facilidade de uso e eficiência também tem sido o foco principal no Moldex3D R11.0. Reformulamos a interface do usuário do Assistente de Processo como o painel de controle real em uma máquina de moldagem por injeção. Este orientará os usuários para definir e configurar as condições do processo mais fácil e intuitivamente. Moldex3D Project acrescenta as previsões da contribuição dos pontos de injeção para os usuários medir em o fluxo do campo em cada ponto como uma referência para otimizar os designs da localização do ponto de injeção. Ao mesmo tempo, suporta mais resultado mostrado na superfície, incluindo vetor velocidade e contração volumétrica, que permitem aos usuários avaliarem os resultados da análise 3D de forma mais conveniente. Além disso, os usuários podem comparar gráficos XY de diferentes resultados de execução selecionados e importar ou exportar esses dados da curva como um arquivo .CSV para uma discussão mais aprofundada. Em paralelo com o lançamento da R11.0, uma nova marca da ferramenta de visualização do resultado, Moldex3D Viewer, está disponível para testes beta. Os usuários podem exportar itens resultado selecionados com um tamanho muito compacto para compartilhamento do projeto e conhecimento de simulação através da Internet entre a equipe, fornecedores e clientes.

Computação de Alto Desempenho

Moldex3D R11.0 utiliza a Biblioteca Intel® MPI como o protocolo de processamento paralelo de comunicação. Sua velocidade de computação aumentará em 5-10% comparando com a Moldex3D R10.0 sob mesmos núcleos de CPU. Ao mesmo tempo, ele também adiciona suporte para a capacidade de processamento paralelo da Unidade de Processamento Gráfico (GPU). Este pode acelerar a velocidade de computação em 10-20 vezes para uma Análise de Fluxo Padrão e de 2-4 vezes para uma análise de fluxo aprimorada.

Para obter informações mais detalhadas, favor consulte What’s New in Moldex3D R11.0, An Overview.

Moldex3D R11.0 já está disponível. Para informações mais detalhadas sobre preços e produtos, por favor, entre em contato com nossos representantes de vendas locais. Para mais informações técnicas, também podem ser encontradas em www.fitso.com.br.

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NOTÍCIA 02/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3195
<![CDATA[6ª Expocosa vai contar com área recorde ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3196 Feira de máquinas e equipamentos acontece de 01 a 03 de março na cidade de São Paulo

A Expocosa, feira de máquinas e equipamentos industriais organizada pela Cosa, será realizada em uma área recorde na edição de 2012. O evento será montado em um espaço de 11 mil m  no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi, em São Paulo. A 6ª edição da feira, com entrada franca, vai receber o público de 01 a 03 de março.                                                                                          

A exposição vai apresentar os últimos lançamentos em máquinas operatrizes, tornos, injetoras, instrumentos e equipamentos de medição. A feira vai apresentar novas tecnologias que facilitarão a produção com otimização de tempo e ganho em qualidade. Haverá ainda a participação de fornecedores da empresa com stands próprios. Serão expostos mais de 100 equipamentos só no espaço destinado à Cosa.

De acordo com a gerente de marketing da companhia, Márcia Macedo, os stands serão visitados por 2.500 pessoas por dia. Além da possibilidade de negócios, financiamento de máquinas e equipamentos, os visitantes poderão participar de treinamento, cursos e palestras nos três dias de visitação.

“Nosso objetivo é fazer uma feira específi ca, interagindo com nossos principais fornecedores, afim de oferecer aos clientes a facilidade de encontrar, em um só lugar, tudo o que necessitam para sua produção”, diz Márcia.

A 5ª edição da Expocosa, que aconteceu em 2008 e atraiu cerca de mil visitantes por dia, contou com 40 expositores e recebeu representantes de indústrias, comerciantes, compradores e técnicos do setor. O encerramento da feira vai contar com um show musical, além de sorteio de brindes e de um automóvel.

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NOTÍCIA 02/01/2012 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3196
<![CDATA[Empresa de ferramentas alemã investe R$ 518 milhões até 2014]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3192 A alemã Stihl Ferramentas Motorizadas investirá no Brasil, até 2014, o total de R$ 518 milhões. O principal foco do investimento será a ampliação da produção da fábrica de cilindros para motores, em 56%, situada no complexo industrial da empresa na cidade de São Leopoldo (RS). Com a expansão, a Stihl Brasil fica entre os principais fornecedores do grupo no mundo.

Para essa expansão a companhia deverá gerar, no mesmo período, 645 empregos. Há 38 anos no país, a Sthil fabrica, entre outros produtos, roçadeiras, lavadoras, podadores, pulverizadores, sopradores, perfuradores, cortadores a disco, moto-serras e ferramentas multifuncionais.

Escolha do Brasil

A produção de cilindros - componentes de motores utilizados em roçadeiras, motosserras e pulverizadores - é destinada principalmente à exportação para fábricas do grupo no mundo, incluindo Alemanha, Estados Unidos e China.

"A escolha pela empresa brasileira - que responde por 10% do faturamento do grupo, estimado em mais de 2,5 bilhões euros - está relacionada à excelência e à alta qualificação da mão de obra com que conta no Rio Grande do Sul e principalmente à tecnologia desenvolvida em 16 anos de produção local de cilindros", disse Cláudio Guenther, presidente da Stihl Brasil. A empresa exporta atualmente cerca de 50% do total de sua linha de ferramentas motorizadas portáteis.

Investimentos

Do total de investimentos previstos, R$ 150 milhões estão sendo efetivados em 2011 e o restante entre 2012 e 2014. A empresa pretende, com o novo investimento - além de ampliar a produção de cilindros e o quadro de funcionários - aprimorar os níveis de produção, reforçar a oferta de um mix completo de produtos de alta qualidade e durabilidade e aumentar de forma expressiva os pontos de venda em todo o país - dos atuais 2 mil para 3 mil, até 2015.

Os investimentos previstos também permitirão a ampliação do portfólio da empresa no Brasil, hoje de 54 produtos, produzidos na fábrica de São Leopoldo. Segundo executivo, a Stihl tem feito seu papel, buscando sempre a inovação e a competitividade, embora enfrente condições adversas como o custo Brasil e a questão do câmbio. "É preciso que o governo também faça a sua parte, reduzindo os gargalos em infra-estrutura, investindo na educação básica, diminuindo a carga tributária e criando condições para baixar a taxa de juros, para com isso reduzir o custo do capital", afirma o presidente.

No que se refere à infra-estrutura, acredita Guenther, há ainda grandes déficits e gargalos a serem superados, especialmente no que se refere a portos, aeroportos e energia.

"Os investimentos em infra-estrutura estão longe do ideal no país", afirma. Considera também que é necessário haver o enfrentamento da questão da inflação, que passa pelo controle fiscal.

Exportações

As exportações da Stihl seguem para mais de 60 países, com destaque para os países da América Latina, Estados Unidos e Europa. Essencial também ao sucesso da Stihl é a distribuição do faturamento em percentuais praticamente iguais entre as vendas no mercado interno e no mercado externo.

"Do faturamento de R$ 621,1 milhões em 2010, R$ 311,667 milhões corresponderam a vendas no mercado doméstico e R$ 309,432 milhões ao mercado externo, o que ajuda a empresa a ter um ponto de equilíbrio e a minimizar impactos de variação cambial", afirma Guenther.

Incentivos fiscais

Em razão da qualidade e da quantidade de empregos que serão criados, o governo gaúcho concederá alguns incentivos à empresa. O protocolo de intenções foi assinado nesse sentido em Porto Alegre (RS), em reunião no gabinete do governador Tarso Genro, no Palácio Piratini, pelo presidente da Stihl.

O estado, pela Secretaria de Estado da Fazenda - Sefaz, renunciou o ICMS devido nas aquisições de fornecedores localizados no Rio Grande do Sul de máquinas e equipamentos industriais, bem como acessórios e ferramentas que acompanhem estes bens destinados à ampliação da companhia. Houve também renuncia do ICMS devido nas importações do exterior de matérias-primas, peças, partes e componentes

Vendas

As vendas de produtos Stihl cresceram 37% em 2010, em unidades comercializadas no mercado nacional, e, para 2011, a previsão de crescimento é ainda maior, de 40%. O crescimento previsto para este ano corresponde a 60% de produtos fabricados no país e a 40% de produtos importados de outras fábricas da empresa.

"Nossa meta é reduzir o percentual de importados, que há cinco anos era de apenas 10% mas que hoje é maior em razão da situação desfavorável do câmbio", afirma Guenther. Para aumentar cada vez mais a participação no mercado interno, a companhia planeja uma série de ações que incluem a maior participação em feiras, o lançamento de novos produtos e o aumento dos pontos de venda no país.

 

 

Fonte: Monitor Mercantil

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NOTÍCIA 21/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3192
<![CDATA[Montadora sueca Saab declara falência]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3193 Criadora de clássicos como o modelo 93, fabricante passava por dificuldades havia anos

A montadora sueca Saab declarou formalmente nesta segunda-feira (19) a falência, dando fim a um processo de dois anos para tentar salvar a marca.

Segundo uma fonte do tribunal do distrito de Vaenersborg, a documentação necessária ao processo já foi apresentada.

- Executivos da Saab compareceram à sede do tribunal nesta manhã e apresentaram os documentos para pedir que sejam considerados em falência.

A corte, agora, deve examinar o pedido de falência da montadora.

O site do tribunal informou em nota que três empresas ligadas à Saab apresentaram os documentos: Saab Automobile Aktiebolag, Saab Automobile Tools AB e Saab Automobile Powertrain.

- A corte pretende analisar os pedidos e indicar um representante do processo rapidamente.

O diretor-gerente da Saab, Victor Muller, deve comparecer à corte, ao mesmo tempo em que os juízes decidirão se mantêm ou cancelam a proteção de três meses contra falência a favor da Saab que foi implementada durante as negociações para tentar salvar a empresa.

Muller enfrentava problemas para conseguir um acordo que permitisse livrar a Saab da quebra e centrava as negociações com dois grupos chineses, a montadora Youngman e a distribuidora de veículos Pang Da.

Fabricante de carros clássicos - como o Saab 93 - admirados por clubes de entusiastas ao redor do mundo, a montadora sueca teve como um de seus últimos projetos a chegar as ruas o 9-5 Sedan.

 

 

Fonte: R7

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NOTÍCIA 21/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3193
<![CDATA[BMW decidirá logo localização de fábrica no Brasil]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3194 O executivo-chefe da montadora alemã BMW, Norbert Reithofer, disse que a companhia está perto de uma decisão final sobre a localização da nova fábrica que pretende construir no Brasil. Anteriormente, havia sido anunciado que uma decisão seria divulgada ainda este ano.

Falando sobre as operações globais da montadora, Reithofer disse que o ímpeto de crescimento observado este ano deve continuar em 2012. "Nós ainda estamos otimistas sobre o segmento de carros de luxo nos EUA, e também esperamos um crescimento na China nos seis primeiros meses de 2012".

Ele também afirmou que o mercado europeu provavelmente crescerá levemente no ano que vem, uma análise mais otimista do que a expressada por outras montadoras. Mas Reithofer reconheceu que essa previsão é baseada na suposição de que a crise econômica não piore ainda mais.

 

 

Fonte: Agência Estado

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NOTÍCIA 21/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3194
<![CDATA[Ford investirá R$ 400 mi em fábrica de motores na Bahia]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3190 A Ford anunciou hoje que vai investir R$ 400 milhões para construir uma nova fábrica de motores, no complexo industrial de Camaçari, na Bahia. Em nota, a montadora informa que a primeira unidade de propulsores do Nordeste produzirá uma nova família de equipamentos e terá capacidade de produção de 210 mil motores por ano.
 
Segundo o presidente da Ford Brasil e Mercosul, Marcos de Oliveira, o “investimento representa mais um passo na estratégia da Ford de, até 2015, ter 100% de sua linha de veículos no Brasil formada por produtos globais”. A fábrica vai ocupar um prédio de 24 mil metros quadrados.

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 20/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3190
<![CDATA[MVC inaugura unidade fabril em Camaçari]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3188 Operação atenderá inicialmente o setor eólico
 
A MVC, empresa brasileira líder no desenvolvimento de produtos e soluções em plásticos de engenharia e pertencente à Artecola e à Marcopolo, acaba de inaugurar uma unidade produtiva em Camaçari, BA. Inicialmente concebida para atender ao segmento eólico, a planta está fornecendo componentes para a Gamesa, um dos principais fabricantes mundiais desse sistema de geração de energia.

Segundo Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, a unidade faz parte do programa da empresa para ter operações mais próximas de seus clientes. “Em maio passado, iniciamos a produção dos conjuntos de bicos (nose) de aerogeradores (conversores de energia eólica em elétrica) em nossa fábrica em São José dos Pinhais (PR). Com a perspectiva de aumento no fornecimento, a nova fábrica proporciona como vantagem a maior velocidade de resposta e a redução expressiva dos custos de logística. A planta foi projetada para ter capacidade de produção flexível e deverá gerar receita de R$ 8 milhões no primeiro ano. Até 2015, devemos chegar a R$ 40 milhões”, explica o executivo.

A nova fábrica tem 2 mil m² de área construída, capacidade para fabricar até 300 conjuntos/ano e produzirá bicos de aerogeradores e o corpo do gerador, parte integrada ao bico. Os componentes são fabricados pelo processo de infusão com moldes fechados, apropriado para peças grandes - cada bico possui 4,2 m de altura - e alto teor de fibra. A tecnologia adotada pela MVC permite a obtenção de componentes com elevados padrões de qualidade, desempenho e acabamento superficial, maior resistência a intempéries e melhores propriedades mecânicas (resistência e durabilidade).

A MVC é reconhecida internacionalmente como empresa inovadora e de grande capacidade de aplicação de avançados processos e materiais no segmento de plásticos de engenharia. Desenvolve produtos com soluções completas e personalizadas para os mercados automotivo/transporte, indústria leve, energia eólica e de construção civil. Possui operações em São José dos Pinhais (PR), Caxias do Sul (RS), Catalão (GO) e Sete Lagoas (MG).
 

 

Fonte: Secco Consultoria de Comunicação
 

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NOTÍCIA 19/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3188
<![CDATA[Gerdau faz aporte de US$ 67 mi em usina]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3191  

O projeto começará imediatamente e será concluído até o segundo semestre de 2013. O objetivo da Gerdau é aumentar a capacidade de produção de Monroe para mais de 800 mil toneladas por ano. A companhia também informou que está realizando estudos de mercado para definir a instalação de uma nova usina produtora de aços especiais na América do Norte.

Segundo nota divulgada pela empresa, o aporte é reflexo da confiança da Gerdau na recuperação e crescimento do mercado norte-americano. A siderúrgica possui unidades em Michigan, Arkansas, Indiana, Wisconsin e Ohio.

 

 

Fonte: DCI

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NOTÍCIA 19/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3191
<![CDATA[Produção brasileira de aço bruto cresce 3,7% em novembro]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3185 A produção brasileira de aço bruto em Novembro de 2011 foi de 2,7 milhões de toneladas, representando aumento de 3,7% quando comparada com o mesmo mês em 2010. Em relação aos laminados, a produção de Novembro, de 1,9 milhões de toneladas, apresentou queda de 5,0% quando comparada com Novembro do ano passado. Com esses resultados, a produção acumulada em 2011 totalizou 32,5 milhões de toneladas de aço bruto e 23,3 milhões de toneladas de laminados, o que significou aumento de 6,5% e queda de 1,8%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2010.

Quanto às vendas internas, o resultado de Novembro de 2011 foi de 1,7 milhão de toneladas de produtos, crescimento de 11,6% em relação a Novembro 2010. As vendas acumuladas em 2011, de 19,9 milhões de toneladas, mostraram crescimento de 2,9% com relação ao mesmo período do ano anterior.

As exportações de produtos siderúrgicos em Novembro de 2011 atingiram 811 mil de toneladas no valor 634 milhões de dólares. Com esse resultado as exportações em 2011 totalizaram 9,9 milhões de toneladas e 7,7 bilhões de dólares, representando aumento de 25,6% em volume e de 53,1% em valor quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

No que se refere às importações, registrou-se em Novembro volume de 334 mil toneladas (US$ 420 milhões) totalizando, desse modo, 3,4 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos importados no ano, 37,3% abaixo do mesmo período do ano anterior.

O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos em Novembro foi de 2,1 milhões de toneladas, totalizando 23,1 milhões de toneladas em 2011. Esses valores representaram aumento de 3,0% e queda de 4,8%, respectivamente, em relação a igual período do ano anterior.

 

 

Fonte: Assessoria de Imprensa Instituto Aço Brasil

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NOTÍCIA 17/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3185
<![CDATA[Ford Brasil exporta tecnologia flex]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3186 A Ford do Brasil está colaborando na adoção da tecnologia dos motores flex-fuel (álcool e gasolina) para unidades da companhia em outras partes do mundo, entre as quais a Tailândia, que está estruturando processo de produção para ter carros com essa motorização.

Segundo o diretor de assuntos governamentais e corporativos da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb, em termos financeiros, ainda não é possível precisar quanto isso deve gerar de resultados para a subsidiária, mas as perspectivas são positivas.

Embora a principal aposta da montadora no mundo para os próximos dez anos sejam os carros elétricos, no curto prazo, a empresa tem procurado melhorar a eficiência dos motores a combustão e investido também em difundir a tecnologia do etanol, apontou o diretor global de sustentabilidade, meio ambiente e segurança da companhia, John Viera, que participou na segunda, 5, do 1ª Seminário Ford de Sustentabilidade, em São Paulo.

Elétricos

Viera projetou que, em 2020, até 25% dos carros produzidos no mundo já terão alguma tecnologia de motor elétrico. E a montadora, que foi a primeira a trazer para o Brasil um carro 100% híbrido (que combina motor a combustão com outro a bateria) – o Fusion Hybrid, que desembarcou em 2010 – está reforçando seu portfólio nessa área. No ano que vem, introduz nos Estados Unidos outro modelo, o C-Max Plug-in, que tem 100 quilômetros de autonomia sem a necessidade de recarga da bateria. A empresa vê essa opção como tendência, que deve reduzir, na frota mundial, em 30% a emissão de CO2 entre 2006 e 2020.

Ter carros menos poluentes faz parte da estratégia da companhia para aliar a preocupação com questões socioambientais com o retorno financeiro. Utilizar material com maior conteúdo reciclável é outra preocupação da empresa. Atualmente 100% dos automóveis produzidos localmente utilizam PET reciclado no carpete do assoalho, forração dos tetos, caixas de rodas e mantas de proteção acústica. Em média, cada veículo utiliza 5 kg a 7 kg desse material.

Nas fábricas

Viera destaca que, além dos produtos, outro pilar em termos de sustentabilidade é a melhoria de indicadores ambientais nas fábricas. No Brasil, a companhia já conquistou nos últimos quatro anos reduções no consumo de energia (10%) e de água (22,5%) e de geração de resíduos (34%). Um exemplo de melhoria dos processos se deu na área de pintura da fábrica de São Bernardo, onde foi instalado equipamento (o regenerador de gases de pintura), que elimina em até 99% as partículas em suspensão geradas no processo de secagem, liberando na atmosfera somente vapor de água e menos de 1% de CO2.

Investimentos

A direção da Ford anunciou, em novembro, um investimento de R$ 500 milhões na fábrica de motores e transmissões de Taubaté, que deve gerar pelo menos 500 novas vagas. Segundo a empresa, com a expansão, a capacidade de produção de motores Sigma, que equipa alguns modelos de plataforma global da montadora norte-americana, será elevada a 500 mil por ano e a de transmissões a 520 mil.

Para o presidente da Federação dos Sindicatos Metalúrgicos da CUT/SP (FEM-CUT/SP), Valmir Marques (Biro Biro), o investimento já anunciado pela Ford reforça que a montadora está confiante no Brasil e na economia brasileira. “Esses investimentos acarretarão em mais postos de trabalho para os metalúrgicos e também alavancarão a economia local”, concluiu.

As novas contratações devem acontecer em duas etapas. O primeiro ciclo será entre dezembro deste ano e março do ano que vem, com a abertura de cerca de 400 postos de trabalho na unidade. Mais 100 vagas serão abertas no segundo semestre do próximo ano. Atualmente, a Ford emprega cerca de 1.700 trabalhadores na planta de Taubaté.

 

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NOTÍCIA 17/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3186
<![CDATA[Arcelor espera cenário mais difícil ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3181 "O Brasil está diante de um processo de desindustrialização na cadeia metal-mecânica, o câmbio permanece volátil, os insumos registram custos elevados e ainda verificamos uma guerra fiscal entre os Estados, o que vem reduzindo a competitividade do setor. Há ainda um excedente da capacidade da produção mundial de aço. O mercado interno precisa ser preservado com a correção das assimetrias competitivas."

Por meio dessa nota de sua assessoria, a ArcelorMittal Brasil, uma das principais siderúrgicas da América Latina, dá o tom do que prevê para 2012.

A empresa informa, no entanto, que está revendo o cronograma do projeto de duplicação da capacidade produtiva de aços longos de Monlevade (MG), de 1,2 milhão para 2,4 milhões de toneladas, orçado em US$ 1,2 bilhão, "devido ao cenário de desaceleração da economia global e da fragilidade dos mercados da Europa e dos Estados Unidos, além do crescimento da demanda de aço no Brasil, inferior ao previsto inicialmente".

Das plantas de aços longos da ArcelorMittal saem produtos como fio-máquina para steel cord empregado na produção de pneus e arames para uso industrial e agropecuário.

Já na área de mineração, a ArcelorMittal mantém o investimento de US$ 75 milhões na duplicação da Mina do Andrade, no município de Bela Vista de Minas (MG). Para isso, está construindo uma nova planta de beneficiamento de minério de ferro, que possibilitará ampliação da capacidade produtiva de 1,5 milhão de toneladas/ano para 3,5 milhões de toneladas/ano de sinter feed. A planta deve ser inaugurada em setembro de 2012.

Com capacidade de produção de 15 milhões de toneladas de aço por ano e 29 unidades industriais no Brasil, na Argentina (Acindar) e na Costa Rica, a ArcelorMittal Brasil atua nos mercados brasileiro e internacional de aço. Mas, por razões "estratégicas", não informa participação no mercado.

Globalmente, o grupo ArcelorMittal produziu 70,2 milhões de toneladas de aço bruto nos primeiros nove meses de 2011 e 39 milhões de toneladas de minério de ferro, informações que divulgou no dia 3 de novembro.

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 15/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3181
<![CDATA[Indústria metalmecânica sul mato-grossense projeta expansão de até 20% para 2012]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3182 As indústrias de metalmecânica e metalurgia de Mato Grosso do Sul projetam para o próximo ano um crescimento de até 20% sobre o faturamento líquido de R$ 949,9 milhões obtidos neste ano de 2011 graças aos bons índices registrados ao longo dos últimos quatro anos. Na avaliação de Irineu Milanesi, presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico (Simemae/MS), filiado à Federação das Indústrias do Estado de mato Grosso do Sul (FIEMS), a expansão é em função da qualificação da mão de obra. “Quanto mais pessoas especializadas tivermos, mais vagas serão preenchidas nas indústrias”, informou.

Ele informa ainda que hoje as 516 indústrias metalmecânicas e metalúrgicas instaladas em Mato Grosso do Sul já empregam 7.970 trabalhadores. “O número de contratações também deve crescer em torno de 15 a 20% em relação a 2011. Os números poderiam ser ainda maiores se o setor não tivesse que enfrentar gargalos, como a alta carga tributária, que fica ainda mais elevada com a bitributação da matéria-prima”, analisou.

Milanesi explica que, quando se compra matéria-prima fora do estado, já são pagos os tributos previstos, mas, quando ela entra em Mato Grosso do Sul, a mesma mercadoria é novamente tributada. “Na nossa avaliação, esse gargalo impacta diretamente na competitividade das empresas, que poderiam ter apresentado um desempenho ainda melhor neste ano”, pontuou.

Ele acrescenta também que o setor precisa sempre de atenção do poder público para manter permanentemente seu crescimento. “Nosso anseio é fazer com que a fabricação seja mais diversificada, com melhor mix de produtos e inovação tecnológica”, disse. Apesar disso, o empresário garante que as indústrias metalmecânica e metalúrgicas estão muito otimistas, mas que é preciso muitas discussões com lideranças políticas para manter a hegemonia do setor.

 

 

Fonte: Agência CNI

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NOTÍCIA 15/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3182
<![CDATA[GrupoMegga cria serviço de manutenção e reparo de Spindles]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3183 O novo serviço irá atender o mercado nacional, com laboratório especializado e peças originais 

O GrupoMegga disponibiliza para o mercado nacional um novo serviço, especializado na manutenção e reparos de eixos arvores (spindles).  Sediado em São Leopoldo (RS), conta com laboratório especializado, técnicos altamente qualificados e peças originais. Segundo Fiorino Neto, diretor técnico do GrupoMegga, o serviço está capacitado para atender equipamentos de qualquer marca, em todo o país.

Segundo Fiorino Neto, o serviço de manutenção e reparo de spindle oferece agilidade, garantia e baixo custo. O spindle é um equipamento chave na operação dos centros de usinagem, fresadoras, retíficas e tornos. Se não estiver funcionamento bem, compromete a produtividade”, afirma. O Brasil possui poucas oficinas especializadas no conserto deste tipo de equipamento, obrigando a substituição por uma peça nova, em muitos casos.

“Testamos nosso laboratório durante três anos, antes de abri-lo para o mercado. Estamos seguros da qualidade que podemos oferecer”, completa o diretor do GrupoMegga.

Os interessados em obter informações e orçamentos devem entrar em contato pelo telefone (51) 3568-1633.

Sobre o GrupoMegga:

Com sede em Cabreúva (SP), o GrupoMegga representa atualmente mais de 20 marcas de fabricantes consagrados na China, Taiwan, Japão, Coreia e outros mercados internacionais, com a garantia de assistência técnica em todo o país e o compromisso de buscar sempre a melhor solução para os clientes. Pioneirismo, inovação e um forte espírito empreendedor são as marcas do Grupo, que lidera o segmento importador de máquinas industriais no Brasil.

Para mais informações, acesse o site: www.grupomegga.com.br

 

 

 

Fonte: Ecco Press Comunicação

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NOTÍCIA 15/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3183
<![CDATA[SINDISIDER: Compras de aço registram alta em novembro]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3184 De acordo com dados divulgados pelo SINDISIDER (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos), os distribuidores de aços associados ao INDA (Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço) compraram 2,2% mais aço das siderúrgicas em novembro do que em outubro, totalizando 349,2 mil toneladas. Se comparado ao mesmo período de 2010, a alta é de 47%.

“Apesar do aumento no mês passado, no acumulado do ano há uma retração de 5,5% nas compras dos distribuidores associados do INDA em 2011”, afirma Carlos Loureiro, presidente do SINDISIDER.

As vendas registraram queda de 3,2% frente a outubro, com 359,3 mil toneladas de aços planos. O montante é 13,3% superior ao total de aço vendido em novembro do ano passado. Em 2011, houve um aumento de 11,4% nas vendas, quando comparado ao período de janeiro a novembro de 2010. 

Em novembro, os estoques registraram queda de 1% em relação ao mês de outubro, totalizando 1.007,8 mil toneladas. Na comparação com novembro do ano passado, houve queda de 17,1% no montante de aço armazenado nos distribuidores. No entanto, a retração da venda do material provocou o aumento no giro de estoques para 2,8 meses.

Os distribuidores siderúrgicos associados ao INDA respondem por 42% das vendas internas e 36% do total do consumo aparente de aços planos no país.

Importações

A importação de aço plano comum, realizada pelo mercado brasileiro, encerrou novembro com alta de 26,9% em relação a outubro, atingindo um total de 149,4 mil toneladas. Quando comparada ao mesmo período do ano anterior, as importações registraram volumes 42,8% menores. De janeiro a novembro de 2011, as importações caíram 50% em relação ao mesmo período do ano passado. 

Projeções

De acordo com levantamento do INDA, no mês de dezembro tanto as compras como as vendas devem apresentar queda de cerca de 10%. “No período de final e início de ano, é verificado no setor uma diminuição no comércio de produtos siderúrgicos”, conclui Loureiro. Para o próximo ano, a rede associada projeta crescimento de 6% nas vendas em relação a 2011.

SINDISIDER

Entidade legalmente constituída e sem fins lucrativos, o SINDISIDER tem o objetivo de defender os interesses das empresas distribuidoras e revendedoras de produtos siderúrgicos. Além de representar este segmento frente aos órgãos do governo, o sindicato atua, ao lado do INDA – Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço –, no desenvolvimento, fortalecimento e aumento da competitividade de pequenas, médias e grandes empresas distribuidoras e revendedoras de aço no Brasil. O SINDISIDER possui sede em São Paulo e regionais em Belo Horizonte e Porto Alegre.

 

 

Fonte: SD&PRESS Consultoria

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NOTÍCIA 15/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3184
<![CDATA[Fabricantes fazem projeções positivas para o próximo ano]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3176 A indústria de materiais ferroviários promete descarregar cerca de 4 mil vagões de carga por ano no Brasil, até 2020, segundo a Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer). A Amsted-Maxion, subsidiária do Grupo Iochpe-Maxion, espera crescimento em linha com o registrado neste ano, considerado excelente. Segundo o presidente da Abifer, Vicente Abate, 2011 foi o segundo melhor ano da história da entidade, e o pacote de infraestrutura do governo deve alavancar ainda mais o setor.

"Até 2020, estamos prevendo a construção de mais 12 mil quilômetros de malha ferroviária no segmento de carga", afirma. Neste ano, houve crescimento de 78% da produção de vagões em relação a 2010, totalizando 5,7 mil unidades.

A Amsted-Maxion produziu 3,58 mil vagões de carga neste ano, sem contar os 1,2 mil remanufaturados, o que representa alta de cerca de 41% em relação a 2010. "O ano de 2011 foi muito bom para nós", afirmou ao DCI o presidente da empresa, Ricardo Chuahy. O otimismo é facilmente comprovado pelas recentes declarações de dirigentes do grupo os quais afirmaram que os bons frutos da companhia no acumulado do ano foram puxados principalmente pela divisão de vagões da empresa.

Segundo Chuahy, o crescimento da Maxion se deve principalmente à demanda das mineradoras, que concretizaram investimentos importantes neste ano. É o caso da Vale, que comprou da companhia 2,18 mil vagões, em 2011, para a expansão do seu projeto ferroviário em Carajás (PA).

Chuahy destaca que não é só nas minas que os negócios andam bem. A fatia das mineradoras, no entanto, continua sendo a maior entre os clientes da Maxion, ocupando 75% das entregas. O mercado de agronegócios responde por 12% dos pedidos, e o de produtos diversos (como cimento, por exemplo), por 13%. Chuahy ressalta que o setor agrícola aumentou sua participação na carteira de pedidos da empresa em 208% nos últimos cinco anos. "Os clientes estão percebendo que as perdas são menores no transporte ferroviário", acrescenta o executivo.

Quanto a 2012, o presidente da Amsted-Maxion afirma que o período deve ser de cautela. "Uma crise internacional sempre causa impactos na empresa", diz. Ele, porém, acredita que a demanda por vagões deve continuar em linha com o projetado pela Abifer. Chuahy diz que os investimentos em modernização na planta de Hortolândia, interior de São Paulo, também devem ser mantidos no ano de 2012.

Já a Randon, entretanto, teme que haja ociosidade da indústria no ano que vem por conta de redução de investimentos. "Estamos até esperando uma certa ociosidade no mercado", afirmou ao DCI o diretor responsável pelo negócio ferroviário da Randon, Celso Santa Catarina.

O executivo destaca que o setor tem muito espaço para crescer, mas isso depende dos investimentos em infraestrutura no Brasil. "Existem muitas promessas, mas a velocidade das obras no País precisa ser maior", explica o diretor da Randon.

A produção de vagões de carga da companhia - entre novos e remanufaturados - deve ultrapassar 5 mil unidades em 2011, crescimento de cerca de 25% em relação a 2010. "A economia esteve bem aquecida nos últimos dois anos", diz. No entanto, o executivo prevê que, em 2012, deve haver uma queda significativa da demanda da empresa, que pode ficar abaixo das 4 mil unidades.

"Se a economia retroceder, os números podem ser ainda piores", prevê o diretor da Randon. Ele explica que o setor ferroviário é fortemente ligado à exportação de commodities, que registrou queda de preços e de demanda em 2011 e pode apresentar desaceleração em 2012. Mas, como a Randon atua também no setor de implementos rodoviários - que inclui reboques e semirreboques -, as duas divisões da empresa mantêm a saúde financeira da companhia. "Quando o braço de vagões vai mal, nos concentramos no de implementos, e vice-versa", diz o diretor da Randon.

Usimec

Recentemente, o braço de fundição da Usiminas anunciou R$ 50 milhões em investimentos com a finalidade de ampliar a capacidade de produção da fábrica na cidade de Ipatinga (MG) para 2 mil vagões de carga anuais.

A empresa afirmou ao DCI que deixará de comprar truques de fornecedores como a Amsted-Maxion. Segundo Chuahy, porém, isso não deve afetar o faturamento da Maxion. "A Usiminas Mecânica é nossa concorrente e cliente ao mesmo tempo, mas não realiza grandes pedidos para nós", afirma o executivo.

 

 

Fonte: DCI

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NOTÍCIA 14/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3176
<![CDATA[Noma investe R$ 75 milhões em nova fábrica em Tatuí]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3177 A fabricante de carretas Noma comprou um terreno de 313 mil metros quadrados em Tatuí, no interior de São Paulo, para instalar sua segunda fábrica.

Os investimentos na unidade são estimados em R$ 75 milhões e vão dobrar, para 1,3 mil carretas por mês, a capacidade de produção da empresa, que quer estar entre os três maiores fabricantes de implementos rodoviários da América do Sul nos próximos quatro anos.

Marcos Noma, presidente da empresa, diz que a fabricante começa agora o processo de licenciamento ambiental para começar as obras no começo do ano que vem. Se tudo correr bem, a inauguração da fábrica acontecerá até o fim de 2013. O parque fabril da empresa em Maringá, no norte do Paraná, seguirá ativo após a inauguração da unidade de Tatuí.

 

 

Fonte: Valor Online

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NOTÍCIA 14/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3177
<![CDATA[Filial brasileira da Renault se torna a 2ª maior do grupo]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3179 Em 2006, quando a Renault encerrou o ano com menos de 3% de participação nas vendas nacionais de automóveis e comerciais leves, houve apostas no mercado de que a montadora poderia fechar as portas no País.

A matriz francesa não estava satisfeita com os resultados da subsidiária local, cuja fábrica foi inaugurada em dezembro de 1998.

Passados apenas cinco anos, a filial brasileira já é a segunda maior operação do grupo, com vendas de 172,7 mil veículos até novembro, atrás apenas da matriz francesa, com 633,7 mil unidades.

Nos últimos dois anos, a Renault do Brasil desbancou a Alemanha (com vendas de 168 mil veículos até novembro neste ano), a Coreia e a Itália.

A montadora também conquistou pontos no mercado brasileiro. Foi a marca que mais ganhou participação nas vendas de automóveis e comerciais leves este ano (0,79 ponto porcentual).

As principais concorrentes (Ford, GM, Volkswagen e Fiat) perderam, respectivamente, 0,89, 1,31, 0,54 e 0,82.

A Renault deve responder este ano por 5,6% das vendas, mantendo-se como a quinta maior do País. “Nossas vendas aumentaram 21% em relação a 2010, cinco vezes mais do que o crescimento do mercado total”, diz o presidente da empresa no País, Jean-Michel Jalinier, que deixa o cargo em janeiro para assumir na França a divisão do grupo na Fórmula 1.

Seu substituto, o também francês Olivier Murguet, terá entre suas metas para 2012 a de elevar a participação da marca a 6,5%, aproximando-se ainda mais da quarta colocada, a Ford, que tem hoje pouco mais de 9%.

A briga pela quarta posição será acirrada. O Duster, utilitário-esportivo lançado pela Renault em outubro, já liderou o segmento no mês passado, com 3.877 unidades vendidas, desbancando o longo reinado do Ford EcoSport. A Ford, porém, vai lançar a versão do jipinho totalmente renovada no próximo ano.

O novo EcoSport foi desenvolvido no Brasil e terá uma apresentação prévia em janeiro, num evento em Brasília.

O lançamento oficial e as vendas estão previstas apenas para o segundo semestre. É um dos carros mundiais que a Ford promete para o mercado brasileiro. Também será produzido em mais quatro países, sendo um deles a Índia.

Três turnos

Jalinier espera encerrar 2011 com quase 200 mil carros vendidos no País, chegando a 230 mil no próximo ano.

A fábrica em São José dos Pinhais (PR), que em 2006 operava com 65% de ociosidade, atualmente trabalha em três turnos e está sendo preparada para ampliar a capacidade em 100 mil unidades até 2015. A unidade de motores, que exporta 30% da produção, opera em quatro turnos (um nos finais de semana).

“Vamos produzir um carro por minuto”, diz Jalinier. Para isso, serão contratados mil funcionários, além de mil efetivados neste ano. Hoje, a fábrica emprega 6,2 mil pessoas.

O projeto de ampliação faz parte do investimento de R$ 1,5 bilhão para o período 2010-2015, que inclui ainda sete lançamentos no próximo ano, a maioria versões de modelos já em linha. O montante virá de recursos locais e empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Neste ano, a Renault lançou 12 produtos, dos quais três totalmente novos: o Duster, o sedã Fluence (feito na Argentina) e o novo compacto Sandero.

O grupo também trará ao Brasil em 2012 os elétricos Fluence, Kangoo e Twizzy, mas apenas para testes.

Para o diretor da consultoria ADK, Paulo Roberto Garbossa, a Renault tem conquistado espaço porque foi uma das marcas mais agressivas nos últimos anos.

“Levou alguns anos para a empresa descobrir que o consumidor brasileiro é diferente do europeu e do asiático, mas hoje ela conhece melhor o mercado local e está acertando a mão.”

O próprio Murguet admite que levou dez anos para a empresa conhecer o Brasil. “Houve muitos tropeços até nos transformarmos em uma empresa brasileira.”

 

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

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NOTÍCIA 14/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3179
<![CDATA[Governo quer criar base de exportação de autopeças no Mercosul]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3180 A política de aumento de conteúdo nacional em setores como a produção de autopeças terá medidas para estimular a criação de bases de exportação no Brasil e na Argentina, informou ao Valor o assessor internacional da presidente Dilma Rousseff, Marco Aurélio Garcia.

Segundo Garcia, o governo brasileiro apoia a criação de um fundo para financiar fábricas no país vizinho e, para isso, Dilma decidiu apressar o envio, ao Congresso, do acordo que cria o Banco do Sul, com países do continente.

“Um dos efeitos da crise é uma desova muito grande de produtos industriais de países desenvolvidos nos mercados de países emergentes, na Argentina e no Brasil”, disse Garcia, ao informar que Dilma, preocupada com os efeitos da iminente recessão mundial, quer manter relacionamento estreito com a Argentina para a atuação dos dois países no G-20, o grupo das economias mais influentes do mundo.

Em janeiro, começam a trabalhar dois grupos bilaterais, um dedicado a solucionar os atritos no comércio entre os dois países, e o outro com a tarefa de encontrar mecanismos para a “integração produtiva”, em setores como aeronáutico, defesa, naval e energia, além do automotivo.

O “volumoso” déficit no comércio de autopeças com o resto do mundo vai levar a uma política comum, de exigência de maior produção nacional e regional para o setor, disse Garcia.

“Queremos reduzir esse déficit em duas direções: diminuir as importações e, também, fazer com que os setores de autopeças entrem no circuito internacional de produção automobilística”, afirmou o assessor. “Já existem alguns exemplos de fábricas aqui na região, que exportam peças.”

A política de aumento do conteúdo nacional ou regional na fabricação de mercadorias é uma resposta também às queixas de “reprimarização” da pauta de exportação brasileira, disse Garcia.

Ele ressalva que o governo vê aspectos positivos na exportação de produtos básicos, como os agrícolas, por acreditar que eles têm incorporado tenologia em sua produção.

Na impossibilidade de usar o BNDES para financiar investimentos de empresas estrangeiras fora do Brasil, o governo brasileiro se comprometeu com os argentinos em acelerar o início de funcionamento do Banco do Sul, uma instituição criada por inspiração da Venezuela, que terá capital em torno de US$ 7 bilhões, dos quais entre US$ 1 bilhão e US$ 2 bilhões poderão ser integralizados pelo Brasil.

“Pensamos em criar no Banco do Sul uma espécie de fundo especial para ajudar a Argentina nessas questões”, disse Garcia, que prefere não dar detalhes, por envolverem “tecnicalidades”. Segundo ele, Dilma decidiu acelerar a aprovação do banco pelo Congresso.

“Vamos mandar imediatamente o acordo de criação do Banco do Sul ao Congresso e fazer com que se possa votar o mais rápido possível o assunto”, afirmou Garcia.

O acordo foi aprovado pelos Congressos de Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina - o Congresso argentino aprovou o acordo em setembro, por unanimidade.

Falta apenas a aprovação de mais um dos países do continente para que o banco ganhe existência legal, e, na avaliação do governo, seria politicamente inconveniente para o Brasil aprovar o banco depois do início dos trabalhos da instituição.

Os argentinos se queixam de que linhas de financiamento, como o Finame, do BNDES, dão vantagens para as companhias brasileiras no continente.

Está fora de questão, até por motivos legais, estender o Finame aos vizinhos, mas o fundo no Banco do Sul poderá reduzir o desconforto na Argentina, acredita o assessor do Planalto.

Garcia espera que haja redução dos atritos na fronteira, onde a Argentina tem retido a licença de importação de carregamentos de máquinas agrícolas, alimentos e calçados por períodos bem superiores aos 60 dias autorizados pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Um grupo para discutir o tema também começará a se reunir em janeiro - o que indica que, até lá, não haverá mudanças significativas no trânsito bilateral de mercadorias

“Temos um comércio fortemente superavitário com a Argentina o que preocupa a eles e a nós também”, argumentou o assessor, que tem sido interlocutor ativo com os governos vizinhos.

Ele reconhece que parte das dificuldades comerciais da Argentina é fruto de políticas econômicas adotadas pelo próprio país.

“Sabemos que uma das razões do superávit, que se dá em grande medida em produtos de maior valor agregado, são as transformações pelas quais a Argentina passou em décadas de políticas liberais, só revertidas nos governos Kirchner”, disse Garcia.

A partir de 2015, o investimento de quase US$ 6 bilhões da Vale na produção de fertilizantes em Mendoza, na Argentina, deverá gerar exportações anuais de US$ 1 bilhão daquele país ao Brasil. “O Brasil está investindo pesadamente na Argentina”, afirmou o assessor internacional da Presidência.

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 14/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3180
<![CDATA[Continental dobrará capacidade no Paraná]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3178 O grupo alemão Continental vai aplicar R$ 15 milhões na ampliação do complexo que mantém no Distrito Industrial de Ponta Grossa (Campos Gerais), à margem da BR-376. O anúncio foi feito na tarde de ontem, mas dias antes a prefeitura de Ponta Grossa havia chegado a anunciar que o valor do investimento seria de R$ 100 milhões.

A empresa é uma das maiores fornecedoras de componentes automotivos do mundo e, em 1999, instalou a unidade da Divisão ContiTech (uma de suas três divisões automotivas) na cidade. Com o investimento, por meio de recursos próprios, a empresa pretende dobrar a fabricação de correias dentadas automotivas (que sincronizam a movimentação dos pistões com o comando de válvulas) pela unidade. Além disso, deverá ser aumentada em 30% a produção de um outro tipo de correia, a Multi V, que viabiliza o funcionamento de acessórios como a direção hidráulica e o ar condicionado.

O diretor financeiro da ContiTech no Brasil, Carlos Strelow, explica que a expansão vai ocorrer em duas etapas. Na primeira fase, o complexo industrial deverá ser ampliado em 2,8 mil metros quadrados entre fevereiro e setembro de 2012. Na segunda etapa, entre 2013 e 2014, serão adquiridas e instaladas novas linhas de produção. “Já temos mil empregados da ContiTech na cidade. Com a ampliação, serão mais 40 postos de emprego direto”, informa o diretor.

Outras multinacionais também estudam investir na abertura de novas fábricas em Ponta Grossa. A Tetra Pak, que já tem uma fábrica de embalagens longa vida na cidade, pretende duplicar a capacidade de produção. O secretário municipal de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, João Luiz Kovaleski, ainda não sabe o valor do investimento, mas diz que a empresa é a maior geradora de tributos para o município.

A cervejaria Ambev também estuda a criação de uma fábrica na cidade e a fabricante de cimentos portuguesa Cimpor pretende investir 190 milhões de euros (cerca de R$ 460 mi­­lhões) em uma nova unidade, que pode ser instalada no Distrito Industrial de Ponta Grossa. Outras duas empresas que estão estudando implantar fábricas na cidade são a montadora chinesa de caminhões Sinotruk e a fabricante de automóveis alemã BMW.

 

 

Fonte: GAZETA DO POVO

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NOTÍCIA 13/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3178
<![CDATA[Sandvik: Reduza o tempo de corte em até 50% no fresamento de engrenagens]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3171 Desde de outubro a Sandvik Coromant introduziu uma nova fresa tipo caracol para usinagem de perfil completo de dentes de engrenagem, a CoroMill 176.

A pastilha de metal duro intercambiável da fresa caracol pode reduzir o seu tempo de corte em 50% e mais do que dobrar a vida útil da ferramenta, comparada às tradicionais fresas de aço rápido.

Para desbaste, semiacabamento e acabamento, a solução de ferramentas inovadoras para usinagem de engrenagens abrange tamanhos de perfis de engrenagens na faixa de módulos 4-6.

Com pastilhas de metal duro standard para perfis de engrenagens conforme a norma DIN3972-2, a fresa para engrenagens foi customizada para perfis específicos com modificação de adendo e protuberância por exemplo, sendo extremamente fácil de usar com interface iLock, garantindo precisão e estabilidade. A CoroMill 176 está registrada como qualidade classe B, conforme a norma DIN3968.

Para mais informações acesse: www.sandvik.coromant.com/br

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NOTÍCIA 10/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3171
<![CDATA[Produção de aço da China cai para menor nível em 14 meses]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3172 A produção de aço bruto na China caiu 9 por cento em novembro em relação a outubro, para 49,88 milhões de toneladas, o mais baixo nível desde setembro do ano passado, mostraram nesta sexta-feira (9) números da agência nacional de estatísticas do país.

A produção diária do maior fabricante de aço do mundo somou 1,663 milhão de toneladas durante o mês, uma vez que siderúrgicas diminuíram a produção por causa da demanda tradicionalmente menor nesta época.

"Com o preço do minério de ferro em alta em novembro, algumas pequenas siderúrgicas deixaram os planos de retomar a produção, enquanto as maiores ainda estão com produção menor", afirmou o analista Feng Gangyong, da GF Securities.

O movimento está em linha com os números publicados pela Associação de Ferro e Aço da China, que estimou a produção média diária de aço do país abaixo de 1,7 milhão de toneladas em novembro.

A produção no ano até agora soma 631 milhões de toneladas, alta de 9,8 por cento em relação a um ano antes, mostraram os números da associação.

Feng estimou que a produção de aço somará 678 milhões de toneladas neste ano, alta de 8 por cento em relação ao ano passado.

A maior demanda por parte do setor de construção estimulou as siderúrgias chinesas a operarem perto da capacidade máxima de fevereiro até setembro, quando a produção diária ficou em cerca de 1,9 milhão de toneladas nesses meses, mas as políticas rigorosas de crédito de Pequim começaram a esfriar a demanda.

O crescimento da produção industrial chinesa chegou ao menor nível em mais de dois anos em novembro, aumentando os sinais de que a segunda maior economia do mundo está diminuindo de ritmo.

"Agora ainda é um estágio de esvaziar os estoques, e a demanda de aço continua fraca, mas eu não vejo uma grande possibilidade dos preços de aço caírem em futuro próximo", disse Feng. "Acho que a demanda aumentará depois do Ano Novo lunar."

A China produziu 126,4 milhões de toneladas de minério de ferro em novembro, alta de 35 por cento em relação a um ano antes.

 

 

Fonte: Reuters

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NOTÍCIA 10/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3172
<![CDATA[Brasil e Argentina vão modificar acordo do setor automotivo]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3174 Os governos do Brasil e da Argentina vão modificar o acordo comercial para o setor automotivo e exigir maior conteúdo regional das montadoras que fabricam veículos nos dois países. A decisão foi tomada na reunião na última sexta-feira (9) em Buenos Aires, entre o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e a ministra da Indústria da Argentina, Débora Giorgi e atende a uma decisão política das presidentas Dilma Rousseff e Cristina Kirchner.

O atual acordo, que vigora até 2013, exige que os veículos fabricados no Brasil e na Argentina tenham 65% de conteúdo nacional. Mas no Brasil esse cálculo inclui salários pagos a trabalhadores brasileiros, além das despesas em propaganda e marketing.

“Vamos fazer um esforço muito grande para que a Argentina e o Brasil aumentem o conteúdo regional e que possam se transformar num pólo de exportação de peças para montadoras de outras partes do mundo”, disse o assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia.

Garcia disse que o Brasil importa hoje mais do que US$ 22 bilhões em autopeças. “É um déficit importante e é uma situação que precisamos reverter”. Caso contrário, a indústria automotiva dos dois países será “condenada” a ser apenas montadora veículos, em vez de fabricá-los.

Não há prazo para a implementação das novas medidas. Segundo o assessor especial, trata-se de uma decisão política tomada pelas presidentas Dilma e Cristina em reunião bilateral feita em Caracas, nesta semana. Segundo as presidentas, as mudanças começarão a ser discutidas “imediatamente” e resolvidas “o quanto antes”.

 

 

Fonte: Agência Brasil

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NOTÍCIA 10/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3174
<![CDATA[Produção deve ficar estável no próximo ano, diz Anfavea]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3162 Em 2012, a produção da indústria automobilística deve crescer em torno de 2%, praticamente estável em relação a este ano, conforme projeção da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Apesar disso, as expectativas são boas. "O ano de 2011 foi bom e acreditamos que, com as medidas do governo tomadas recentemente, o mercado estará aquecido no ano que vem", afirmou ontem o presidente da entidade, Cledorvino Belini.

Em novembro deste ano, a produção de veículos caiu 9,1% em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 274,5 mil unidades. No entanto, comparado ao mês de outubro, a produção cresceu 3,4%. No acumulado do ano, foram produzidos 3,14 milhões de veículos, alta de 0,9% na comparação com janeiro a novembro do ano passado.

Já o crescimento das vendas em novembro de 2011 foi de 14,6% em relação ao mês anterior, o que ajudou a diminuir os altos estoques de 40 dias registrados em outubro. Hoje, esse índice gira em torno de 35 dias. "Os estoques estão teoricamente no nível normal, uma vez que fora do Brasil trabalha-se com 60 dias", justificou Belini.

O presidente da Anfavea destacou que a maioria das montadoras entrará em férias coletivas depois do Natal e podem até estender as paradas até a primeira quinzena de janeiro para ajustar os estoques. "O mês de janeiro é historicamente mais fraco em vendas", disse Belini.

O executivo também atribuiu o crescimento das vendas em novembro à flexibilização das medidas macroprudenciais e à redução dos juros. Na opinião de Belini, as medidas do governo, associadas à maior disponibilidade de crédito e ao aumento do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados, contribuíram para os resultados positivos do setor no período.

Perguntado sobre a entrada do novo aumento de IPI para importados, prevista para a segunda quinzena de dezembro, Belini afirmou que é muito cedo para fazer previsões. "Em um primeiro momento, tudo indica que o produto nacional será privilegiado pela nova medida", disse. Ele também destacou que a indústria de autopeças deve se preparar para o conteúdo nacional exigido para as montadoras não sofrerem aumento de IPI pelo governo. "O setor de autopeças vai retomar um pouco mais a sua atuação", acredita Belini.

Projeções para o futuro

De acordo com a Anfavea, as vendas em 2011 devem apresentar crescimento de 3,3% em relação ao ano passado. Já as exportações devem registrar aumento de 17,8% na mesma base de comparação, totalizando US$ 15,2 bilhões. A produção deve fechar o ano com alta de 1,1% em relação a 2010. "Apesar da crise internacional, registramos resultados positivos para a indústria brasileira", disse Belini.

Já para 2012, o crescimento das vendas deve ficar em torno de 4% a 5%. Segundo Belini, esse número se concretizará caso haja flexibilização das medidas macroprudenciais e maior disponibilidade de crédito. "Estamos projetando um mercado de 3,4 milhões de veículos no ano que vem", afirma o executivo, que completa. "Nosso mercado atrai investimentos externos", diz.

As exportações, no entanto, podem seguir em caminhos opostos. De acordo com projeções da Anfavea, deve haver queda de cerca de 3% desse índice, totalizando US$ 14,7 bilhões em 2012 ante os US$ 15,2 bilhões registrados em 2011. A justificativa utilizada por Belini é que a produção nacional deverá ocupar mais espaço no mercado interno.

Ainda mais à frente, Belini afirma que a Anfavea projeta que o mercado brasileiro atingirá vendas de 6 milhões de unidades em 2020, o que fará com que o Brasil figure entre os três principais produtores mundiais de veículos. "É por isso que reafirmo que o nosso País é um dos maiores players do mundo nesse setor", disse. No entanto, ele explica que o País ainda precisa equacionar o problema de competitividade.

Belini afirmou que a valorização do câmbio tem prejudicado as vendas externas. Ele diz que no patamar de R$ 1,80 já há um "respiro", porém, o dólar a esse valor não é satisfatório. Os principais mercados externos para o Brasil em 2012 devem ser Argentina, Chile, México e Colômbia.

 

 

Fonte: DCI

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NOTÍCIA 09/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3162
<![CDATA[Dongkuk aprova US$ 4,8 bi para siderúrgica no Brasil]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3163 O conselho administrativo da Dongkuk Steel Mill aprovou um plano para construir uma siderúrgica de US$ 4,87 bilhões no Brasil até 2015, em joint venture com a Posco e a Vale.

"Nós faremos este investimento principalmente para fornecer chapas da unidade brasileira para a nossa fábrica coreana", afirmou Kim Sun-hong, porta-voz da Dongkuk. Essas chapas são usadas em placas espessas de aço, utilizadas na construção de navios. Atualmente a Dongkuk importa mais de 90% das suas chapas, principalmente do Brasil e Japão.

Por meio da sua participação na Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), a Dongkuk terá uma fatia de 30% na fábrica no Brasil, que terá capacidade de 3 milhões de toneladas por ano. A Vale ficará com uma participação de 50%, enquanto a Posco deterá os 20% restantes.

A CSP planeja levantar 50% do investimento necessário por meio de empréstimos, enquanto os outros parceiros vão arcar com a outra metade dos US$ 4,87 bilhões. A Dongkuk vai investir US$ 730 milhões com dinheiro que tem em caixa, segundo seu porta-voz.

Nos três primeiros anos de produção, a Dongkuk e a Posco vão ter uma opção para comprar metade da participação da Vale na unidade.

 

Fonte: Agência Estado 

 

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NOTÍCIA 09/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3163
<![CDATA[Servmelt investe US$ 2,5 milhões em nova fábrica ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3164 A ServMelt, unidade prestadora de serviço do grupo Inductotherm, situada em Diadema desde 1988, anuncia sua transferência para Indaiatuba. Com investimentos na ordem de US$ 2,5 milhões, a nova instalação na cidade prevê gerar 50 empregos diretos, sendo que 80% das vagas atenderão a trabalhadores locais.

A unidade da Inductotherm Group (empresa líder mundial em processos de fusão e aquecimento por indução), responsável pela produção de equipamentos, foi implantada no Brasil em 1972. Em 1998, a empresa se transferiu para a cidade de Indaiatuba - SP.

Para integrar as duas unidades do grupo, decidiu-se transferir a ServMelt para Indaiatuba. “Precisávamos de um espaço muito maior para atender à demanda, que cresceu cerca de 50% nos últimos anos. Resolvemos, então, dobrar nosso espaço em Indaiatuba, passando de 10.000 m² para 20.000 m² e trazer nossa unidade de serviços para cá”, informou Edison da Cunha Almeida, presidente da Inductotherm Group Brasil.

Nessa transferência, a empresa está investindo em melhorias no atendimento, produtividade, redução de custos operacionais, resultando em maior qualidade e precisão, além de se preocupar com normas de segurança e ambientais. “A ServMelt ficará mais próxima de fornecedores e ao lado da principal empresa do Grupo, a Inductotherm Brasil. Com isso, teremos mais eficiência, melhor atendimento e nossos custos com logística diminuirão, o que, consequentemente, irá refletir no valor final de nossos produtos”, destaca o presidente.

“A decisão de mudar para Indaiatuba se deu após um longo estudo que mostrava que a cidade tem uma localização estratégica, com saída para as principais rodovias que ligam o País, além da proximidade com o aeroporto de Viracopos, que tem boa estrutura para cargas e passageiros”, explica Almeida.

Além da localização privilegiada, Almeida destaca que a cidade possui uma ótima estrutura urbanística, alto nível de educação e moradia, além de oferecer suporte para suas indústrias.

Para 2012, a ServMelt projeta crescimento em torno de 10% na demanda. “Esperamos este aumento devido à elevação da produção de automóveis, equipamentos agrícolas e ainda a aceleração das obras do PAC, com vista para a Copa de 2014”, completa o presidente.

 

 

Fonte: Investimentos e Notícias

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NOTÍCIA 09/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3164
<![CDATA[Treinamentos Cimatron em São Paulo]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3165 A Escola Laurentino de Freitas oferece treinamento e cursos de capacitação para usuários dos softwares Cimatron, na capital paulista em janeiro e fevereiro de 2012.

Em janeiro será realizado o treinamento CAD - Modelamento 2D e 3D que é preparatório para o curso de projetos de moldes, no qual será utilizada a solução  Mold Design desenvolvida pela Cimatron. O curso tem duração de 24 horas com aulas  aos sábados.

Em fevereiro, a Escola LF promove o curso Projetos de Moldes 3D para capacitar o aluno a desenvolver e analisar um projeto de injeção de moldes para plásticos, observando seus pontos básicos para um bom funcionamento, seja na elaboração do projeto ou no seu processo construtivo junto à ferramentaria. O curso tem duração de 6 meses com aulas às terças e quintas-feiras à noite. 

Os treinamentos são direcionados à profissionais e estudantes que queiram se atualizar ou aprender a utilizar os softwares Cimatron.

Mais informações podem ser obtidas através dos telefones (11)4119-0047 / (11) 3277-0553 ou (11) 8363-9981

Curso

Curso CAD: Modelamento 2D e 3D

Carga horária: 24 horas – aos sábados

Período

28/01, 04 e 11/02

Curso

Curso Projetos de Moldes 3D

Carga horária: 140 horas – 6 meses – noturno

(Terças e Quintas)

Periodo

14/02/2011

Local dos cursos: Escola LF – Rua Santo Henrique, 839 – Vila Ré / Penha – SP

Sobre a Cimatron

Com mais de 28 anos de experiência e mais de 40 mil softwares instalados em todo o mundo, a Cimatron é líder em fornecimento de soluções integradas de CAD/CAM para moldes, e matrizes de estampo bem como manufatura de peças em geral.

A Cimatron está empenhada em fornecer soluções abrangentes e de baixo custo que agilizem os ciclos de fabricação, permitam a integração com fornecedores externos e, ainda, reduzam o tempo de entrega do produto.Sua linha de produtos inclui as marcas CimatronE e GibbsCAM com soluções para projetos de moldes, matrizes de estampo e de eletrodos, usinagens de 2,5 a 5 eixos, eletroerosão EDM , tornos, centros de torneamento em geral, centros de usinagem de 2,5 a 5 eixos, máquinas de usinagem multi-tarefa e centros de usinagem em geral.

As subsidiárias da Cimatron e sua rede de distribuidores atendem e suportam clientes nas mais diversas indústrias como automotiva, aeroespacial, médica, consumo, eletrônica, e outras indústrias em mais de 40 países. 

As ações da Cimatron são negociadas na NADASK sob o símbolo CIMT.

Para mais informações, visite o site http://www.cimatron.com

 

 

Fonte: Letra Comunicação

 

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NOTÍCIA 09/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3165
<![CDATA[Fornecer para Petrobrás e Vale é chance que pode virar pesadelo]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3167 Fornecer para as gigantes Petrobrás e Vale é considerado a grande chance para empresas de engenharia e equipamentos de pequeno e médio portes. No entanto, um contrato milionário pode facilmente transformar-se em pesadelo basicamente por duas razões. Primeiro, porque os grandes conglomerados costumam adiar investimentos, o que compromete o fluxo de caixa dessas pequenas empresas. Segundo, elas ainda podem descobrir, no meio do caminho, que não têm capacidade técnica para executar as obras.

Embora seja promissora, a relação com a Petrobrás e a Vale é considerada instável. Os planos dessas empresas mudam de acordo com os rumos da economia e dificuldades operacionais. Recentemente, as duas companhias anunciaram cortes em investimentos. A petrolífera informou no mês passado que não vai cumprir a previsão de investir R$ 84,7 bilhões em 2011 - o número deverá ficar perto de R$ 76 bilhões. Além disso, a estatal já adiou vários projetos, citando dificuldades operacionais. Já a Vale anunciou 'mais disciplina na alocação de capital' e reduziu a previsão de investimentos em 11% para o ano que vem, para US$ 21,4 bilhões.

A mudança de planos provoca um impacto direto nas contas dos fornecedores, especialmente aqueles que têm um forte grau de dependência da Petrobrás e da Vale. 'As empresas estão entregando as encomendas da Petrobrás, mas não têm novos pedidos. Para o ano que vem, há uma perspectiva de queda de faturamento e demissões no setor', afirma o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso.

Uma das principais reclamações da Abimaq é que o cronograma da Petrobrás não é confiável. Em julho, a estatal anunciou um plano de investimentos de US$ 224 bilhões entre 2011 e 2015. 'Os fornecedores investem em capacitação para atender a empresa, mas não há garantias de quando os contratos vão de fato sair do papel', diz o chefe de gabinete da Abimaq, Lourival Junior Franklin.

Fluxo de caixa

A Lupatech é o mais recente exemplo de empresa que apostou suas fichas na relação com a Petrobrás e se viu em apuros. Uma das preferidas dos investidores no setor de óleo e gás por diversos anos, a Lupatech arrecadou R$ 450 milhões em sua abertura de capital, em 2006, e fez 15 aquisições nos anos seguintes. O futuro da fornecedora de equipamentos parecia brilhante após o fechamento de contratos bilionários com a petrolífera. O problema é que o cronograma da Petrobrás para o pré-sal foi adiado - e o dinheiro que deveria entrar no caixa para compensar os investimentos já feitos acabou não vindo. Hoje, a empresa tem uma carteira de pedidos de R$ 2,5 bilhões, cerca de 70% deles vinculados à Petrobrás, segundo um analista, mas só deve receber R$ 306 milhões nos próximos 12 meses.

O problema da Lupatech, de acordo com o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), foi embarcar no 'sonho ufanista' do pré-sal, apresentado em 2007 pelo então presidente Lula. 'A Lupatech saiu comprando empresas, se endividou e aumentou a sua capacidade de produção, mas os projetos da Petrobrás não saíram no ritmo previsto e ela enfrentou uma crise.'

Com uma receita bem inferior à prevista, a Lupatech chegou ao fim de setembro com uma dívida de R$ 312,8 milhões a vencer nos próximos 12 meses, mas com menos de 10% desse montante em caixa (R$ 30,8 milhões). 'A situação da Lupatech reflete os dois anos (2009 e 2010) que a Petrobrás voltou-se para exploração de petróleo, pois a maior parte dos equipamentos da empresa é focado na fase de produção. Ela consumiu caixa e essa crise estourou agora', diz um analista do setor de óleo e gás de um banco, que não quis se identificar.

A companhia busca agora dinheiro novo para não quebrar - o BNDES, que tem fatia de 11,4% na empresa, deve vir ao socorro da Lupatech, que também pretende vender ativos para levantar capital. Procurada pelo Estado, a Lupatech não quis dar entrevista, mas disse, em nota, que está em trajetória de recuperação. 'A empresa tem verificado neste ano um crescimento no volume das encomendas, que deve se intensificar nos próximos dois anos', afirmou.

Execução

Em algumas situações, dificuldades em levar a cabo um determinado projeto podem azedar a relação entre contratante e fornecedores. A mineira Santa Bárbara Engenharia foi contratada para realizar parte da obra do projeto de extração de cobre Salobo, em Parauapebas (PA). O contrato foi celebrado em 2009, e a companhia dividiu os trabalhos com grandes nomes como a Odebrecht.

No entanto, no ano passado, os problemas entre a mineradora e a Santa Bárbara começaram a se multiplicar. Parte dos trabalhadores da obra chegou a ficar sem salário, em meio a acusações mútuas de descumprimento de contrato. Procurada pela reportagem, a Santa Bárbara não deu declarações, enquanto a Vale se limitou a dizer que o caso está sendo discutido na Justiça.

Diante das 'surpresas' que podem surgir no caminho da relação com a Vale e a Petrobrás, há empresas que - mesmo apostando forte na relação com companhias de grande porte - preocupam-se em diversificar seus setores de atuação. A companhia gaúcha de automação industrial Altus fechou dois contratos no valor de R$ 115 milhões com a Petrobrás para atender dez plataformas de petróleo nos próximos seis anos. O presidente Luiz Gerbase diz que a empresa já fornece para a petrolífera há 17 anos, mas nunca fechou um contrato dessa magnitude. 'Faremos mais nos próximos seis anos do que fizemos nos últimos 17', explica.

Mas a empresa não depende exclusivamente da Petrobrás para sobreviver, de acordo com Gerbase, que ajudou a fundar a Altus há 29 anos. Segundo ele, em 2011, a maior parte do faturamento de R$ 100 milhões da companhia veio do setor de energia, e não de óleo e gás. A vantagem do produto da Altus, afirma o executivo, é o fato de ser um sistema 'genérico', que pode ser adaptado a qualquer indústria. 'O nosso sistema pode ser usado tanto para automatizar uma linha de salgadinhos quanto uma plataforma de petróleo', diz. 'Todos os mercados estão sujeitos a altos e baixos.'

 

 

Fonte: Estadão

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NOTÍCIA 09/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3167
<![CDATA[SP: Produção cai e fábricas ampliam férias coletivas ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3168 Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, 102 empresas informaram intenção de dar férias coletivas a 34 mil trabalhadores

Com a redução do ritmo da atividade econômica e aumento dos estoques, as indústrias começam a anunciar férias coletivas. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, Miguel Torres, disse que 102 empresas da sua base informaram a intenção de dar férias coletivas a 34 mil trabalhadores.

No fim do ano passado, foram 80 empresas e 15 mil trabalhadores, ou seja, o número de companhias é 27,5% maior que o de 2010. Entre as empresas confirmadas pelo sindicato, estão a Fame, fabricante de chuveiros e material elétrico, Aliança Metalúrgica, FCI e Big Rodas.

Férias maiores

Outro indicador de que as empresas já reagem ao desaquecimento da economia é a extensão das férias coletivas propostas. O vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques da Silva, afirmou que as empresas da região, que concentra grande parte das montadoras e indústrias de autopeças do País, aumentaram a duração das férias neste ano comparativamente aos últimos três anos.

A maior preocupação do sindicato, segundo Silva, é com as fabricantes de autopeças, que, além de acompanhar as paradas das montadoras, têm enfrentado a competição dos importados. "Antes, as férias coletivas se restringiam ao período entre o Natal e o Ano-novo. Mas, neste ano, algumas vão parar por 20 ou 30 dias", afirmou. "Tem a ver, sim, com queda nas vendas", admitiu Silva. As montadoras, no entanto, negam que os estoques estejam elevados e afirmam que as paradas são normais e ocorrem todos os anos.

Curitiba

Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Cláudio Gramm, a fábrica de motores da Renault em São José dos Pinhais (PR) vai parar por 20 dias a partir de 12 de dezembro. A empresa informou que a produção de automóveis ficará suspensa entre 26 de dezembro e 9 de janeiro.

A fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) também deve dar férias coletivas no fim do ano, segundo Gramm. Parte da produção parou entre 10 e 23 de outubro e deve parar por mais 10 dias depois de 15 de dezembro. "A empresa deu férias coletivas mesmo depois que os funcionários entraram em greve por 37 dias. Os estoques continuam elevados", disse Gramm. A Volkswagen não confirmou a informação e disse que ainda não definiu as férias coletivas em suas unidades no Paraná, São Bernardo, São Carlos e Taubaté.

São Bernardo

Na fábrica da Ford em São Bernardo do Campo (SP), a unidade de automóveis para em 12 de dezembro e retorna em 4 de janeiro. A produção de caminhões vai parar em 2 de janeiro e retorna apenas no dia 24. As unidades de Taubaté (SP) e Camaçari (BA) não entrarão em férias coletivas, mas algumas áreas da unidade do interior paulista já haviam parado em setembro e outubro.

A Scania, em São Bernardo, vai entrar em férias coletivas no dia 2 de janeiro. A produção recomeça em 1.º de fevereiro. Segundo a empresa, nesse período a linha passará por ajustes para começar a produzir os motores de acordo com a nova norma técnica de emissão de poluentes.

A Peugeot Citroën, com fábrica em Porto Real (RJ), vai dar férias coletivas de 26 de dezembro a 24 de janeiro. A GM, com fábricas em São Caetano do Sul (SP), São José dos Campos (SP) e Gravataí (RS), ainda não definiu o período de férias coletivas.

 

 

Fonte: Força Sindical

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NOTÍCIA 09/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3168
<![CDATA[Importadores de máquinas-ferramenta e equipamentos fecham 2011 em alta]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3169 A Associação Brasileira dos Importados de Máquinas e Equipamentos industriais (Abimei), estima que os importadores do setor de máquinas-ferramenta e equipamentos deverão fechar o ano de 2011 com faturamento de US$ 2,4 bilhões, o que representa um crescimento de 10% em relação ao ano anterior.

De acordo com Ennio Crispino, presidente da associação, o mercado se comportou dentro do previsto até os meses de setembro e de outubro, quando os associados começaram a perceber os sinais de queda dos negócios, consequência da crise externa.

Segundo a Abimei, o segmento de máquinas para corte e conformação obteve o melhor desempenho, com alta superior a 10%. Crispino afirma que as máquinas de corte a laser e as prensas de grande capacidade são as responsáveis pela boa atuação do setor. Dados da associação indicam também que o segmento de máquinas para usinagem teve quantidade de compra reduzida em relação aos anos anteriores, e os negócios no setor de máquinas para transformação de plásticos se mantiveram estáveis em relação a 2010.

 

 

Fonte: Portal EXAME

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NOTÍCIA 09/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3169
<![CDATA[Magna adquire ThyssenKrupp Automotive Systems no Brasil]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3159 Com a aquisição, a empresa amplia sua posição global e caminha para se tornar líder em sistemas de chassis em toda a América do Sul

A produtora de autopeças Magna International concluiu a aquisição da ThyssenKrupp Automotive Systems Industrial do Brasil (TKASB), que fabrica e monta componentes e estruturas de chassis.

A operação foi realizada por meio da unidade de negócios Cosma International, subsidiária da Magna.

Com a aquisição, a Cosma amplia sua posição global e caminha para se tornar líder em sistemas de chassis em toda a América do Sul.

Atualmente, a empresa possui nove instalações, dois centros de desenvolvimento tecnológico e aproximadamente 3.650 funcionários na região.

Já a TKASB emprega 770 trabalhadores em quatro fábricas, localizadas em São Bernardo do Campo (SP), Ibirité (MG), Camaçari (BA) e São José dos Pinhais (PR).

No ano fiscal terminado em 30 de setembro, as vendas totais da TKASB alcançaram cerca de US$ 247 milhões.

 

 

Fonte: Brasil Econômico

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NOTÍCIA 07/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3159
<![CDATA[Indústria de implementos rodoviários deve crescer 5,4%]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3160 Os fabricantes de implementos rodoviários (reboques, semirreboques, carroçarias sobre chassis, terceiros eixos, bitrens e rodotrens) devem registrar crescimento de 5,4% em 2012 em relação a este ano, que deve encerrar com vendas de 183 mil unidades (resultado 7,5% superior ao de 2010).

O faturamento do setor neste ano deve somar R$ 7,5 bilhões, ante os R$ 6,8 bilhões de 2010 (os valores incluem vendas de equipamentos e peças).

Os dados foram divulgados hoje pelo Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (Simefre).

 

 

Fonte: Agência Estado

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NOTÍCIA 07/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3160
<![CDATA[Jaraguá Equipamentos inaugura fábrica no Complexo de Suape]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3161 O governador Eduardo Campos comemorou a chegada da Jaraguá, lembrando que a empresa vai fortalecer a cadeia do petróleo e gás no Estado.

A Jaraguá Equipamentos Industriais inaugurou nesta quarta-feira (7) sua primeira fábrica em Pernambuco, no Complexo de Suape, com investimento de R$ 15 milhões. A unidade será a quinta do grupo paulista no País, que já conta com operações nos Estados de São Paulo e Alagoas. A solenidade de partida da planta industrial contou com a participação do governador Eduardo Campos e da diretoria da empresa.

Durante o evento, o grupo sinalizou com a possibilidade de expandir a fábrica local num prazo de dois anos, com outro investimento de R$ 32 milhões, em função do crescimento da indústria de bens de capital no Nordeste.

A fábrica de Suape conta com 700 colaboradores. A unidade fechou contrato com a Petrobras no valor de R$ 1,5 bilhão para fornecer 18 fornos para a Refinaria Abreu e Lima. O presidente da Jaraguá, Wagner Othero, explicou que cada forno tem até 50 metros de altura (o equivalente a um prédio de 15 andares). "Somos uma das três empresas do Brasil com expertise para fornecer esse tipo de equipamento. Estamos trazendo para o Estado uma empresa intensiva em geração de empregos, inovação e tecnologia", reforçou.

O governador Eduardo Campos comemorou a chegada da Jaraguá, lembrando que a empresa vai fortalecer a cadeia do petróleo e gás no Estado. "Nosso objetivo é transformar Pernambuco num polo fornecedor de serviços e equipamentos para esse setor", destacou.

 

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NOTÍCIA 07/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3161
<![CDATA[Honeywell anuncia que vai produzir mais de dez milhões de turbos em 2012 ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3166 Legislações ambientais fazem do turbo o principal equipamento para a redução da emissão de dióxido de carbono
 
A Honeywell Turbo Technologies anuncia que, para atender aos pedidos das fábricas de automóveis que lutam para reduzir as emissões de CO2 (dióxido de carbono) dos motores por intermédio da economia de combustível, vai superar a produção 10 milhões de sistemas de turbocompressores em 2012.
 
José Rubens Vicari, diretor-geral da Honeywell na América do Sul, informa que a empresa fechará este ano com produção superior a 9 milhões de unidades e que o crescimento é motivado pela necessidade de as fábricas de automóveis e veículos comerciais atenderem aos limites de emissões dos motores de combustão impostos em todo o mundo. O Brasil participará desse volume com cerca de 300 mil unidades.
 
Vicari acrescenta que a adoção do turbocompressor será crescente pelas vantagens que proporciona ao meio ambiente. Ele estima que, com as limitações de emissão de CO2, até o final deta década 85% dos veículos de passageiros produzidos na Europa serão equipados com sistemas de turboalimentação. E que a média mundial será em torno de 70%, na hipótese de os consumidores dos Estados Unidos, onde a participação de motores turboalimentados foi ligeiramente superior a 5% no ano passado, reduzirem a rejeição aos automóveis com motores a diesel. Vicari explica que a Honeywell Turbo Technologies pretende conquistar pelo menos 50% de participação nos futuros lançamentos previstos pela indústria automobilística.
 
Para reforçar a previsão de ampliação do uso do turbo para os próximos anos, Vicari explica que, no último Salão do Automóvel de Frankfurt (Alemanha), 75% dos novos modelos apresentados pelas fábricas tinham motores equipados com sistema de turboalimentação.
 
De acordo com Vicari, a preocupação com o meio ambiente levou Europa e Estados Unidos a estabelecerem metas para a redução da emissão de CO2. E salienta que os limites impostos aos fabricantes de veículos determinaram o processo de downsizing, que é a redução do tamanho e da capacidade cúbica dos motores com o auxílio do turbocompressor e do sistema de injeção direta de combustível.
 
Vicari explica que o processo de downsizing impõe a substituição de motores V8 e V6 por propulsores de 4 cilindros e que os que apresentam essa configuração em automóveis menores já começaram a ser substituídos por unidades com três cilindros, enre os quais, o Ford Sigma, com 900 cm3 de cilindrada, e o Fiat TwinAir, do Fiat Cinquecento, com apenas dois cilindros e 900 cm3. “Naturalmente, o conjunto turbo e injeção direta garante desempenho igual ou até superior aos motores maiores, com a vantagem adicional de reduzir o consumo de combustível e os níveis de emissão de CO2, além de manter um excelente padrão de dirigibilidade para os veículos”, salienta Vicari.
 
O executivo afirma que o processo do downsizing é inexorável e que a indústria automobilística vai se dedicar a essa tendência e fazer com que também os motores a gasolina se tornem absolutamente dependentes do turbocompressor, como os alimentados a diesel, para atender aos rigores cada vez mais rigorosos das leis ambientais.
 
“Não existe motor diesel que atenda às legislações ambientais sem o auxílio do turbocompressor. E o mesmo vai ocorrer com os motores a gasolina, enquanto os carros elétricos não forem comercialmente viáveis, em termos de tecnologia de baterias e de fontes de suprimento”, finaliza Vicari.

 

 

Fonte: Secco Consultoria de comunicação

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NOTÍCIA 07/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3166
<![CDATA[Cimatron aumenta sua rede de distribuição]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3157 Líder em CAD/CAM, empresa israelense consolida no Brasil fornecimento de software para moldes e ferramentaria

Em mais uma iniciativa para expandir sua rede de distribuição no Brasil, a Cimatron acaba de fechar parceria com a Autoflow para atendimento de toda a região do ABC paulista e da cidade de São Paulo. Especializada em serviços de CAE, para análise de injeção de peças plásticas, usando ferramentas como moldflow, a empresa Autoflow  passa agora a oferecer licenças da linha CimatronE e treinamento CAD/CAM.

“Essa é mais uma parceria que concretizamos como parte da estratégia de estabelecer uma rede sólida de distribuição, principalmente nas regiões mais importantes na área de projeto de moldes, ferramentaria e usinagem de peças”, informa o gerente da Cimatron no Brasil, Alexandre Censi.

Há três anos no mercado, a Autoflow vê na parceria com a Cimatron uma importante oportunidade de expandir seus negócios. “É o primeiro software de CAD/CAM que vamos trabalhar e decidimos partir para essa nova experiência diante da boa reputação no mercado do CimatronE. Conversamos com vários usuários e todos destacaram a qualidade e a facilidade de se trabalhar com esse software”, informa o sócio-proprietário da Autoflow, Thiago Guerra.

A linha CimatronE possui grande sinergia com os serviços e produtos oferecidos pela Autoflow. A nova parceria atende plenamente as necessidades dos clientes que buscam soluções de aumento de produtividade, qualidade e agilidade na elaboração de moldes e matrizes.

“Aliado ao know how da Autoflow, o CimatronE vai garantir moldes de melhor qualidade em tempo recorde e com serviços de análises mais rápidos e eficientes”, completa Alexandre Censi.

Sobre a Cimatron

Com mais de 28 anos de experiência e mais de 40 mil softwares instalados em todo o mundo, a Cimatron é líder em fornecimento de soluções integradas de CAD/CAM para moldes e matrizes de estampo, bem como manufatura de peças em geral.

A Cimatron está empenhada em fornecer soluções abrangentes e de baixo custo que agilizem os ciclos de fabricação, permitam a integração com fornecedores externos e, ainda, reduzam o tempo de entrega do produto.Sua linha de produtos inclui as marcas CimatronE e GibbsCAM com soluções para projetos de moldes, matrizes de estampo e de eletrodos, usinagens de 2,5 a 5 eixos, eletroerosão EDM , tornos, centros de torneamento em geral, centros de usinagem de 2,5 a 5 eixos, máquinas de usinagem multi-tarefa e centros de usinagem em geral.

As subsidiárias da Cimatron e sua rede de distribuidores atendem e suportam clientes nas mais diversas indústrias como automotiva, aeroespacial, médica, consumo, eletrônica, e outras indústrias em mais de 40 países. 

As ações da Cimatron são negociadas na NADASK sob o símbolo CIMT.

Para mais informações, visite o site http://www.cimatron.com

Sobre a Autoflow

Empresa especializada em serviços de análise de engenharia utilizando ferramentas com o moldflow, atua na solução de problemas de injeção de peças plásticas. Oferece serviços de Engenharia e Treinamentos e tem à disposição um parque fabril com máquinas injetoras de 80T a 160 T. Com profissionais com mais de 10 anos de experiência, a Autoflow está empenhada em fornecer serviços de qualidade, com prazo de entrega em tempo recorde, buscando sempre a correlação dos resultados obtidos no simulador com a prática. Para mais informações, acesse www.autoflow.com.br

 

 

 

Fonte: Letra Comunicação

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NOTÍCIA 06/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3157
<![CDATA[Ford anuncia construção de novo carro global no ABC Paulista]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3158 A Ford anunciou nesta terça-feira (6), durante evento aberto à imprensa de balanço e encerramento do ano de 2011, que irá produzir um novo modelo global na fábrica de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. O aporte para esta nova operação será de R$ 800 milhões, mas não se trata de novo investimento, apenas definição de como será utilizada parte da verba de R$ 4,5 bilhões anunciada para o período que vai de 2011 até 2015.

No começo de novembro, a Ford já havia informado que repassaria R$ 500 milhões para a fábrica de Taubaté (SP), que entrega motores da linha Sigma, também como parte do investimento total de R$ 4,5 bilhões.

A anúncio condiz com informações publicadas por UOL Carros de que a Ford terá portfólio renovado, enxuto e globalizado até 2015 -- modelos como  Ka, Fiesta Rocam, Fusion e Courier devem sair de circulação na forma como os conhecemos atualmente, enquanto Focus, EcoSport e Ranger vão mudar significativamente. As linhas de New Fiesta, que vem do México, e Edge, canadense, já fazem parte do novo alinhamento da marca.

A fábrica de São Bernardo do Campo entrega atualmente o subcompacto Ka e a decana picape Courier, além de abrigar a produção de caminhões. Com a informação da nova operação de R$ 800 milhões, é barbada anunciar que a Ford vai produzir ali um substituto para seu pequeno modelo. Em sua segunda geração, o Ka nacional difere imensamente do Ka europeu, que compartilha plataforma com o Fiat 500. Num futuro breve, a Ford irá reunificar o projeto de seu pequeno modelo em todo o mundo, como forma de baratear custos.

Em Camaçari (BA), são fabricados o Fiesta Rocam, hatch e sedã, e o atual EcoSport, o SUV compacto será um dos três modelos que serão lançados/modificados em 2012. Outro nome certo é o da picape média Ranger, cuja nova geração já foi vista nos mercados australiano, asiático e europeu, e será produzida na Argentina, de onde deve chegar ao Brasil em meados do primeiro trimestre do próximo ano.

 

 

Fonte: UOL Carros

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NOTÍCIA 06/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3158
<![CDATA[Usiminas Mecânica investe R$ 50 mi em nova unidade e dá salto tecnológico para atender o setor ferroviário]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3155 A Usiminas Mecânica, empresa de bens de capital da Usiminas, inaugurou linha de moldagem automática da fundição no dia 1º de dezembro, com investimento de R$ 50 milhões. Localizada em Ipatinga-MG, a linha fabricará truques para vagões e outros componentes fundidos (engates, braçadeiras, hastes de ligação, etc), além de peças seriadas para os segmentos industrial e de mineração.

Instalada em uma área de 4 mil m², a nova linha de fundição amplia a capacidade de produção da Usiminas Mecânica de 24 mil t/ano para 41 mil t/ano de aço e, ao dotá-la de um novo patamar tecnológico, traz perspectivas de novos negócios para a empresa. Com um mercado cada vez mais aquecido, a Usiminas Mecânica se prepara para iniciar o ano de 2012 com uma carteira superior a 700 vagões.

Dentre as vantagens do processo automatizado de moldagem está o menor custo operacional e a estabilidade do processo. “Estamos modernizando nossas operações para oferecer ao cliente um produto com mais qualidade e valor agregado”, afirma Guilherme Muylaert, diretor executivo da Usiminas Mecânica. Os operadores da Usiminas Mecânica foram capacitados com treinamentos na Alemanha e Itália.

A sustentabilidade é também uma das premissas do processo produtivo, uma vez que não são gerados resíduos. Da areia utilizada nos moldes, 85% será reaproveitada - após passar por recuperador de areia de última geração. Os outros 15% serão destinados para co-processamento. Além disso, 100% da sucata metálica retornam para o forno de fusão.

Na solenidade de inauguração, a Usiminas Mecânica recebeu o certificado  ISO 9001, do Bureau Veritas Certification (BVC), pela unidade de fundição e fábrica de vagões.

Sobre a Usiminas Mecânica

A Usiminas Mecânica é uma provedora de soluções em bens de capital e serviços que agrega valor ao aço produzido pela Usiminas. Possui experiência de 40 anos em projetos industriais complexos, com foco nos segmentos de infraestrutura, energia, petroquímico, naval siderurgia, mineração.  A empresa está estruturada em cinco unidades de negócios – Pontes, Estruturas Metálicas e Blanks; Equipamentos e Negócios em Siderurgia; Montagens Industriais; Fundição e Vagões e Manutenção.

 

 

Fonte: Assessoria de Imprensa Usiminas

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NOTÍCIA 05/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3155
<![CDATA[Indústria deve investir menos em 2012, diz CNI]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3156 A preocupação com a crise econômica levou empresários a reformular os seus planos de investimentos a serem feitos em 2012. Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 87% das empresas da indústria de transformação pretendem investir na compra de máquinas e equipamentos no próximo ano, percentual inferior ao das companhias que investiram em 2010 (90%) e 2011 (89%).

De acordo com o economista Marcelo Azevedo, da CNI, a incerteza econômica é uma das razões que podem explicar esse percentual, uma vez que o motivo foi citado por 76% das empresas como principal risco para o planejamento de 2012. "Desaceleração da demanda, dificuldade de crédito e de mão de obra especializada são alguns dos fatores que desestimularam as empresas de investir no próximo ano", afirma Azevedo.

Além de estarem mais preocupadas com a crise, as companhias avaliam que a capacidade instalada estará levemente superior ao que seria adequado para a demanda projetada. Apesar do quadro, a parcela de recursos destinados a novos projetos deve passar de 33%, em 2011, para 40% no próximo ano.

Outro problema apontado pela pesquisa é a dificuldade no acesso a recursos de longo prazo. As empresas esperam aumentar em 2012 a participação de capital de terceiros em seus investimentos e, dessa forma, alocar um percentual menor do seu próprio caixa. Em 2011, quase 60% dos investimentos vieram de recursos próprios. As companhias esperam que essa participação recue para 53% no próximo ano.

Para o assessor econômico da presidência da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Mário Bernardini, a diminuição da expectativa de investimento dos empresários se deve ao quadro de falta de competitividade da indústria nacional. "O Brasil precisa incentivar os investimentos, e as recentes medidas anunciadas pelo governo são otimistas só por obrigação", diz Bernardini.

 

 

Fonte: DCI

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NOTÍCIA 05/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3156
<![CDATA[Volvo inaugura fábrica em Curitiba]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3173 A Volvo do Brasil inaugurou no final do mês passado, em seu complexo industrial localizado no bairro Cidade Industrial, em Curitiba, uma fábrica de caixas de câmbio eletrônica I-Shift. Na mesma solenidade, a empresa iniciou também a produção local dos motores 11 litros. Ambos os componentes eram importados da Europa e montados nos caminhões na unidade fabril paranaense. Os investimentos nos dois projetos somam R$ 25 milhões.

A produção das caixas nacionais começa já na próxima semana. Elas equiparão as linhas de veículos pesados FH e FM que sairão da linha de produção do Paraná ainda este mês. Cerca de 30 novos empregos foram criados para a linha de montagem.

“A caixa I-Shift tem tido uma fantástica aceitação no Brasil e nos demais países da América do Sul. Ela já equipa cerca de 80% dos caminhões FH e FM e mais de 90% dos ônibus rodoviários que saem de nossa linha de montagem em Curitiba”, declara Roger Alm, presidente da Volvo do Brasil.

O sucesso da caixa de câmbio eletrônica se deve, em boa parte, a sensível redução no consumo de combustível que proporciona – até 5% em relação aos veículos com equipamentos manuais. Além disso, proporciona maior durabilidade da embreagem, menor desgaste de pneus, e aumenta o nível de conforto e segurança para o motorista.

“O Brasil passa a ser o primeiro país a ter uma fábrica de caixas de câmbio I-Shift fora da Suécia, sede mundial do Grupo Volvo”, comemora Nilton Roeder, diretor de powertrain da Volvo Latin America. Até então estes componentes eram produzidos na unidade fabril de Köping, a 340 quilômetros de Gotemburgo, onde está localizado o headquarter da Volvo.

“Fomos pioneiros no mercado brasileiro na introdução neste segmento de veículos comerciais de uma caixa de câmbio eletrônica, muito avançada tecnicamente mas muito simples de ser utilizada”, complementa o gerente de planejamento estratégico da Volvo do Brasil, Sérgio Gomes, um dos principais responsáveis pela vinda deste equipamento para o País.

Boa parte do sucesso da caixa de câmbio eletrônica se deve a sensível redução no consumo de combustível que proporciona – até 5% em relação aos veículos com equipamentos manuais. “Existem relatos de transportadores de uma economia de diesel ainda maior, alguns deles com 7% de diminuição”, observa Alvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo do Brasil.

 

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NOTÍCIA 05/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3173
<![CDATA[Em fase de expansão, Primer Tools abre vagas para representantes em diversas regiões do Brasil]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3154 Após a contratação do Sr. Walter Cedola, que conta com  muitos anos de experiência no mercado de ferramentas tendo gerenciado tanto áreas comerciais como técnicas e administrativas de empresas multinacionais, a Primer Tools , em fase de expansão de seu departamento de vendas, abre vagas para representantes em diversas regiões do Brasil.

Segue abaixo as regiões com vagas em aberto e os requisitos necessários para a função:

- Ribeirão Preto e regiões

- Bauru e regiões 

- Estados do Nordeste

Requisitos desejáveis:

Formação Técnica ou Engenharia Mecânica com experiência na área de usinagem;

Sólidos conhecimentos em processos de usinagem e na aplicação de ferramentas rotativas de metal duro e HSS;

Experiência em vendas técnicas com conhecimento do mercado.

Os interessados deverão entrar em contato pelo e-mail: primer@primertools.com.br

Sobre a Primer

A Primer Tools Indústria e Comércio de Ferramentas Ltda., localizada em Sorocaba, foi fundada em 2007. Nasceu do sonho de seus idealizadores de construir uma empresa que pudesse contribuir de maneira efetiva com o aumento de produtividade e lucratividade de seus clientes.

Diferencia-se neste mercado por ser uma empresa totalmente dedicada satisfação de seus clientes. Dispõe de equipamentos de alta tecnologia e matérias primas de altíssima qualidade, além do talento e competência na produção que são características de todas as ferramentas produzidas

Sua plataforma de negócios baseia-se em 03 premissas:

- Garantia de qualidade, melhor custo-benefício e atendimento técnico/comercial impecavél;

- Tecnologia de ponta, capaz de gerar soluções rentavéis e indispensavéis aos clientes;

- Engenharia de campo para testar, aprovar e garantir o sucesso das ferramentas.

Encontra-se pronta para ser o melhor parceiro comercial do mercado de ferramentas, com uma filosofia de trabalho focada em agilidade nas soluções para seus clientes.

Para mais informações acesse o site www.primertools.com.br

 

 

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NOTÍCIA 03/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3154
<![CDATA[Com nova logomarca, ABM reforça posicionamento e lança produtos ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3144 Oficializando seu posicionamento como instituição do conhecimento, a Associação Brasileira e Metalurgia, Materiais e Mineração – ABM apresentou, dia 29 de novembro, sua nova identidade visual e as estratégias para reafirmar-se como entidade eminentemente técnica. O reposicionamento ratifica a história da Associação, que há 67 anos dedica-se à promoção e difusão do conhecimento técnico-científico, sintonizando-a com o contexto atual e abrindo oportunidades para o futuro.

“Assim como ocorreu na época de sua fundação, quando a ABM ajudou a qualificar os recursos humanos e a formar massa crítica para sustentar o processo de industrialização brasileiro, hoje ela retoma seu papel objetivando dotar os profissionais e às empresas de competências mais amplas, propiciando recriar o conhecimento e aplicá-lo em suas organizações”, ressaltou o diretor-executivo Horacídio Leal Barbosa Filho.

Nesse sentido, o presidente da ABM, Nelson Guedes de Alcântara, adiantou que a estratégia será aprofundar e privilegiar o conteúdo técnico em todas as atividades e, principalmente, direcionar ainda mais as ações para as reais necessidades do público.

“Hoje enfrentamos um paradoxo: são tantas as opções, inclusive de informações que recebemos o tempo todo, que fica difícil selecionar o que realmente nos interessa. Conscientes disso, procuraremos disponibilizar aos nossos usuários as informações que gostariam e que poderão ajudá-los a resolver seus problemas”.

Outra vertente da nova diretriz é a concretização do IABM – Instituto Pró-Inovação e Competitividade da Metalurgia, Materiais e Mineração, tendo em vista propiciar a alavancagem de ações cooperadas para a obtenção de melhores resultados para o setor.

Sinalizando essa nova fase, foi apresentada também à comunidade a nova identidade visual da ABM, desenvolvida pela Cauduro Associados. Preservando o conceito original, a logomarca mantém o círculo que sugere o movimento associativo e retrata a interatividade dos profissionais que buscam informações parcerias, novas tecnologias e processos no polo de atividades que é a Associação.

O círculo também foi aberto, reproduzindo a imagem de uma espiral que está crescendo, reciclando-se. Também ganhou três cores bem definidas, traduzindo as três áreas de atuação da ABM: metalurgia, materiais e mineração.

Revista e Portal

Dentro do novo posicionamento como instituição do conhecimento, a ABM também lança o Journal of Materials Research and Technology (jmr&t), um periódico técnico-científico para publicação de artigos em inglês. O veículo será produzido em parceria com a Elsevier, uma das mais antigas e conceituadas empresas editoriais do mundo.

“Queremos nos reposicionar de forma moderna, inserindo definitivamente a ABM no mundo globalizado e uma das portas de entrada é a internacionalização. Para isso, além de intensificar as parcerias com entidades estrangeiras, estamos disponibilizando mais esta ferramenta para que nossos autores publiquem os resultados de suas pesquisas”, enfatizou o presidente.

Outra iniciativa, que visa contribuir para reafirmar a imagem da ABM como instituição do conhecimento, é a reformulação do Portal ABM. Com layout mais leve, melhor distribuição do conteúdo e nova resolução, a nova proposta segue o conceito Web 2.0, priorizando a interatividade e o compartilhamento de informações.

 

 

Fonte: Serviço de Imprensa da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração

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NOTÍCIA 03/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3144
<![CDATA[Perdas no Brasil levam ThyssenKrupp a anunciar prejuízo]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3145 Prejudicado por custos relacionados à siderúrgica CSA, no Rio de Janeiro, o grupo alemão ThyssenKrupp reportou prejuízo de 1,29 bilhão de euros no ano fiscal 2010/11, encerrado no dia 30 de setembro. A empresa reverteu dessa forma o lucro de 824 milhões de euros apurado no exercício anterior.

A Thyssen informou que o resultado foi afetado por perdas de 2,1 bilhões de euros decorrentes da reavaliação do valor de ativos siderúrgicos nas Américas, que não refletia mais as condições de mercado.

Segundo a companhia, os custos de construção da CSA - na qual possui sociedade com a Vale - ficaram acima das expectativas iniciais. A Thyssen também cita custos maiores que teve que absorver com o atraso no início das operações - a inauguração da usina ocorreu em junho de 2010 - e o fortalecimento do real.

Esses fatores se somam às dificuldades enfrentadas pela operação siderúrgica com o enfraquecimento de mercados nos Estados Unidos e na Europa.

Apesar do aumento de 15% na receita, que chegou a 43,35 bilhões de euros, o resultado operacional medido pelo Ebit (sigla em inglês para lucro antes de juros e impostos) ficou negativo em 988 milhões de euros - também influenciado por perdas de 800 milhões de euros da reavaliação de ativos (impairment) no negócio de aço inoxidável.

Apesar do resultado negativo, a Thyssen afirma em seu balanço que segue confiante nas boas perspectivas a seus produtos siderúrgicos no mercado das Américas.

 

 

Fonte: Valor Online

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NOTÍCIA 03/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3145
<![CDATA[Indústria reduz ritmo de produção]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3146 A indústria nacional reduziu ainda mais o ritmo. A produção das fabricantes registrou, em outubro, queda de 2,2% frente a igual mês de 2010, de acordo com a pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Foi a maior retração desde o fim de 2009. Outros números do levantamento mostram a desaceleração na atividade das fábricas. Na comparação do mês com setembro, houve diminuição de 0,6%, terceiro resultado negativo seguido. E o índice do acumulado do ano manteve trajetória descendente, com crescimento de 0,7% de janeiro a outubro em relação a igual período de 2010. Foi menos do que o observado nos primeiros nove meses (1,1%).

A elevações dos juros pelo Banco Central ao longo do primeiro semestre e a forte entrada de importados estão entre os fatores do desaquecimento, segundo especialistas. A crescente presença de produtos do Exterior é demonstrada por levantamento da Confederação Nacional da Indústria, que mostra que os itens industriais de outros países representam atualmente 21,5% do consumo nacional, mais do que o índice de 20,3% de 2010. E para o economista do IBGE André Macedo, a crise na Europa colabora para trazer volumes ainda maiores de importados, por causa da retração na demanda no Exterior.

AUTOMOTIVO

Entre os setores que mais sentem a retração na demanda estão a área automotiva e as fabricantes de máquinas e equipamentos. A produção nas montadoras e autopeças caiu 6,1% e o das indústrias de maquinário, 5,4% pela comparação do mês frente a outubro do ano passado.

Macedo cita que, no segmento de veículos, paradas em linhas de montagem, por causa dos estoques elevados, contribuíram para o resultado menor. Isso embora, no acumulado do ano, o setor ainda registre alta de 3,2%.

O pequeno empresário do ramo de autopeças Claudio Armidoro, de São Caetano, que é diretor do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo no município, atesta a desaceleração que, segundo ele, é generalizada no setor. "Nossa empresa mesmo teve de fazer dispensas porque as montadoras estão com volume baixo de vendas. Todo o mercado está fazendo isso (cortes)", afirma.

MEDIDAS

Para o professor de Economia do Instituto Brasileiro do Mercado de Capitais, Gilberto Braga, a pesquisa mostra o que já era esperado, a desaceleração na produção. "O governo tentou corrigir isso, com o anúncio de redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca. A tendência é que a indústria se recupere", afirma.

Além do pacote de medidas, as reduções na Selic (a taxa básica de juros), a partir do segundo semestre, ajudam a valorizar o real, ao reduzir a entrada de dólares, e isso beneficia as indústrias, segundo outro dirigente do Ciesp, da regional de Santo André, Shotoku Yamamoto. Ele acrescenta que tributos menores para eletrodomésticos estimula o consumo, mas isso deveria se estender para outros setores. "O governo tinha de desonerar os investimentos em máquinas e equipamentos", cita.

Na avaliação de Braga, no entanto, o governo age de forma coerente, ao colocar estímulos para movimentar o consumo de forma dosada. "Se não for suficiente, pode aumentar a dose", diz.

Crise afeta investimentos das empresas, aponta CNI

A crise externa é o principal risco aos investimentos das empresas em 2012. Para 75,7% dos empresários ouvidos por pesquisa divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria, as incertezas em relação ao desempenho da economia mundial podem comprometer os planos de expansão futuros. Em 2011, 42,2% das empresas adiaram ou cancelaram investimentos principalmente por causa das turbulências econômicas.

Além da crise, as empresas estão sentindo o acirramento da concorrência. Por isso, pretendem aumentar os investimentos em inovação e ganhar competitividade. No próximo ano, 20,9% das companhias têm como principal foco dos investimentos a criação de produtos. O alvo de 11,6% será a implantação de novos processos. Neste ano, a criação de produtos foi o principal destino dos investimentos de 12% das empresas, e a inovação em processos era a prioridade de 6,3% das indústrias.

 

 

Fonte: Diário do Grande ABC

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NOTÍCIA 03/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3146
<![CDATA[Os rumos da indústria automobilística brasileira ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3147 A XXI edição do Congresso Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) reuniu políticos e executivos das principais montadoras e do setor de distribuição de veículos do continente americano e europeu. Em mesa redonda internacional presidida por Stephen Wade, presidente da National Automobile Dealers Association (N.D.A.), o vice-governador do estado de São Paulo, Afif Domingos declarou que “a cidade de São Paulo deveria cobrar IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) pelos veículos e pela frota que não anda”. De acordo com Afif, até 2018 o estado investirá R$ 48 bilhões para construir novas linhas de metrô e aliviar o caos no trânsito.

Um dos líderes das montadoras, Jaime Ardila, presidente da General Motors América do Sul e Brasil, projetou vendas de 1,5 milhão de unidades de veículos no Brasil em 2015. “Influenciar cada vez mais a decisão dos consumidores na hora de comprar um veículo”, este é o principal desafio da GM, terceira maior no Brasil, segundo Ardila. Com uma projeção tão elevada de vendas, a empresa mantém planos de investimento no país. Durante a palestra, Ardila ainda chamou a atenção do setor de distribuição de veículos para ficarem atentos aos novos rumos e à necessidade de capacitação e treinamento para atender ao mercado.

O Brasil deverá se destacar como o país que mais vai crescer no segmento de carros A (minis). Esse segmento deverá atingir em 2016 o volume de 11% do total de veículos produzidos naquele ano, sinalizou também o presidente da GM. De acordo com Ardila,o Brasil possui a capacidade de influenciar outros segmentos da indústria, e com o crescimento da classe C que representará naquele ano quase 100 milhões de pessoas, conceitos novos como tamanho do veículo, preço, estilo de vida e competitividade fazem parte da estratégia da GM para fidelizar seus novos consumidores. Os planos são de mais expansão na América do Sul.

Ao final de sua palestra, Jaime Ardila provocou concessionários propondo que eles se mantenham mais próximos dos seus clientes. “Estamos atrasados em relação à qualidade da infraestrutura que oferecemos ao mercado que, entre outros fatores, impacta na nossa logística. É preciso profissionalizar cada vez mais a gestão”. A preocupação de executivo da GM chega junto com a grande quantidade de concorrentes no mercado que hoje conta com mais de 22 marcas estabelecidas.

Para ‘atacar’ de frente o mercado dos concorrentes a GM anuncia muitos lançamentos nos próximos anos, o sedã compacto Cruze e Cobalt com ótimo preço de oferta aparecem como os primeiros modelos desta “reação”. A falta de mão de obra qualificada no país aparece como o item que mais preocupa o executivo. A China produz 600 mil engenheiros por ano e o Brasil apenas 30 mil, comparou. O custo financeiro de lojas, como os alugueis, por exemplo, principalmente nos grandes centros como Rio e São Paulo também chamam a atenção. A saída apresentada seria desmembrar as lojas das oficinas para diminuir custos.

Frases

“A GM não procura grandes grupos, a empresa pode ser familiar o que preocupa e a falta de um plano de sucessão e profissionalização”, disse Jaime Ardila, presidente da General Motors América do Sul e Brasil

Ranking

Saiba como foi a colocação na entrega do prêmio das marcas mais desejadas no Brasil.

Automóveis leves

1º Volkswagen

2º Fiat

3º Toyota

Caminhões

1º Volkswagen2º Mercedes

3º Scania

Motocicletas

1º Honda

2º Yamaha

3º Kawasaki

 

 

Fonte: O POVO online

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NOTÍCIA 03/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3147
<![CDATA[Gerdau expande produção]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3148 Transformar valores em realidade. Para o diretor-presidente da Gerdau, André B. Gerdau Johannpeter , esta é a principal causa que levou a empresa, uma das maiores produtoras de aços longos do Brasil, a vencer o Prêmio DCI na categoria Siderurgia e Metalurgia. "Transformamos em prática os valores da empresa, exercitando-os no contato com colaboradores, clientes, fornecedores, comunidade e acionistas." -

Para Johannpeter, o prêmio é reflexo de uma série de fatores, que abrangem a história de crescimento da Gerdau, assim como o que ele define como uma expressiva atuação social e a excelência de seus produtos e serviços. "Na base de tudo isso está a prática de valores centenários, que têm sido transmitidos ao longo do tempo", diz o executivo.

A empresa vem focando, já há algum tempo, a redução de custos com matéria-prima para se preparar para o futuro, ainda incerto, que se tem desenhado no cenário econômico brasileiro e mundial.

A Gerdau anunciou diversas ações nesse sentido, como a estratégia de ampliar o abastecimento de carvão mineral a partir de operações suas na Colômbia, assim como investimentos para aumentar a autossuficiência em minério de ferro. Para o período de 2011 até 2015, o programa de aportes previsto é de R$ 10,8 bilhões, dos quais cerca de 75% são direcionados para o Brasil.

Para diminuir a dependência de minério de ferro, a Gerdau continua com o projeto de ampliação da capacidade de tratamento situada em Miguel Burnier (MG), que produzirá aproximadamente 7 milhões de toneladas de minério de ferro por ano para atender à unidade mineira de Ouro Branco, cuja necessidade será totalmente atendida já no ano de 2012. De acordo com Johannpeter, os recursos minerais da Gerdau, no Brasil, atendem e excedem as necessidades de abastecimento próprio da siderúrgica. Por essa razão, a empresa estuda a exploração comercial desse excedente de minério de ferro, e para tanto pretende investir cerca de R$ 530 milhões no projeto que abrangerá lavra, processamento, logística de transporte, armazenagem e comercialização da principal matéria-prima para a fabricação de aços.

Ainda em Minas Gerais, na usina de Ouro Branco, está prevista a instalação de dois novos laminadores de aços planos. "Um será voltado para a produção de chapas grossas, e o outro, para bobinas a quente. Juntos, os equipamentos somam 1,9 milhão de toneladas de capacidade instalada", diz o executivo André B.Gerdau Johannpeter.

De olho no futuro

O diretor-presidente da Gerdau afirma que a empresa adota uma postura cautelosa em relação a 2012, mesmo que não tenha sentido ainda impacto da crise econômica mundial.

"Até o momento não sentimos os efeitos das incertezas econômicas em nossas vendas", explica.

Johannpeter destaca que a maioria das operações da siderúrgica está nos países emergentes, onde a demanda segue aquecida.

"Entretanto, continuamos com expressiva preocupação em relação à desindustrialização da cadeia metalomecânica no Brasil, importante segmento consumidor de aço", pondera Johannpeter.Ele ressalta que a busca por patamares de excelência é uma atuação contínua da empresa, acompanhada de valores centenários e de rigorosos princípios éticos. "Ao mesmo tempo, a tomada de decisões é feita a partir de uma sólida estrutura de gestão", diz Johannpeter. Para ele, o resultado disso é uma companhia com agilidade para se ajustar à evolução do mercado, com competitividade crescente, "que prima pelo respeito a todos os seus públicos: colaboradores, clientes, fornecedores, acionistas e comunidade". E parece que no cenário econômico atual esses requisitos serão mais do que primordiais.

Resultados

No acumulado do ano, no período compreendido entre janeiro e setembro, a receita líquida consolidada da Gerdau teve um acréscimo de 12% em relação aos nove primeiros meses de 2010, alcançando R$ 26,3 bilhões.

As vendas físicas consolidadas chegaram a 14,5 milhões de toneladas, também apresentando evolução de 12%. No mesmo período, a produção consolidada de aço foi 11% superior ao atingir 14,9 milhões de toneladas.

Ao longo do trimestre, todas as operações da Gerdau registraram aumento das vendas físicas.

No Brasil, exceto nas usinas produtoras de aços especiais, comercializou-se 1,8 milhão de toneladas de aço, quantidade 9% superior à do mesmo período de 2010, graças ao aumento da demanda no mercado interno. Desse total, 1,4 milhão de toneladas de aço Gerdau foi comercializado no mercado brasileiro, um acréscimo de 13% frente ao de mesmo período do ano anterior. As exportações a partir do País tiveram redução de 2%, 417 mil toneladas.

Os demais países da América Latina somaram 711 mil toneladas de aço comercializadas, 26% a mais perante o mesmo período do ano anterior.

 

 

Fonte: DCI

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NOTÍCIA 03/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3148
<![CDATA[Petrobras procura fornecedores para o pré-sal]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3150 Preocupados com a capacidade da indústria para atender à forte demanda do pré-sal, Petrobras e BNDES estão rodando o Brasil em busca de novos fornecedores. O objetivo é encontrar empresas dispostas a adaptar suas plantas para produzir equipamentos de óleo e gás no mercado nacional, o que amenizaria os problemas para cumprir a cota de conteúdo local nos projetos.

Vale até empresas que atuam em outros ramos de atividade e nunca produziram uma única peça para o segmento. A Petrobras já teve contato, por exemplo, com a Tramontina, fabricante de produtos como talheres e ferramentas elétricas, e a Randon, que produz equipamentos para o setor de transporte, como reboques e autopeças. Procuradas, as duas empresas disseram que não iriam comentar o assunto neste momento.

O modelo de produção está em aberto: a companhia pode ampliar seu parque industrial sozinha ou em parceria com algum grupo internacional, que tenha know how na fabricação dos equipamentos. A contrapartida para quem aceitar essa empreitada é o financiamento ou participação do BNDES no projeto - medida que pode dar mais competitividade ao produto nacional para concorrer com estrangeiros altamente especializados na área, como noruegueses e americanos. Além disso, as empresas poderão ter apoio técnico da Petrobras no desenvolvimento dos novos produtos.

O foco principal da peregrinação da estatal e do BNDES é encontrar interessados em produzir equipamentos submarinos, que exigem elevada capacidade tecnológica e contam com poucos fornecedores no mercado interno. Segundo o chefe do Departamento da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás do BNDES, Ricardo Cunha da Costa, já há 15 empresas interessadas em se tornar fornecedoras da Petrobras.

 

 

Fonte: Agência Estado

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NOTÍCIA 03/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3150
<![CDATA[ArcelorMittal deve reduzir 10% do pessoal na República Tcheca]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3151 O maior grupo siderúrgico do mundo, ArcelorMittal, vai demitir 10% de seu quadro de funcionários na República Tcheca por causa de demanda por aço mais fraca que a esperada, informou um líder sindical nesta sexta-feira (02).

O grupo, que produz entre 6% e 7% do aço do mundo, informou no início de dezembro que uma queda na demanda estava se aprofundando no segundo semestre e que os clientes estavam cada vez mais cautelosos diante das incertezas econômicas.

Na República Tcheca, a ArcelorMittal emprega cerca de 6 mil pessoas, incluindo subsidiárias. O representante sindical, Roman Bacica, que participa do conselho supervisor da unidade tcheca da ArcelorMittal, confirmou que cerca de 10% dos trabalhadores serão demitidos.

"A demanda não está como se esperava, há algumas unidades no oeste da Europa que já estão paradas", disse ele à Reuters. Ele acrescentou que os trabalhadores poderão participar de programa de demissão voluntária até 20 de janeiro.

A ArcelorMittal lançou em setembro plano para focar produção em suas unidades de menor custo para melhorar a rentabilidade. A empresa pretende fechar instalações siderúrgicas em Liege, na Bélgica, e paralisou alto fornos na França, Alemanha e Polônia e fornos elétricos em Luxemburgo e Espanha.

 

 

Fonte: Reuters

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NOTÍCIA 03/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3151
<![CDATA[Stara confirma nova fábrica no Rio Grande do Sul ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3152 A fabricante de implementos agrícolas Stara, de Não-Me-Toque (RS), confirmou a cidade gaúcha como sede da futura fábrica que vai produzir tratores com tecnologia da argentina Pauny a partir de 2013.

O investimento na unidade será de R$ 75 milhões, e conforme o governo estadual, que está negociando a concessão de incentivos fiscais para a empresa, a previsão de faturamento da unidade em 2016 chega a R$ 450 milhões anuais. As máquinas terão 120 e 350 cavalos de potência e serão vendidas com a marca Rinno S.

A nova fábrica é resultado de uma parceria formalizada em agosto entre as duas empresas, em audiência com a presidente argentina Cristina Kirchner. Em troca da tecnologia, a Stara vai investir outros R$ 25 milhões para produzir na fábrica da Pauny, em Córdoba, pulverizadores e fertilizadores até agora exportados do Brasil para a Argentina. A empresa gaúcha também estava avaliando outros Estados para implantar a nova fábrica e até o início da operação em Não-Me-Toque ela irá vender no Brasil tratores produzidos pela parceira.

 

 

Fonte: Valor Online

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NOTÍCIA 03/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3152
<![CDATA[Pirelli investirá na América do Sul 1 bilhão de dólares entre 2012 e 2015]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3153 A América do Sul confirma-se como região fundamental para a estratégia de crescimento da Pirelli. Para esta região, que gera hoje 34% do faturamento do grupo, serão destinados investimentos de aproximadamente 1 bilhão de dólares (700 milhões de euros) entre 2012 e 2015 (incluindo os investimentos no México). Estes investimentos, que fazem parte do Plano Industrial tendo em vista o ano de 2015 e a atualização das metas para 2012-2014 recentemente apresentados em Londres, permitirão que a Pirelli consolide a liderança que já mantém na América do Sul e atinja um objetivo de faturamento, em 2014, de 3,4 bilhões de dólares (2,5 bilhões de euros), com um crescimento anual médio de 8,4% em relação aos 2,7 bilhões de dólares (1,96 bilhões de euros) esperados para o final de 2011. Espera-se, para o período entre 2011 e 2014, um crescimento anual médio do Ebit de aproximadamente 10%.

O plano, com o qual a Pirelli projeta tornar-se a número 1 no mundo no segmento premium, em 2015, estabelece, particularmente, para a América do Sul:

- a introdução de novos produtos Premium, capazes de atender à crescente demanda de pneus de alta gama ligada ao incremento da produção local de Suv e pick-up médias/grandes. Prevê-se que, no período entre 2011 e 2015, a média anual de crescimento de mercado dos pneus do segmento premium, em nível mundial, seja de 9,6%, e, na América do Sul, em particular, de 16,8%, contra um crescimento anual médio do parque de veículos premium em nível mundial de 4,7% e, na América do Sul, de 9,4% no mesmo período. A Pirelli pretende, portanto, elevar as vendas de produtos premium para automóveis de passeio na América do Sul  de 13% do total, em 2011, para 21%, em 2014, tanto com o aumento no Equipamento Original, no qual a Pirelli já é líder com a homologação de pneus da plataforma Green Performance na nova geração Car e Suv, quanto com o fortalecimento previsto no segmento de  reposição;

- a possibilidade, por meio de iniciativas comerciais e de marketing destinadas a fidelizar o cliente, de colher novas oportunidades no setor de reposição, proporcionadas pelo crescimento no primeiro equipamento premium;

- a expansão da rede de distribuição direta. No Brasil, especialmente, a Pirelli pretende ampliar, até 2012, a rede própria, que dispõe atualmente de aproximadamente 50 pontos de venda nas regiões economicamente mais dinâmicas, por meio de um crescimento completo e de aquisições nas maiores áreas de trânsito;

- maior capacidade produtiva Car e Moto. A produção da nova fábrica de pneus high-performance e ultra high-performance para veículos, SUV e light truck no México, cujos primeiros testes de produção começaram no último 11 de novembro, destinada aos mercados da zona Nafta, e a produção das novas fábricas asiáticas para o segmento Moto, permitirão, de fato, maior disponibilidade da capacidade produtiva às fábricas brasileiras para o mercado interno, volume antes destinado ao mercado norte-americano, com vantagens em termos de rentabilidade. A esta, se somará, no início em 2013, a produção de pneuss radiais Moto, em um mercado para o qual se prevê um crescimento anual médio 9,4% entre 2011 e 2014;

- implantação de uma nova fábrica de pneus radiais Truck na Argentina. No segmento industrial, a Pirelli anunciou recentemente um projeto para a construção de uma nova fábrica de pneus radiais Truck na Argentina, destinada a atender à crescente demanda de produtos com tecnologia radial na zona do Mercosul. O projeto, que levará em conta o contexto macroeconômico e o andamento da demanda, prevê investimentos de 300 milhões de dólares e início da produção no final de 2013, com uma capacidade de 700 mil pneus por ano, até 2016. Isso permitirá que a Pirelli se torne líder de mercado em todos os setores do segmento Truck, que tenha uma unidade produtiva com custos industriais competitivos e vantajosos em termos de logística. Este investimento se soma aos 100 milhões de dólares anunciados ao longo de 2010 para a ampliação da fábrica de produtos Car na Argentina;

- no segmento Agro, a Pirelli produzirá pneus radiais nas fábricas brasileiras para atender às exigências do mercado tanto no Equipamento Original quanto na reposição por meio do desenvolvimento de novos produtos realizados com atividade de pesquisa desenvolvidas especificamente na América do Sul, graças aos investimentos feitos nos últimos anos de mais de 400 milhões de dólares (entre 2008 e 2011).

O objetivo anunciado com o recente Plano Industrial de conquistar a liderança mundial no segmento premium em 2015 levará a Pirelli a introduzir produtos tecnicamente avançados também na América do Sul, graças à plena integração dos centros locais de pesquisa com o centro de Pesquisa e Desenvolvimento da sede italiana, que conta com a colaboração de importantes centros de pesquisa de universidades de todo o mundo. A Pirelli se concentrará nos materiais inovadores por meio de pesquisas no campo dos polímeros, filler e química e no uso de materiais verdes, por meio de pesquisas sobre biomateriais (sílica de casa de arroz, borracha natural de fontes alternativas à seringueira) e reciclagem. De modo particular, prevê-se que em 2015, 30% do consumo de sílica na América do Sul para a produção de pneus derive de biomateriais. Quanto à coleta e à reciclagem dos pneus usados, a Pirelli, no Brasil, em conformidade com a legislação local, adere à Reciclanip, entidade que tem o objetivo de reciclar todos os produtos descartados pelo mercado brasileiro.

Para dar apoio ao plano de desenvolvimento na América do Sul e às atividades de pesquisa, está previsto, além disso, um projeto para a construção do novo Campo Provas na cidade de Elias Fausto, no Estado de São Paulo. O novo Campo Provas prevê um investimento de cerca de 23 milhões de dólares e permitirá aos pesquisadores da Pirelli e das montadoras de veículos reunir a experimentação indoor à outdoor, o que é fundamental para o desenvolvimento e para a qualidade dos novos produtos. O novo Campo Provas, que será construído em aproximadamente três anos, oferecerá, em particular, a possibilidade de desenvolver em conjunto com as fábricas, soluções e produtos adequados a cada modelo novo de veículo, SUV ou moto, veículo comercial, industrial, agrícola ou de obras civis, em uma superfície de 120 mil metros quadrados, com pistas que replicam todas as condições estradais – do asfalto seco à relva – típicas da América do Sul. O objetivo é testar os pneus nas condições mais extremas de uso, avaliando o desempenho em termos de duração, segurança e custos de funcionamento, com soluções arquitetônicas de baixo impacto ambiental.

 

 

Fonte: www.pirelli.com

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NOTÍCIA 03/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3153
<![CDATA[ABINFER: Integrantes de missão a Ásia retornam com novidades para o setor de ferramentarias]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3140 A ABINFER, associação recém criada para defender os interesses do setor de ferramentais em nossa região, já vista e explicada detalhadamente em matérias anteriores na Usinagem Online, esteve em mais uma grande e importante missão, desta vez foram mais longe: Cruzaram o outro lado do globo, estiveram visitando diversas empresas do setor no Japão e China.

Os interesses das visitas estavam divididos em dois tópicos: Japão e China.
 
No Japão, a missão foi acompanhar as inovações da tecnologia do setor onde pôde se ter uma grande ideia disto estando os 5 dias presente na feira I.P.F. 2011 Internacional Plastic Fair, realizada entre os dias 25 e 29 de outubro em Tokyo, após a feira continuou-se com visitas em diversas Ferramentarias de grande e pequeno porte. Os empresários Japoneses mencionaram exatamente o que o Prof. Yokota disse na sua palestra de inauguração da Abinfer em Joinville, onde enfatiza que produzem exatamente o que o cliente precisa, fazendo de cada trabalho um único e exclusivo, se diferenciando dos demais fornecedores ao redor do mundo.

Já o propósito das inúmeras visitas na China, fora de avaliar a qualidade dos fornecedores locais, praticamente peneirando e selecionando alguns possíveis fornecedores e ao mesmo tempo excluindo uma grande maioria deles.

´´... Estamos cansados de receber sucatas do exterior, não podemos deixar que aconteça com nosso setor o que recentemente aconteceu com lixo hospitalar dos EUA que tornou roupas e uniformes em nosso país, se ficarmos de braços cruzados a curto prazo não teremos ferramentarias competentes atuando mais, muito menos profissionais qualificados para esse setor (já está acontecendo) e ainda mais, iremos apenas potencializar o setor de sucatas ao invés de avançar na direção da tecnologia...``

Foi o que mencionou o Vice Presidente da Associação Paulo César Camargo que complementou que das 29 empresas visitadas apenas 4 se qualificaram e foram homologadas a fornecer para nosso país, ainda disse que esse trabalho está apenas no começo e que devemos abraçar a causa e defender nosso setor. Parcerias são importantes, nós crescemos, aprimoramos e até aprendemos quando trabalhamos com parceiros de qualidade e potencial, coisa que vem ocorrendo no sentido contrário ultimamente.

O selecionamento de parceiros está apenas começando, logo teremos as barreiras que irão mensurar na íntegra a qualidade dos ferramentais importados, mantendo assim a continuidade e crescimento do setor nacionalmente.

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NOTÍCIA 01/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3140
<![CDATA[Iniciada construção da fábrica da Doosan em Americana]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3141 A WTorre acaba de iniciar a obra da primeira fábrica da Doosan, maior conglomerado sul-coreano de máquinas e equipamentos, na América Latina. Com orçamento estimado em R$ 80 milhões, a cidade escolhida para a instalação da fábrica foi Americana, no interior de São Paulo.

As instalações da Doosan estão sendo erguidas num terreno com 200 mil metros quadrados. O imóvel terá de 30 mil metros quadrados de área útil. No local serão produzidas escavadeiras para construção civil e outros equipamentos de menor porte. “Para a montagem da linha de produção, a Doosan deve investir mais R$ 200 milhões”, diz Sérgio Lindenberg, da WTorre Engenharia.

A fábrica terá um galpão principal, duas portarias, um edifício para área administrativa da empresa e mais seis galpões de apoio. Utilizando sistema de construção com pré-moldados, a obra será rápida. A previsão de conclusão é abril de 2012.

 

 

Fonte: IPESI

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NOTÍCIA 01/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3141
<![CDATA[Pedido para importação de máquinas começa a declinar, afirma entidade ]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3142 A crise da Europa começa a contaminar os planos de alguns empresários, que já reavaliam as encomendas de equipamento produtivo.

Os resultados de outubro apontaram uma diminuição no ritmo de colocação de pedidos de importações, segundo Ennio Crispino, presidente da Abimei (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais).

Algumas empresas decidiram postergar investimentos, segundo Otto Nogami, professor do Insper e assessor econômico da Abimei.

"A cautela começa a imperar. As oscilações cambiais não são o único responsável pela queda. Outros fatores imperam", diz Nogami.

Os importadores de bens de capital devem registrar aumento de cerca de 10% no volume de negócios neste ano.

O resultado é inferior à previsão da entidade, que projetava crescimento de 15% a 20% para o setor.

"Os empresários estão em compasso de espera, aguardando para ver os impactos da crise na Europa. Mas o nosso tom ainda é otimista", afirma Crispino.

O volume de negócios fechados deve ficar em cerca de US$ 2,4 bilhões neste ano. O número supera os US$ 2,2 bilhões registrados no ano passado, mas ainda não alcança o patamar pré-crise.

"Só a partir do ano que vem, com um aumento da ordem de 10% também, é que devemos conseguir recuperar os níveis anteriores a 2008", diz Crispino.

 

 

Fonte: Folha Online

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NOTÍCIA 01/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3142
<![CDATA[Em MG, setor automotivo aguarda Fiat para conceder férias coletivas]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3143 O setor automotivo em Minas Gerais, o que mais recorre à prática de férias coletivas no Estado, ainda está esperando uma definição da Fiat. O calendário da montadora costuma exercer influência direta na decisão das empresas de autopeças mineiras na hora de definir por quanto tempo deixarão seus funcionários em casa no fim do ano.

No ano passado a Fiat concedeu 10 dias para trabalhadores de alguns setores e 20 para os de outros. Mesmo com a economia menos aquecida neste fim de ano, a empresa informou que é provável que o mesmo número de dias seja concedido. A definição, no entanto, deve ser anunciada na próxima semana.

A Iveco, fabricante de caminhões do grupo Fiat, vai colocar seus funcionários em férias coletivas por três semanas. O mesmo período que tem sido concedido nos anos anteriores. Com uma diferença: em vez de as férias serem em dezembro serão em janeiro. Isso porque a empresa precisa correr para produzir os últimos modelos de caminhões com motores Euro 3. A Iveco e todos os fabricantes de caminhões do Brasil devem passar a produzir em janeiro os novos modelos com o sistema chamado Euro 5, menos poluentes.

Setores que têm peso importante na economia de Minas, como mineração e siderurgia, não costumam conceder férias coletivas. São segmentos de produção intensiva, que somente em momentos de crises agudas tendem a deixar seus funcionários em casa.

Um breve levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), a pedido do Valor, mostrou que das 12 empresas consultadas pela entidade apenas três farão uma parada forçada neste ano – incluindo a Fiat, que ainda não bateu o martelo sobre o período. As demais são a fábrica da americana St. Jude Medical Brasil (de equipamentos médicos, como marcapassos, cateteres e desfibriladores cardioversores implantáveis). Em vez dos 20 dias usuais, a empresa vai parar 30 dias porque está transferindo sua fábrica de Nova Lima para Belo Horizonte. A outra empresa na lista da Fiemg que vai parar é a Teksid, que tradicionalmente para 20 dias no fim do ano e repetirá a dose este ano.

O presidente do Conselho de Relações do Trabalho da Fiemg, Osmani Teixeira, diz que o setor automotivo é mesmo quem puxa as férias coletivas no Estado e que o efeito da desaceleração da economia neste fim de ano não apareceu na forma de férias coletivas. Em parte, diz ele, porque a indústria fez alguns cortes em outubro. “Ou então porque as perspectivas de muitas empresas é de que a crise não será tão ruim assim.”

Empresas nordestinas mantêm rotina

No Nordeste, as indústrias ouvidas pelo Valor alegaram que não houve necessidade de ampliação do período de férias coletivas em relação ao ano passado. Instalada em Teresina (PI), a fabricante de bicicletas Houston vai parar a produção somente na semana entre o Natal e o Ano-Novo, mesmo esquema adotado em 2010. Ainda assim a empresa está funcionando aos sábados para garantir os estoques para os dias parados.

A Moura, que produz baterias automotivas no interior de Pernambuco, também não vai mudar o esquema em relação a 2010. Seu presidente, Paulo Gomes de Sales, informou que a fábrica vai funcionar em sistema escalonado, com parte da equipe operando a linha de montagem enquanto a outra parte descansa. "Parar tudo gera um custo maior na hora de retomar a atividade", afirmou o executivo.

No Ceará, a fabricante de lingerie Hope decidiu cancelar as férias coletivas, que em 2010 foram de 30 dias. A empresa abriu neste ano 39 franquias de varejo, o que representou crescimento de quase 20% no volume produzido em suas fábricas, instaladas no município de Maranguape. "Se desse férias coletivas começaria o próximo ano sem produto no estoque", afirmou o diretor-comercial da empresa, Carlos Eduardo Padula.

 

 

Fonte: Valor Online

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NOTÍCIA 01/12/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3143
<![CDATA[IABr critica “inundação” de aço importado no Brasil]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3139 Para o presidente do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes, “o mercado internacional está inundando o Brasil” com aço importado. O total de aço importado no país – que abarca o aço contido em bens importados – deve somar 8,49 milhões de toneladas em 2011. O número “é mais do que seria [a produção de] uma planta aqui no Brasil, o que preocupa bastante”, afirma.

O número apresentado hoje pelo Instituto Aço Brasil (IABr) abarca a importação direta de produtos siderúrgicos, estimada para 2011 em 3,66 milhões de toneladas, e a importação indireta, constituída pelo aço contido, que deve somar 4,83 milhões de toneladas no ano. O total de importações de aço, no entanto, deve ser menor em 2011 do que o valor registrado em 2010, quando somou 10,09 milhões de toneladas.

De acordo com o instituto, o setor de máquinas e equipamentos e o setor automotivo são responsáveis, cada um, por 40% do volume total de importação indireta de aço este ano.

O IABr calcula que dos 140 quilos de aço consumidos per capita no Brasil em 2011, 44 quilos sejam importados, o que representa 31,4% do total. Para o presidente do instituto, o “consumo per capita de aço no Brasil é muito baixo”.

Lopes também criticou a guerra fiscal entre os Estados e a postura do governo em não defender o setor da competição externa. Para ele, “o bem mais precioso de todo país é o seu mercado interno. Nós precisamos ter uma defesa comercial eficiente”.

Segundo ele, a expectativa dos empresários do setor é que os programas do governo federal como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida, e os grandes projetos em execução como as construções e reformas de estádios para a Copa do Mundo de 2014, possam “trazer um efeito de alimentar um desenvolvimento sustentável” para o setor no Brasil. Ele lembrou porém que parte das reformas de estádios foi contratada com aço português.

 

 

Fonte: Valor Econômico

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NOTÍCIA 30/11/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3139
<![CDATA[Ford planeja 4 mil demissões temporárias na Europa]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3136 A Ford planeja demitir, de forma temporária, 4 mil trabalhadores de sua fábrica de montagem em Valência, na Espanha em 2012. A medida da montadora é fruto da queda da demanda no mercado europeu, crise que tem afetado outras indústrias do continente.

A medida da da Ford vai representar a licença de 39 dias de 4 mil funcionários em uma fábrica que conta com 6.200 empregados. E esse pode ser só a primeira medida para 2012, já que, segundo Adrian Schmitz, porta-voz de operações da montadora, "a expectativa é de que a demanda continuará fraca no próximo ano em toda a indústria europeia".

A montagem do hatchback Ford Fiesta não será mais nessa fábrica, passando a produção para o utilitário Kuga e paraa van Transit Connect.

Outras montadoras também tem sentido a crise da Europa. A PS Peugeot Citroen anunciou que eliminará até 3500 funcionários, enquanto que a Renault SA e a General Motors Co. anunciaram suspensão temporária de algumas linhas de produção na França e na Espanha, respectivamente.

 

 

Fonte: QUATRO RODAS

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NOTÍCIA 29/11/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3136
<![CDATA[Agenda de Cursos Fitso: Cimatron E CAD/CAM]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3137 A Fitso Soluções em Tecnologia divulga para o primeiro bimestre de 2012, em São Paulo, a agenda de cursos sobre o software Cimatron E 10. Dividido em módulos, os cursos serão realizados durante os dias comerciais ou aos sábados. Podendo também a empresa fechar turmas específicas.

Destinado a profissionais, estudantes e usuários do Cimatron E/IT que desejam se atualizar ou aprender novidades em CAD/CAM/CAE, os módulos são direcionados para o desenvolvimento de projetos, tais como peças 3D simples e complexas, moldes de injeção plástico/alumínio, matrizes para conformação de chapas, divisão de macho/matriz, montagem de componentes, eletrodos, detalhamento 2D, usinagem de 2,5 a 5 eixos, eletroerosão por penetração, simulação de usinagem e simulação de fluídos plásticos (Moldex 3D).

As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de janeiro pelo telefone (11) 4063-0860 ou pelo email comercial@fitso.com.br. Somente 10 vagas.

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NOTÍCIA 29/11/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3137
<![CDATA[Produção de aço no Brasil deve subir 6% em 2012, diz associação]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3138 A produção de aço bruto brasileira no ano que vem deverá atingir 37,49 milhões de toneladas, número que representa um aumento de 6,3% sobre a estimativa para 2011, que é 35,26 milhões de toneladas.

Os dados foram divulgados hoje pelo IABr (Instituto Aço Brasil), que prevê ainda um consumo aparente de 26,73 milhões de toneladas, uma alta de 7,1% na comparação com a estimativa de 24,97 milhões de toneladas para 2011.

As vendas internas no ano que vem deverão somar 23,31 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 8,4% frente aos 21,51 milhões de toneladas previstos para 2011.

Em relação ao comércio exterior, as siderúrgicas brasileiras deverão exportar 10,92 milhões de toneladas, com valor total de US$ 8,5 bilhões, o que representa uma alta de 1,8% e de 2,4%, respectivamente, na comparação com a previsão para 2011.

Já as importações devem somar 3,64 milhões de toneladas, com valor de US$ 4,6 bilhões. A projeção do IABr presume uma queda de 0,7% no volume importado e uma alta de 4,5% no valor das compras externas, na comparação com as projeções para 2011.

 

 

Fonte: Folha.com

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NOTÍCIA 29/11/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3138
<![CDATA[Volkswagen acelera expansão]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3149 Globalização tecnológica para se destacar em um mercado muito competitivo é a meta da Volkswagen para o futuro. Ela é a líder do setor de Veículos e Autopeças pela Pesquisa DCI e também a Empresa Estrangeira mais Admirada do País. "Para nós é um orgulho sermos escolhidos pelos empresários como a mais admirada do setor automotivo", afirma o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall (na foto), em entrevista ao DCI. A Volkswagen é uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, com sede mundial na cidade de Wolfsburg, Alemanha. Além da marca Volkswagen, é também proprietária das marcas Audi, Bentley, Bugatti, Lamborghini, Seat, Skoda e Volkswagen Caminhões, e, recentemente, acionista controladora da Scania. -

Na esteira do desenvolvimento progressivo do mercado de automóveis no Brasil, o executivo ressalta que a satisfação dos clientes é o fator-chave do crescimento da empresa. Ele afirma que, em 2011, inicia-se um processo no País de uso de novas plataformas, inclusive eletrônicas, e de motores mais eficientes para tornar a linha da Volkswagen mais inovadora. "Buscamos empregar os mais avançados recursos tecnológicos disponíveis dentro do Grupo Volkswagen para produzir carros com níveis cada vez mais altos de qualidade, segurança, conforto e tecnologia", diz Schmall.

Para tanto, aportes são fundamentais. De acordo com o presidente, serão investidos no Brasil cerca de 3,4 bilhões de euros, o equivalente a R$ 8,7 bilhões, até o ano de 2016.

Esse montante será direcionado para o aumento da capacidade produtiva, a fim de acompanhar o mercado brasileiro, que segue em constante evolução.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) também divulgou os números de investimentos do setor. De acordo com a associação, os números totais foram revisados, devendo fechar em cerca de US$ 22 bilhões até 2015. A entidade salienta que esse programa de aportes dos próximos anos vai ser o maior já registrado na história do setor automobilístico no Brasil. Ainda de acordo com os últimos dados divulgados pela Anfavea, a projeção de crescimento da indústria automobilística deve fechar o ano em 5% perante dados de 2010. Em outubro deste ano, o setor já bateu recorde, atingindo o expressivo número de 3 milhões de unidades vendidas.

Em 2012, o incremento esperado pela Anfavea deve ficar nesse mesmo patamar. De acordo com Schmall, se o ritmo aquecido continuar, essa porcentagem se traduzirá em cerca de 4 milhões de unidades vendidas por ano, índice que deverá ser atingido em 2014. Além disso, o executivo afirma que a Volkswagen tem centrado seus esforços no aumento de sua capacidade produtiva, além da constante atualização de portfólio de produtos e da introdução de novas tecnologias. No mercado mundial, essas plataformas já se traduzem em números, uma vez que o grupo anunciou, recentemente, que o lucro operacional acumulado nos nove primeiros meses de 2011 superou o resultado obtido ao longo de todo o ano passado. De janeiro a setembro, o ganho operacional do grupo alemão somou 9 bilhões de euros, ante 7,1 bilhões de euros no consolidado de 2010.

A participação da Volkswagen no mercado mundial de automóveis também subiu, passando de 11,6% no ano passado para 12,4% até setembro de 2011. Já a receita gerada por vendas avançou 25,6% na mesma base de comparação, para 116,3 bilhões de euros.

De acordo com dados divulgados pela divisão internacional da montadora, houve melhora do volume de vendas de todas as marcas e áreas de negócios até setembro. No segmento de veículos de passeio, em que a montadora mais se destaca, foram vendidos globalmente cerca de 3,3 milhões de unidades de veículos de suas marcas, ante 2,8 milhões de carros no mesmo intervalo de 2010.

Excelência de produtos

O presidente da Volkswagen do Brasil destaca que, para entender o que o mercado busca, a montadora realiza todos os anos cerca de 15 pesquisas. Em cada uma delas, são ouvidos mais de 12 mil consumidores para a empresa descobrir as expectativas e preferências dos clientes. Essa é apenas uma das ações que Schmall citou para exemplificar a preocupação da empresa com a sua excelência.

Além disso, o executivo destaca outra ação da montadora com foco na qualidade. O programa "Paixão pelo Detalhe" é um treinamento que tem como objetivo sensibilizar os colaboradores para a importância de atender, em cada detalhe, todas as necessidades, percepções e expectativas do cliente. A iniciativa será realizada pelos cerca de 23.500 funcionários da Volkswagen do Brasil e será oferecida também a colaboradores dos fornecedores da marca.

Para Schmall, a chave do sucesso da montadora passa por três pilares importantes: produtos, processos e pessoas.

"É por isso que a cada dia buscamos aprimorar os nossos processos produtivos, além de melhorar a qualidade, e, principalmente, ouvir os clientes", conclui.

Companhia busca empregar os mais avançados recursos disponíveis em todo o grupo para produzir no Brasil carros com níveis cada vez mais altos de qualidade

 

 

Fonte: DCI

 

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NOTÍCIA 29/11/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3149
<![CDATA[Peugeot Citroën vai investir R$ 3,7 bi no Brasil]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3133 A montadora francesa Peugeot Citroën disse que planeja investir R$ 3,7 bilhões no Brasil até 2015 para elevar sua participação no mercado brasileiro para 7% em 2015, de 5,2% atualmente. O investimento é parte da estratégia de focar o crescimento nos mercados emergentes diante da estagnação da Europa. - "Os mercados emergentes se tornaram essenciais para as montadoras", afirmou o executivo-chefe da Peugeot Citroën, Philippe Varin, durante a reunião anual da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). "Há um grande potencial para crescimento, o que garante um lugar para o Brasil na Peugeot Citroën", acrescentou.

A companhia pretende obter metade de sua receita nos mercados emergentes em 2015, acima dos 39% deste ano, disse ele. Além do Brasil, a Peugeot Citroën vai se concentrar na China e em outros países asiáticos que, segundo Varin, serão responsáveis por 60% das vendas adicionais de veículos durante a próxima década. Na China, o executivo disse que quer dobrar a participação de mercado até 2020.

Boa parte do investimento no Brasil irá para a duplicação da capacidade da fábrica da montadora de Porto Real (RJ). A unidade vai produzir 300 mil veículos por ano, ante 150 mil atualmente.

 

 

 

Fonte: DCI

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NOTÍCIA 25/11/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3133
<![CDATA[Importadores de máquinas têm crescimento abaixo do previsto]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3134 Os importadores de máquinas-ferramenta e equipamentos industriais movimentaram cerca de US$ 2,4 bilhões em 2011, cerca de 10% mais que o ano anterior. O resultado é inferior a previsão da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas-Ferramenta e Equipamentos Industriais, que projetava um crescimento de 15% a 20% para o setor, e ainda está aquém dos US$ 2,6 bilhões negociados nos três primeiros trimestres de 2008.  "O ano começou bem, mas sentimos uma diminuição nos negócios a partir de outubro", afirma Ennio Crispino, presidente da entidade. Segundo ele, os industriais estão apreensivos com o impacto da crise na Europa sobre a economia brasileira. "Houve uma desaceleração na atividade, porque ninguém sabe como o mercado vai se comportar", explica.

Responsável pelo consumo de pelo menos 70% dos bens de capital (máquinas e equipamentos) importados, o setor automobilístico mantém as vendas "em ritmo aceitável", segundo Crispino, mas a produção de autopeças, parte importante da cadeia de clientes dos importadores de máquinas operatrizes, ainda sofre com a importação de componentes acabados, apesar das medidas de proteção previstas no Plano Brasil Maior. "O aumento do IPI para carros importados e a exigência de 65% de nacionalização das peças em carros nacionais abrem uma boa perspectiva para o setor de bens de capital, tanto nacionais quanto importados, mas qualquer reflexo só será sentido em meados de 2012", diz o presidente da ABIMEI.

Entre os segmentos representados na ABIMEI, o setor de máquinas para o corte e a conformação de chapas metálicas foi o que teve o melhor desempenho em 2011, com alta superior a 10%. São máquinas com alto agregado tecnológico e aplicação em variados ramos da indústria, desde o automotivo até o de petróleo & gás e geração de energia, por exemplo. "Havia uma demanda reprimida por este tipo de máquina", justifica Crispino. O setor de máquinas para transformação de plástico manteve os níveis de 2010, considerados muito bons pelos importadores, porém não mais surpreendentes, como em 2009. "O "boom" já passou; agora o setor está na normalidade", afirma o presidente da Abimei.  Já o segmento de usinagem não tem muito que comemorar: "Havia capacidade ociosa para estas máquinas, os empresários não precisavam comprar tanto quanto em anos anteriores".

AGENTE REGULADOR - "A importação de bens capital é uma atividade reguladora do mercado, fundamental para equilibrar a oferta de máquinas operatrizes e equipamentos industriais no país. Com a opção dos importados, o empresário brasileiro consegue comparar custo x benefício, prazo de entrega e tecnologia ao comprar uma máquina para ampliar ou modernizar o seu parque industrial", diz Ennio Crispino.

De acordo com o presidente da associação, apesar da desvalorização do dólar, motivada pela conjuntura econômica internacional, a qual tende a afetar a competitividade do produto nacional, pois facilita o acesso a tecnologias mais avançadas, este fato acabou não prejudicando os resultados dos fabricantes de bens de capital nacionais. "Dados da própria Abimaq revelam crescimento de 9,7% no faturamento bruto real da indústria de bens de capital mecânicos nos oito primeiros meses 2011, somente 3,1% abaixo dos níveis de 2008", comenta.

Para o presidente da Abimei, o Brasil precisa investir em bens de capital, nacionais e importados, para fazer frente ao aumento do PIB. "A Abimei é contra a volta ao passado, como o recente aumento do IPI para carros importados, principalmente chineses e sul-coreanos, e defende a desoneração de impostos nos investimentos em bens de capital e meios de produção, sejam eles nacionais ou importados. Só com um parque industrial moderno e máquinas de qualidade conseguiremos fabricar produtos competitivos internacionalmente", declara.

Crispino considera positiva a tendência do Banco Central de baixar os juros e acredita que a medida vai contribuir para aumentar os investimentos em produção. Para ele, o governo ainda deve ao setor uma política industrial que estimule a produção e diminua o chamado Custo Brasil, com mais investimentos em infraestrutura e logística.  A perspectiva para 2012 permanece indefinida: "Vai depender do impacto da crise nos mercados europeus. O Governo parece estar atento. Se mantivermos o ritmo de crescimento na entrada de pedidos em torno de 10%, poderemos finalmente recuperar os índices de 2008".

 

 

Fonte: Diário do Grande ABC

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NOTÍCIA 25/11/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3134
<![CDATA[Dana é eleita a empresa mais empreendedora do setor automotivo brasileiro]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3135 Fabricante conquistou o Prêmio AutoData 2011 na categoria Empreendedorismo
 
A Dana foi eleita a melhor empresa da indústria automobilística brasileira em empreendedorismo e conquistou o Prêmio AutoData 2011. Considerado o mais importante evento de reconhecimento público do setor, o Prêmio AutoData destaca as ações das empresas, produtos e profissionais que mais contribuíram para o desenvolvimento do segmento automotivo durante o ano.

A empresa foi eleita por sua estratégia para se transformar no único fornecedor de sistemas completos de driveline, com produção local no Brasil e na Argentina, para toda a América do Sul. Por intermédio de um programa de investimento de US$ 150 milhões, o maior realizado pela empresa no Brasil, deu início à fabricação de uma nova família completa de eixos dianteiros na fábrica de Sorocaba, Estado de São Paulo. A Dana já havia conquistado, em agosto passado, o prêmio Melhores do Setor Automotivo, nas categorias Gestão e Empreendedorismo como reconhecimento da parceria inovadora com a Sifco na região.

Para Harro Burmann, presidente da Dana na América do Sul, o prêmio representa importante reconhecimento à estratégia da empresa para se tornar o único fornecedor, em todo o continente sul-americano, de sistemas completos de driveline. “A conquista do Prêmio AutoData e Melhores do Setor Automotivo, em duas diferentes categorias, demonstra como o mercado vê esta nova Dana, uma empresa criativa, com ações e movimentos focados para fazer crescer de forma sustentável nossos negócios globais, valorizando o potencial, a competência e o talento brasileiros”, explica o executivo.

O movimento da Dana para a produção de eixos médios e pesados, iniciado em outubro deste ano na planta de Sorocaba, eleva o faturamento da empresa na América do Sul para US$ 1,3 bilhão. Os eixos dianteiros não-tracionados, diferenciais, cardans e componentes de suspensão são fornecidos para as principais montadoras da região, como Agrale, Ford, MAN, Mercedes-Benz, Scania e Volvo.
 
Criado em 2000 pela AutoData Editora, o prêmio é dividido em 18 categorias e tem o objetivo de reconhecer as melhores ações das empresas, produtos e profissionais que mais contribuíram para o desenvolvimento do segmento automotivo. A cerimônia de entrega da edição deste ano foi realizada no último dia 24, no Centro Universitário Senac, em São Paulo.

Sobre a Dana Holding Corporation
 
A Dana é um fornecedor líder de tecnologias para eixos diferenciais, cardans, suspensão, vedação e gerenciamento térmico, e de componentes para as fábricas de veiculos e para o mercado de reposição. A base de clientes inclui todos os maiores fabricantes mundiais de veículos comerciais e fora-de-estrada que, em conjunto, produzem mais de 70 milhões de unidades a cada ano. Fundada em 1904 e sediada em Maumee, Ohio, nos Estados Unidos, a Dana possui aproximadamente 24.000 colaboradores em 26 países e obteve vendas de US$ 6,1 bilhões em 2010. Para mais informações visite www.dana.com.br

 

 

Fonte: Secco Consultoria de Comunicação

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NOTÍCIA 25/11/2011 http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3135
<![CDATA[Na contramão, Hyundai aposta no modelo regional para crescer]]> http://www.portaldausinagem.com.br/site/lerNoticias.php?intIdNoticia=3129 No momento em que parte da indústria automobilística encara o desafio de criar modelos globais de automóveis - capazes de seduzir consumidores em qualquer parte do mundo -, a Hyundai, na direção oposta, mostra-se mais disposta a satisfazer às particularidades de cada região - sobretudo dos mercados emergentes, foco dos principais investimentos da montadora coreana.

Como resultado de uma série de esforços empregados pelo grupo para conhecer melhor o perfil do consumidor brasileiro, a fábrica que está sendo erguida em Piracicaba, no interior de São Paulo, corresponde ao ponto mais alto dessa estratégia.

Para a unidade brasileira, foi concebida uma plataforma de produção nova e dedicada exclusivamente aos carros compactos que serão vendidos apenas no Brasil a partir do fim do ano que vem. Pelo menos na primeira fase do empreendimento, nem mesmo os mercados da América Latina vão ter acesso ao novo carro - embora a fábrica paulista seja, naturalmente, o ponto inicial para uma futura expansão de vendas na região.

Aproximadamente 40 dos principais engenheiros da Hyundai na Coreia do Sul visitaram o Brasil durante a fase de concepção do projeto. A montadora também consultou ao redor de 30 especialistas em design brasileiros para saber se estavam na direção correta os trabalhos realizados no centro de pesquisa e desenvolvimento em Namyang, de onde nascem e são testados seus produtos.

Ainda falta definir o nome do carro que será produzido no Brasil, assunto tratado com cuidado pela Hyundai

O resultado foi um carro com desenho arrojado para a categoria, que promete fazer barulho entre os compactos situados na faixa de preço que vai de R$ 30 mil a R$ 40 mil, o maior e mais disputado filão do mercado de carros no Brasil.

Diante de montadoras que, na busca por ganhos de escala, preferem trabalhar carros em escala global, reduzindo ao máximo as necessidades de adaptações - caso da americana Ford -, os coreanos acreditam que serão mais eficientes em conquistar consumidores a partir de modelos regionalizados, apesar do custo mais alto dessa estratégia.

A aposta se sustenta na ideia de que produtos globais não conseguem ter sucesso em todos os mercados, dado que as preferências e as necessidades variam de região para região.

Engenheiros que participaram da criação do carro brasileiro da Hyundai contam que diversos desafios precisaram ser superados ao longo do projeto. O primeiro deles foi buscar um produto resistente às condições frequentemente ruins das estradas brasileiras, sem abrir mão do conforto ao motorista.

Junto a isso, era preciso ter em vista um mercado sensível a preços e custos de manutenção, além dos hábitos do motorista brasileiro, que gosta de usar automóveis em viagens turísticas, percorrendo distâncias mais longas em comparação a países como China e Índia, onde o veículo é mais utilizado para finalidades de deslocamento urbano.

"Diferentemente do modelo brasileiro, o carro indiano, por exemplo, não possui compartimento para guardar óculos de sol", diz Woong-chul Yang, vice-presidente da divisão de pesquisa e desenvolvimento.

Por fim, o design do carro teria que estar alinhado ao gosto de um mercado no qual a estética tem peso determinante na escolha do produto.

O compacto que será produzido em Piracicaba está praticamente pronto. Resta apenas a finalização de alguns detalhes de acabamento. "Nosso objetivo é que os brasileiros realmente gostem de nossos carros", afirma William Lee, vice-presidente responsável pela área de vendas internacionais da montadora.

Por enquanto, apenas um grupo de sete jornalistas pôde conhecer, no centro de design em Namyang, os protótipos do automóvel nas versões 1.0 e 1.6, com motorização flex. A versão final só deverá ser apresentada ao público no ano que vem. O alvo são consumidores na faixa de 24 a 40 anos.

Ainda falta definir o nome do veículo, uma decisão que vem sendo tratada com muito cuidado pela direção da Hyundai. Por enquanto, o carro vem sendo chamado pelo nome do projeto: HB, sigla das iniciais de Hyundai Brasil.

A montadora chegou a contratar uma consultoria americana para trabalhar o tema, mas reprovou todas as opções de nomenclatura apresentadas por considerá-las não adequadas. A missão foi, então, transferida a especialistas em marca do Brasil.

Em encontro com jornalistas em Seul, a direção da Hyundai descartou a possibilidade de agregar o carro à família "i" - como os modelos i10, i20 e i30. A ideia é adotar um nome alfabético e mais alinhado à cultura brasileira.

O investimento de US$ 600 milhões na fábrica de Piracicaba coloca o Brasil como a sétima operação da Hyundai fora da Coreia do Sul. A montadora tem centrado seus movimentos internacionais na expansão dos negócios em mercados emergentes, com abertura de fábricas na China, na Índia e na Rússia nos últimos três anos.

Ante a crise da dívida que abala a Europa e a frágil recuperação da economia americana, os Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) seguirão no foco dos coreanos. "Esses quatro mercados são os que mais vão crescer nos próximos anos e continuaremos investindo neles. Já não há mais muito espaço de crescimento em países desenvolvidos", avalia Seung-Tack Kim, vice-presidente executivo e diretor de operações dos negócios globais da Hyundai.

Após iniciar em 1997 sua expansão global, com a inauguração de uma fábrica na Turquia, a Hyundai já tem 52% de sua produção fora da Coreia do Sul, o que ainda inclui operações nos Estados Unidos e na República Tcheca.

Esse percentual ficará ainda maior com a maturação da fábrica na Rússia - inaugurada no ano passado com capacidade de produzir 150 mil veículos ao ano - e a entrada de novas operações em 2012. Além de Piracicaba, a Hyundai está construindo sua terceira fábrica na China, cuja inauguração deve ocorrer quatro meses antes do começo da produção no Brasil, elevando a capacidade da filial chinesa em 400 mil veículos, para um total de 1 milhão de unidades.

Embora o Brasil seja o único exemplo de plataforma de produção dedicada, o grupo automotivo desenvolveu centros de tecnologia e de design nos Estados Unidos, na Europa e na Índia para a adaptação de carros a condições locais.

Incluindo os números da Kia Motors - que faz parte do braço automotivo da Hyundai Motor Group, mas é tratada como uma operação comercial independente -, o grupo costuma destinar para as atividades de pesquisa e desenvolvimento por volta de 2% a 3% de sua receita global, que somou US$ 99 bilhões no ano passado.

Com uma estrutura operacional independente - que atua desde a pesquisa, desenvolvimento e testes dos veículos até sua produção e